
Juxtapixel. Um vôo sombrio até ao mundo perigoso de um jogador… Que não existe. Diogo Ribeiro, um jovem solitário numa cruzada pelas causas dos jogos inocentes, indefesos, impotentes, num mundo onde os jogadores operam acima do bom gosto.
Fail. Os links, então:
- Vincent Proce, ex-Midway, revela arte conceptual para o projecto que iria recomeçar a série Mortal Kombat.
- Matthew “Mr. Wasteland” Burns olha para a situação “Metroid Prime = Citizen Kane” e escreve sobre o processo adolescente de descoberta própria que os videojogos – e os jogadores – ainda precisam de atravessar. Curto e directo ao assunto.
- Modern Warfare 2, um pequeno jogo independente sem atenção mediática ou apoio por parte de uma editora de peso, foi lançado. Chocante, eu sei! Tem estado em todo o lado nas notícias. No Rock Paper Shotgun, Alec Meer fala sobre a mega festa de lançamento e pensa um bom bocado sobre o jogo. Entretanto, o Kieron olha para um certo nível e diz que é uma treta (não posso dizer que discordo). Lewis Denby no The Daily Scoundrel e Phil Cameron da Resolution Magazine também se debruçam sobre a controvérsia. Um mês depois de toda a gente ter passado por cima do assunto, também tive algo a dizer.
- Ainda no balanço de MW2, um momento de génio da EdgyGamer. A resposta da Activision é a cereja no topo do bolo.
- “Esta alforreca era como um extra-terrestre“.
- Live Action Plants vs. Zombies. Não, a sério.
- Simon Parkin fez batota no jogo da vida e fez uma cópia de segurança de si próprio. E parabéns, claro.
- Devil’s Tuning Fork. Tipo Rez, mas com um radar de morcego e menos Kandinsky. Vale a pena ver e experimentar.
- Adoro quando um remake dá certo. OU SERÁ QUE DÁ?
- Sanitarium, um jogo de aventura que mais pessoas deviam ter jogado, foi relançado pela Good Old Games. Foi o primeiro jogo onde precisei de um guia devido a puzzles terrivelmente obscuros.
- Quintin Smith tem escrito um guia sobre Coisas Que Não Devem Ser Ditas no jornalismo de videojogos. Aqui estão a parte 1, a parte 2 e a parte 3.
Ou assim ouvi dizer.