
Então leiam este artigo que encontrei no Cracked.com.
O artigo é brilhante e hilariante… e realmente faz-nos pensar, sobretudo aos Pais que também são Gamers…
Deixo-vos aqui umas quotes do artigo só para vos aguçar o apetite e uma pergunta para lançar a discussão deste tema:
There was no cause for alarm at this point, all I knew was that this was one of the 95% of video games that involve murder — even Mario kills dudes. We crossed that line a long time ago.
Then, an hour later: “Dad? What’s a ‘used condom’?”
(…) I witnessed my six or seven year old character get shot in the chest and blown out of the top of a castle tower. My son giggled and said, “I love that part.”
Como supervisionar o nosso filho enquanto joga?
Existe algum “truque” que funcione?
Devemos ser liberais e dar-lhes a opção de escolherem os jogos que querem jogar como nós fizemos durante a nossa infância/adolescência?




[...] Note to self: Não é fácil cumprir o que eu disse no comentário a este Post. [...]
Foi o meu pai quem compro as minhas primeiras consolas e ainda dedico algum tempo de jogo comigo, relativamente a escolha de jogo para meu filho, sempre vou ter um olho nos jogos que joga, não se pode deixar tudo em aberto.
Falando da minha experiência só posso aspirar a que a infância/adolescência do meu filho seja mais próxima de mim do que a que tive com o meu pai.
O meu pai nunca foi apegado a jogos (como a maioria dos pais da geração dele), não que eu nunca o tenha incentivado, porque até tentei, mas a desculpa no spectrum é que jogar jogos de carros com teclas é “parvo” com um comando é que era… mais tarde, já num pc e com comando a desculpa é que guiar um carro com um comando era “parvo” com volante é que era… Certa vez experimentou um volante… e disse “isto não presta para nada um carro a sério é que era”… Não foi por falta de incentivo, mas a época era outra e eu acho que o bichinho dos videojogos ou cresce desde cedo ou dificilmente será algo que se mantenha na vida adulta.
Espero que, com o crescer do meu filhote (quase 4 anos) possa partilhar com ele muitos videojogos, isto se ele gostar obviamente, pois não o forçarei a tal. Se gostar, tentarei supervisionar os jogos que ele joga da melhor forma que conseguir, no sentido de que ele jogue apenas jogos indicados para a fase da vida em que se encontrar.
Mas todos sabemos o quanto dificil isso é… eu falo por experiência próprias, pois jogava Cafe Paradise com uns 9/10 anos no velhinho Spectrum… e arranjei-o numa loja com a maior naturalidade do mundo, como se de um Pac Man se tratasse.
Os pais actuais (de 20 e 30 anos) devem ser na sua maioria gamers ou com uma perninha lá.
Provenientes do mundo spectrum, nes, megadrive, snes.
O mundo quebra barreiras com os preconceitos (o preconceito de jogar consola), via tendências geracionais.
São os filhos, uns afortunados, porque referências ao pacman, streetfighter, sonic, mario, final fantasy, não faltaram. Quando eu fui miúdo, os meus pais, o único que me mostraram (em grosso modo) foi o limitado pião com cordél, e uns puzzles.