
Quantos de vós é que nunca entregaram um jogo usado numa loja para abater no preço de um jogo novo? Falo por experiência própria que já o fiz… e arrependo-me no minuto seguinte a sair da loja.
Arrependo-me porque sei que o “DEI” à loja para que eles ainda fizessem dinheiro com ele, metendo-o à venda novamente a um preço de quase novo em muitos casos. Eu sei que as lojas nascem para gerar lucro, mas em certas situações parece um roubo escandaloso para o Gamer.
Ora atentem no que vos digo: vocês vão comprar um jogo, pagam 70 Euros (+ ou -). Acabam o jogo… ou o jogo acaba por se revelar não ser grande coisa (80% das vezes…). Desiludidos ou não, pegam nesse jogo e levam a uma Gamestop, Game, Gamestage ou whatever… e entregam-no para abater no valor de um jogo novo que vão comprar… e “recebem” cerca de 1/3 do valor do jogo se fosse novo… Façam a conta… recebem cerca de 25 Euros. Tudo bem ao menos não ficaram a arder com com o dinheiro todo que gastaram num jogo de qualidade duvidosa que nem 40 euros deveria ter custado… mas a loja… vejam bem quanto é que faz com o jogo. Recebeu 70 Euros por ele, depois dá 25 por ele… ou seja faz 45 Euros com o jogo… mas depois vende o jogo usado a 50 euros e picos… Ou seja a venda de um jogo pode ficar para a loja quase a 100 Euros.
Ok Ok… depois também ficam lá com alguns jogos empatados nas prateleiras que ninguém lhes pega… realmente é um facto, mas não me parece que esses jogos empatados lhes retirem o lucro, apenas atrasam a chegada desse lucro enquanto lá estão.
E como é que funciona o imposto sobre esta segunda venda? Está legislado isto? É feito pela porta do cavalo?… É uma questão que me levanta sempre grandes dúvidas.
Cada vez menos entrego jogos nestas lojas. Sinto-me roubado/abusado… só me apetece tomar um duche frio de seguida. E vocês? Costumam entregar jogos na compra de outros?




eccellente oleval mi ilamaglo te peder raclireis idimpede. ingratos te cidespes cledamo nos ssazancia o pexudir rabacurgu pavinses bien.
O enghedi é que faz bem compra a edição de colecionador e guarda.
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A uns tempos vi uma edição de colecionador no ebay do world of warcraft fechada sela sei la aquilo parecia ouro com diamantes hahaha estavam a dar 3.600 dolares por aquilo.
Eu por acaso já tive numa de vender jogos mas depois pensei epá um gajo vai vender ok recebeu a guita e compra outro e esquece se do sacrificio e valor do jogo que vendeu.
Prefiro ter na parteleira a ganhar pó hahaha.
Também apercebi me que em novembro é um periodo bom para comprar jogos a pessoal que queira vender porque dá para afanar nos preços
Muito boas intervenções!
@ Punisher:
Mas, e se a maioria do pessoal não tiver paciência para procurar por boas oportunidades de negócio (seja compra ou venda) de jogos em segunda mão? O que fazem? Lojinha com eles a 1/3 do valor. Costuma ser assim ou não?
@ Enghedi:
Será que o teu espírito de dedicação e devoção aos jogos (pela forma respeituosa, como os cuidas e preservas), se aplica às massas? Compram as massas o mais caro ou o mais barato? (Merchandising e produção cuidada duma edição especial vs jogo normalizado). Estará a maioria preocupada com a lomba de um jogo, o seu espaço numa prateleira, e o pó que apanha ou deixa de apanhar?
@ Eu:
Eu não faço por ter mais do que 20 jogos na prateleira, e os que tenho não vendi na altura certa, e agora só me dão uns míseros euros. Ando aqui a arrastá-los, se é que me entendem. Por isso é que a cópia/backup é mais fácil de ser colocada no lixo, emprestada (sem “v” de volta), ou armazenada algures longe da vista.
Nisto o online tem “culpas”, porque deixei pura e simplesmente de me dedicar aos jogos no formato tradicional: campanhas. A paixão foi-se em prol de jogar contra alguém do outro lado.
Eu sou coleccionador, logo a minha opinião tem de ser tendenciosa. Eu não vendo jogos. Já troquei sim, mas vender não. A única vez que pensei em fazer isso, passei por uma Game e levei uns jogos PS2 pelos quais me queriam dar 1 euro… UM EURO… Ora bem, 1 euro não paga a minha deslocação e de certeza que não o iam vender a 1 euro, nem 10… Fui completamente insultado, nem foi pelo real valor do jogo, mas pelo desdém que me ofereceram um valor injustíssimo. Mesmo os jogos mais recentes não vos pagam nada de assinalável por ele. PIOR! Se o jogo tiver hype negativo, por mais recente que seja, inflaciona e muito. Por outro lado, o jogo que é comprado, no meu caso, é usado por mim. Até posso cuspir nele ou passá-lo pela minha púbis… sei lá o que andaram a fazer com o jogo… Era assim nos videoclubes também… mas ao menos aí a cassete não era nossa.
Há ainda outro factor importante que é a garantia. Ninguém dá garantia por jogos usados e já li algures que não aceitam devoluções. Agora estão com a questão do selo do IGAC… eu tiro-o quase sempre… E quem não o tira? É uma parvoice…
Por último, há que assinalar que eu ou tenho edições de coleccionador (fallout new vegas, bioshock 2, Enslaved, Fable III, etc) ou tenho cópias de promoção… por isso, é complicado vender esses jogos.
Isto é muito subjectivo, para nos “Bixos” da internet que todo o sabemos é fácil encontrar bons “deals” mas nem toda gente tem a possibilidade nem a paxorra de andar a postar seja o que for, na internet, por tanto sempre ficam a recuperar algum dinheiro e não ficam com jogos apanhar pó nas prateleiras!
Bom post!
Realmente eles dão 1/3 do valor, e é preciso estarmos sempre atentos às datas, pois dum dia para o outro o valor que eles oferecem pela aquisição do jogo em segunda mão, pode baixar imenso.
Agora, que a EA implantou o serial number para se jogar online, vai aumentar a dor de cabeça de quem compra jogos em segunda mão, pois se esta lógica vier para ficar e se massificar, no futuro compraremos jogos em segunda mão… para jogar apenas offline (claro que acabaremos por comprar o código à parte).
Li algures, que 80% das GAME no UK estão a fechar. O comércio digital e distribuição online estão a chegar em força. O fim das lojas físicas, ou o seu quase desmantelamento total está eminente.
Serão paradoxalmente os jogos em segunda mão a “safarem” estas lojas, algumas, porque a maioria não vai sobreviver à compra online.
A meu ver é simples: basta adaptação do mercado à realidade, é esse o segredo. Por isso é que o cinema morreu para o divx, (e se inventou o 3D para cobrarem “roubarem” ainda mais, mantendo os lucros do costume), por isso é que as lojas de revelação de fotografia morreram, e as que sobreviveram, dedicam-se agora ao álbum digital do casamento e filmes porno caseiros (hahaha).
Uma loja de jogos, poderia realizar torneios, e incentivar um negócio REAL e INTERESSANTE para os seus clientes, como no UK, onde os jogos têm um valor – tanto para quem vende, como para quem compra – mais real e honesto, e assim estimula-se todo um mercado de segunda mão.
Se os miaus e outros fossem menos “chatinhos” com as taxas, e burocracias, e tempos perdidos nestas vendas assíncronas, acredito que as “famosas lojas” de jogos não tivessem metade de pessoas a venderem-lhes os seus jogos por 1/3 do valor.
Vender jogos usados quase na totalidade das vezes nunca compensa vender nas game’s e etc, agora vender em fóruns e por ai fora em que se confie vale a pena