
Muita coisa para jogar e fazer, pouco tempo para o blogue. Não é novidade, certo? Espero conseguir escrever qualquer sobre Brütal Legend, Dragon Age: Origins e Bayonetta por aqui assim que puder mas entre trabalho e gripe e ter sido assaltado pela caracterização de Emil em Tales of Symphonia: Dawn of the New World para Wii (ou é a melhor ou a pior vocalização de sempre), vou continuar a fazer de conta que há mais do que duas ou três pessoas a ler isto e que por alguma razão, não se importam de ficar com uma lista de links que provavelmente já viram noutro lado.
- A Gamasutra fez uma entrevista a Hiroshi Aoki, produtor de Space Invaders Extreme e da sua sequela e um veterano da Taito (actualmente a divisão de jogos de arcada da Square-Enix), que olha para o passado, presente e futuro da companhia. “Nos meus jogos, quando pressiono o botão Start, quero entrar no jogo imediatamente; não quero nenhuma “cutscene” inútil”. Curioso como a Taito, que fez carreira a criar jogos que nunca quiseram ser mais que isso, se vê envolvida com a Square-Enix, que parece só saber criar jogos que tentam ganhar legitimidade a ser menos que videojogos.
- Tim Rogers elege os seus Melhores Jogos da Década (mais ou menos) na Kotaku. Quer se concorde com a selecção ou não, quer se tenha paciência para ler as suas paredes de texto ou não, a paixão que aquele homem tem pelo meio é tão feroz que se ele fosse o Ghost Rider, o olhar de penitência dele acabava com a trampa de jornalismo que existe hoje em dia.
- Arte usada nas versões regionais de Heavy Rain. Por outras palavras, a arte europeia mantém o conceito intocado e deixa tudo o resto misterioso; a versão norte-americana opta pelo visual de thriller erótico rasca que vai directamente para o mercado de DVD; e a versão japonesa parece ser uma cabeça humana sem testa e olhos.
- Um lembrete a quem pensa que a Nintendo tem o monopólio sobre acessórios de plástico.
- “Can I haz railway firm?”
- Conan O’Brien em modo “que se lixe”. Excelente.
- Tenho de salvar Zelda!… Oooh, uma galinha.
- Haverá sangue.
- Como a capa de New Super Mario Bros. Wii deveria ser.
- “Os meus olhos apenas podem chorar ao presenciar a majestade… A BFG 9000!“
- Tetris em primeira pessoa.
- “Os seus últimos minutos isentos de significado”
- Steampunk Gameboy em movimento e em pose.
Get goal!
É um exemplo de como as capas japonesas nem sempre são melhores. Oh well, mais uma para olharmos bem no futuro e soltarmos uma boa gargalhada.
E é claro que não é uma frase de engate. Se fosse, era mais “oh Diogo, a tua lista de links é TÃO GRANDE”
Ah sim, e continua! Eu adoro a tua lista de links (não, não é uma frase de engate!)
Realmente, que andaram eles a fazer na capa do Heavy Rain? Gosto da europeia, mas é como dizem, se ignorarmos a “bola” da classificação que é ENORME! A Japonesa até podia ser boa, mas tem um nariz e uma boca ali a estragarem tudo xD
E gostei do FirstPersonTetris… fiquei um pouco zonzo mas é cool eheheh