- Porque é que comprei a X360?
- Quê?
- Xis Bóxe trezentos e sessenta!
- Ah! Ok! Não sou burro!
- … És Fail.
Fail?
* A imagem Fail, tem um Fail, descubra o Fail se faz favor.
Ou não?
Caro senhor fanboy da XBOX360, defenda-se! É agora ou nunca. Ora explique lá, o anti-Fail.
1 – Olhos esbugalhados e gajas “em ácidos”:
2 – Razões superficiais de “moi”:
Vejamos a PS3. Percebendo a PS3, inevitavelmente justifica-se a aquisição duma XBOX. (caso não sejas fanboy, e caso na tua turma tenham todos uma PS3 e te façam mal por tentares ser traquinas):
- Estética – o “velho” está na moda, gosto do conceito de jarra anos 50.
- Pó – o pó acumulado na PS3 é notório, assalta a vista, a Xbox elite preta ou branca, passa despercebido o pó acumulado.
- Backups – continuará a ser MUITO mais fácil/acessível e intuitivo correr backups na xbox.
- Labregos no online – na PS3 são sobretudo portugueses (espanhóis e dependendo da hora, ingleses) e percebem-se, na Xbox são americanos ou ingleses, não incomodam metade do estorvo que é ouvir bimbos/labregos/bullys/wanabes portugueses.
- Amadorismo/Geekland/Noobalhada/casuais ao acaso – A conjugação do país da sony (Portugal é sonyland) com um online gratuíto, implica uma maior probabilidade de “apanhar” com estes seres. Sim, têm o direito de jogar e aprender a jogar, mas normalmente nem sabem as teclas, e nem estão preocupados com isso.
- Incapacidade (por falta de programação… mas tudo na PS3 é falta de programação. Dizem que é a melhor consola a nível de specs… dizem… falam da dificuldade da programação do CELL… é difícil… dizem) de gravar os jogos para o disco, e corrê-los de lá, mimizando leituras, acessos, RUÍDOS, e a lente…
- Dashboard manhosa, pouco digna para uma consola de jogos. Pouco ou nada foi feito para alterar a estética de interface de telemóvel.
- Factor competitivo online – Jogar PS3 é jogar numa liga inferior, por muito que digam o contrário, é comparar as GB´s e afins. 10 a zero.
- Factor “Cool” – Não é cool não jogar na Xbox.
- Grafismo/lettering/marketing internacional – 10 a zero numa para a Xbox. Excepto o “pokemon effect” que causa a histeria da criançada com poucos anos acima da primeira dentição. O Pikachu sozinho abafa esta inércia da Sony em mostrar o justo, e o justo é Abba e Karaokes, e bolinhas… E “homes” de predadores sexuais…

Factor principal: O factor PORT. Não é Portugal, não é uma porta, é mesmo a portabilidade da coisa. Toma daqui e leva para aí, clona-me! Clona-me com força! Ups, ficas-te com a silicone de fora e o nariz torto, desculpa Sony. Fofa! (Mudando de assunto) E o GT5? A PS3 é uma consola para ler filmes à lareira e/ou cobertor por cima do lombo, e dar uso às multimédias, isto fará feliz as donas de casa enjoadinhas. Infelizmente o factor PORT, implica jogar em jogos capados, RALENTIZADOS, com frame rate aos soluços, resoluções e texturas abaixo do original, sombras que não existem, etc… quase sempre. É como dormir num vomitado, é tépido ao princípio mas depois esfria, e queremos sair dali. Bug, bug, bug. A consola “bug” já me seduziu mais. Sendo dono das duas rivais, não aceito manter a consola “bug”, enquanto espero pelo Killzone ou Resistance. Não vejo mais nenhum jogo que me obrigue a mante-la por perto. Há excepções de não-ports ou ports-melhorados, mas são tão escassas que não justificam falar delas.
Exemplo crasso: MW2 numa e noutra consola… ralentizações impensáveis na consola “bug”.
Factor futuro: A sony não sabe nada de onlines, ok, sabe um “poucochinho” mais que de Mini Discs. A “s”ony mente em relação a quase tudo (vejam o GT5). O nervosinho nipónico decalcado em parte da Nintendo, está lá.Nunca abrem o jogo.
O futuro passa pelo STREAMING e não pelo blu-ray. O futuro passa pelas redes sociais e pelo uso/abuso devidamente SEGURO dos clouds. A Microsoft dá 100 a zero nesta área.
O futuro serão os 400 milhões de casuais que agora mesmo jogam farmvilles, o futuro será portátil, seja Tab, seja smartphone, jogar-se-à em todo o lado. Grandes consolas têm o fim à vista: streaming de renders feitos lá longe, e uma TV inteligente, com conexão a tudo o que mexe lá em casa.
Sony, sabe vender tv´s, é um facto, de resto… safou-se (com toda a sorte do mundo num projecto que nem era destinado à sony…) com a PS1/2 (impulsionada pela pirataria sobretudo) e ficou o estigma até hoje.
As pessoas dizem “playstation”, não a consola, mas a ideia subjacente ao jogo. E sendo assim, Portugal só conhece a “play”.
Factor fanboy: Um fanboy da Sony… irrita-me. Um fanboy da Xbox, alegra-me o dia.
Esteriotipos, e (des)argumentos fazem pender a balança mais uma vez, para a XBOX.
3 – Dança, Dança, Dança, sem dildos:
4 – E por último mas não menos importante… mais razões super superficiais (tão superficiais que a SONY não lhes deu valor nem imitação):
- Chat group, para quando? É gritante o tempo de espera por esta funcionalidade à muito implementada na XBOX.
- Quem diz Chat Group, diz falta de meios para socializar na PS3… Como é que eu adiciono e contacto amigos de amigos? O efeito “quarto escuro” da consola “Port” é nefasto, e responsável pela falta de madurez e competitividade na PS3. Só agora, começam a aparecer clãs (um bocadinho mais a sério, um bocadinho mais organizados) de FPS. A PS3 puxa pela criatividade de sobrevivência do gamer, e de que forma!
Factor “Deixa cá ver o que tenho aqui para comparar… Ups é o FIFA!”
- FIFA11 nas duas consolas… é um abismo de diferenças: desde a imagem baça, e a “serradura” clássica à volta dos contornos dos jogadores (usando cabos com características iguais, aliás Componentes), até às ralentizações do costume. A consola “Port” perde mais uma vez.
Factor MW2 outra vez, porque eu sou assim, “Éfe Pé É Sér!”;
- MW2 (parte 2): A resolução gráfica… Na XBOX vejo e distingo MELHOR, os elementos do jogo ao longe
- O preço da consola! Uma XBOX360 em segunda mão custa 89 euros na GAME!
- O online de jogos desportivos (nomeadamente o NBA2K11 e NBA2K9). Consigo jogar na XBOX contra Norte americanos, já na PS3, é para esquecer mesmo: ou vão abaixo porque o sistema do jogo analisa o delay e interrompe o jogo, ou então, o jogo começa numa situação impossível de ser devidamente jogado.
- O “efeito XBOX”: normalmente os DLC´s, demos, betas, JOGOS, saiem uma semana antes (ou mais) na XBOX.
- O efeito “consola multimédia” e consola “Port”… Com o tempo, comecei a olhar para a PS3 como um vídeo de sala. Já nem me dou ao trabalho de mudar os cabos. Para quem possui as duas consolas, acredito que este estigma mais cedo ou mais tarde se instale, por muito que resistamos ao prazer de jogar PS3 no passado.
- O efeito “PS3 lá fora”… é inexistente. A maior parte dos emigrantes portugueses, joga XBOX, a maior parte dos gamers internacionais que conheço, jogam XBOX. A PS3 como fenómeno latino, e nipónico, é credível, mas fora desta esfera, parece-me que é mais um gadget/peça de decoração do móvel Ikea do que uma consola.
- O peso “blu-ray” a mal ao bem vai “enterrando” a PS3. É um erro o blu-ray… discos de 50 gigas, que supostamente traziam as traduções para várias linguas e conteudos adaptados, que agora… (devido ao “medo” recente da Sony pela pirataria), vão deixar de ter sentido com a distribuição e produção de jogos por zona geográfica. E a compra online = stream online, matam de vez o Blu. E quem fica a arder? O blu tornou-se uma falácia. E com o .MKV cada vez mais standarizado, a PS3 está a perder pontos para um simples disco multimédia externo.
Lembrei-me agora de outra razão, importante até: O COD4 agora! Ainda continua a ser uma referência no FPS.
Adquiri os dois COD4´s recentemente, obviamente para a PS3 e XBOX360. Não me surpreendeu em nada, que há menos jogadores por lá, e que o online piorou (já era mau, agora está…). Mais uma vez: pouquíssimos jogadores na PS3 (chego a esperar imenso tempo), e se não sou o HOST joguei sempre com 2 barras amarelas, escusado será dizer, que as barras no COD nada dizem do jogo, mas sim a experiência de dezenas de dia de jogo. Constatei que aquelas duas barras, parecem-me que equivalem a uns 300 de ping para cima. Horrível. Já na XBOX… joguei quase sempre com 3 e QUATRO barras, e mais uma vez, senti muito menos ping, mesmo MUITO MENOS. Deu-me gozo! Acabei claro está, por ir devolver o jogo de PS3 à loja. Razão: injogabilidade.
Começo a achar que a vantagem da PS3 (antiga) reside no número de portas USB, contra as duas da XBOX360.
Just remember, Kids:
Quanto ao SIDSIDSID, desde que ele foi ao tópico do Heavy Rain há uns tempos dizer o que disse, que para mim não tem qualquer credibilidade e é apenas um jogador de FPS online e o resto não presta, nas palavras dele.
In Eurogamer





Seja como for, em maio-abril a lei do digital vai avançar, e ao que tudo indica, seremos uma nova França. O sigilo dos ip´s onde acedemos será disponibilizado pelos nossos ISP´s.
Asssim controlar-se-à esta comunidade portuguesa ávida pelo “sacanço”. Multando-a aleatoriamente, e dessa franja de mártires, a SPA irá rejubilar.
Acham que vai resolver alguma coisa? Eu sou do tempo, em que não havia banda larga, e a “pirataria” por cá, funcionava de uma forma que fazia lembrar a taxa de vendas de software legal de Singapura (1%).
Os métodos tradicionais de venda, não funcionam, pelo reforço das leis, ou funcionam? São os portugueses, tão desobedientes que mereçam ser tratados como atrasados mentais?
Tradição (mantida pela coacção de uma lei absurda), ou adaptação/mudança à realidade (via novas formas/métodos de vendas aos clientes, ora focando um online pago, ora focando o DLC, e outros)?
Abraço
A sociedade mudou. As tecnologias vieram alterar “as regras do jogo”.
As empresas queixam-se da pirataria… Não ganham dinheiro suficiente para enriquecerem ou simplesmente existirem em auto-gestão. Não sei, não faço ideia. Não sou ingénuo, portanto não confio em especulações.
Se a empresa X, quer manter o controlo total e garantir os 100% de retorno da sua obra/produto, a empresa X, deveria adaptar-se a esta nova sociedade. Não se admirem que os “clientes” não comprem, devido ao facilitismo do “click” com o rato num torrent. Aliás, é até bem mais fácil esse click que todo o processo de compra online/real. O cliente até pagaria de bom gosto, mas dá tanto trabalho… O “cliente” é preguiçoso e comodista… é mais fácil “sacar” um álbum do que comprá-lo online, é mais fácil “sacar” o mesmo álbum do que ir procurá-lo numa sub-pasta algures no disco externo, e continua a ser mais fácil, “sacar” pela terceira vez o mesmo álbum, do que ir procurá-lo à sub-pasta já conhecida. Com isto quero dizer, que temos velocidade altissimas, logo não esperamos despender tempo em processos que deixaram de ter força perante o exímio “click”.
As empresas podiam aprender um bocadinho dessa realidade.
O senhor engravatado que sempre ganhou lucros de dinheiro, vê-se agora perante o paradigma das tecnologias (ao alcance de todos) e do acesso à informação (total e banal), é preocupante a percentagem de pirataria versus vendas legais, é. E o que o senhor engravatado fez? Queixou-se, chorou, e inventaram os DRM´s. Pouco mais. Há aqui uma falha intelectual e práxis.
A sociedade mudou. Deixamos de ter só e apenas informação, para agora a banalizarmos e descartarmos. Qual o sentido destes textos encadeados? Estamos a críticar quem não compra, mas copia e a seguir deita fora, não sendo declaradamente um potencial cliente? ou estamos a criticar quem não compra e copia e se diverte no processo, e isso enfurece quem produz e não rentabiliza? Ou apenas colocar tudo no mesmo saco, e são todos culpados?
Se querem ganhar dinheiro, adaptem-se, inovem, e obviamente façam produtos de qualidade. Não estejam à espera que uma realidade de há 20 anos atrás, dê frutos outra vez, porque não vai dar.
Quem não compra, copia.
Quem compra também copia.
Não há santos em nenhum lado.
Voltando à “pirataria”: é um bónus de marketing, ter os piratas a fazer publicidade gratuíta aos jogos. Chegam a todo o lado (boca a boca, fóruns de opinião, trocas entre vizinhos, etc), são conhecidos. Este processo não é invisivel.
Nope… os potenciais clientes de jogos que cometam o acto da pirataria não vão comprar o jogo se podem ter o mesmo jogo por nada… Quem depois comprar o jogo mesmo acaba ostracizado e contam-se pelos dedos das mãos quem o faz por consciencia. Novamente te digo Sid, amigo, não é essa a verdadeira acepção da realidade. Digo-te de consciencia plena que a pirataria faz muito mal a Portugal e eu sinto isso na pele como agente de venda de software. Perco milhares de euros por causa das borlas dos torrents e imagino que muitos mais milhares percam as empresas que se dedicam em exclusivo ao mercado de entretenimento.
“Os potenciais clientes de jogos, continuaram a ser potenciais clientes de jogos”. Obviamente aquisição (compra) do produto que a empresa disponibiliza (vende), continuará a ter clientela fiél, livre e de espontânea vontade.
Nem toda a gente gosta da mesma coisa, nem toda a gente “compra por comprar”, e também há o inverso, com isto quero dizer, que o mundo é heterogéneo, não
é por causa dum punhado de miúdos que gritam do alto da pujança dos seus pulmões o quão radicais são com os seus downloads dos fifas que eu vou aceitar/entender uma caça às bruxas, aliás, acho até normal: faxas etárias novas, não têm dinheiro nem capacidade de perceber valores societais, óptimo, “saquem”, joguem, não chateiem.
Sou contra a imposição do mercado fechado. Os tempos são outros: evolução directa do pay per view e dos sharewares/betas/demos, habituamo-nos TODOS, ao preliminar da coisa. A compra implica um momento racional de julgamento, que a anteceda, e isso é bom, é saudável. Desta interacção nascerá um espírito de consciência e responsabilidade na aquisição do jogo. Evita-se os neologismos barrocos e simplistas de há 20 anos atrás: “comprei aquele jogo, porque era o mais barato, e os outros são todos iguais”… Mas porque o comprou mesmo? “Porque só tinha dinheiro para aquele, logo tinha que comprar o jogo que me desse mais tempo para o jogar”…
Completamente ao lado (sem qualquer sensibilidade perante a “obra intelectual” mas sim perante o mundo em si, é o ponto de vista macroeconómico, nem me chateia muito a existência dos “piratas”, porque o principio mercantilista da nossa sociedade capitalista assenta na fluídez (transição de mão em mão) do dinheiro, repara que se o dinheiro não flui pela compra do jogo, fluí pela compra de material para fazer cópias. Nesta sociedade o dinheiro não pode é ficar parado, que é o caso.
Esta é a verdade dos factos. Quem comprava jogos vai continuar a comprar jogos.O principio do cliente satisfeito, implica a máxima: “depois de algo consentido, não há volta a dar”, isso passa-se com os preços dos produtos. Um cliente aceita que o preço baixe, não aceita jamais, que ele torne a subir depois de baixar. Com os jogos é a mesma coisa: se existem cópias na internet, e as experimento para decidir se compra o jogo ou não, não aceita que esse método essencial, lhe seja retirado… em prol dum castigo tenebroso imposto à sociedade toda, devido aos tais miúdos radicais citados atrás.
A informação é de todos: evoluam, melhorem se querem realmente viver disso. O mau não vende. O medíocre também não. O mercado de segunda mão é dum canibalismo feroz e rende dinheiro na totalidade à lojinha que nada tem a ver com o “artista”. Sejamos conscientes que o futuro é o ONLINE, o STREAM, o CLOUD. A época da “rodela física” acabou, e pouca “têta” tem para mujir. O leite acabou, e não foi agora.
Não aceito voltar ao tempo das cavernas e caça às bruxas.
Termino como comecei:
“Os potenciais clientes de jogos, continuaram a ser potenciais clientes de jogos”.
Antes, agora e no futuro, quem compra, sabe porque compra, e não deixará de comprar o que gosta.
Abraço Enghedi!
Não concordo com isso, desculpa. É tentar pintar um quadro bonito de uma coisa que não pretende ajudar ninguém mas apenas criar um atalho que, como todos os atalhos, acaba por desvirtuar o todo. Podes ter os teus ideiais, mas para defender os teus ponto de vista em relação á Pirataria tinha de aceitar os que querem borlas e os que fazem vida do ilícito. Pelo meio estão os que gastam alguma massa jeitosa para desenvolver jogos. Se tivesses a perspectiva dos lados todos e não só a tua, talvez não pensasses assim.
A tua é: Liberdade para escolher experimentando o ilícito para fomentar e apoiar o lícito. É remoto, mas tem o seu que de paladino…
A dos slackers é: Jogos grátis…
A dos bizness men é: Jogos grátis que ainda ganho dinheiro com eles nas feiras…
A dos putos é: Jogos grátis que o meu pai não compra…
A das Software Houses: Jogos que nunca vou vender e possivelmente desmotiva-me a fazer mais porque um mês antes está nos torrents…
Uma coisa é aceitar. As SO aceitam que exista esta realidade, não há volta a dar. Outra é compactuares com esta realidade por generalizares que toda a gente usa os tais “backups” com os mesmo ideais altruístas que empregas na explicação.
Ao contrário da eurogamer que citas acima (lol, btw) eu sei com que intenção dizes isso e sei que é genuíno e admito que tenhas razão na tua lógica. Só não concordo com a tua abrangência do conceito e a lavagem muito profunda ao que é nitidamente ilícito e com fins ainda mais ilícitos.
A “pirataria” estimula as vendas, estimula a publicidade do jogo. A própria pirataria é uma vertente de marketing das empresas. As cópias/backups são normalmente betas ou versões adiantadas do jogo antes da sua fase de retalho, e são postas cá fora por alguém de “dentro”.
Agora se o jogo, aliás, o produto não apresenta mínimos de qualidade, não há santo que o salve, a não ser o HYPE e mediatização que as revistas lhes prestam (o velho paradigma do jornalismo gamer, que de honesto pouco tem), em prol da sponsorização, e o mundo está cheio de exemplos de jogos medíocres/maus, que singraram devido ao sofismo editorial das revistas.
Mais uma vez caro Enghedi, um mundo aberto implica aceitar as tendências do mesmo: o acesso à informação digital é uma característica dominante deste século, nesta sociedade do conhecimento. Os mercados souberam ou não souberam adaptar-se.
É saudável que todos estejam envolvidos no processo.
Os potenciais clientes de jogos, continuaram a ser potenciais clientes de jogos, com mais rigor e selecção, via honestidade intelectual. Quem não mantiver os critérios de qualidade, arrisca-se a perder o barco.
Abraço
Sid, tens consciência que esse pretexto é demasiado frágil para sobreviver ao facto da vasta maioria a roçar a totalidade simplesmente querer o jogo a custo zero? Ou não? Eu não digo que sejas um deles, mas decerto não me vais dizer que essa forma de pensar gera um movimento honesto de “testers”… ou vais? É que se achas que é assim ou és ingénuo (sei que não és) ou estás a escamotear o facto da pirataria ser uma questão preocupante que prejudica o gaming… É que podes ate ter aí argumentos válidos, mas não é isso que justifica a pirataria se os outros 99% querem é borlas…
caro Enghedi,
- A primeira que salta a vista do que disseste são os backups. Não percebo onde é que a Pirataria é positiva para o mercado dos videojogos, mas enfim. É tipicamente portuga ter a cassete pirata ao CD… eu como não entendo isto, relevo para segundo plano…(Enghedi, 2010).
Eu não dou suporto à pirataria, mas sim o fair use: Uso académico no acesso à informação, para fins finais de educação. Quanto aos jogos, é muito fácil identificar o PLUS que é a “pirataria”, mas que pirataria? Pirataria é o acto de fazer dinheiro com cópias, não é dessa pirataria que me interessa e que condeno, é o próprio BACKUP/CÓPIA revelador dos aspectos do jogo, e que permite ao gamer:
1 – testar e fazer análises válidas sobre o jogo, ainda antes dele sair;
2 – dá autonomia de acesso ao gamer aos jogos, em vez do circuito viciado, elitista e exclusivo dos “mesmos de sempre”, e nisto saímos todos beneficiados… banda larga, abertura a todos;
3 – testar o jogo e comprar o jogo, não há melhor forma de dar justiça ao cliente no acto de compra.
Portanto, acho que é claro, que a “pirataria” (que eu abordo) é saudável a todos, quem vende, quem compra, e a opinião pública. Uma consola sem “pirataria” é uma consola fechada, que funciona por “feudos”. Não há melhor indicador/medidor que a própria “pirataria” que existe à volta das consolas, e há até relações directas: consolas tradicionais (que apresentem só ferramentas para jogar) sem pirataria tendem a morrer/esmifrar a longo prazo.
Abraços!
Só me apercebi deste artigo depois de fazer o meu acerca do Kinect e o Jeremias ter feito o link de interesse para este. Por isso peço desculpa ter entrado só agora no debate.
Não me considero fanboy, mas também não sou indiferente e não sou cego. Dificilmente entro em debates imberbes acerca da “melhor”. Mas realmente, SID, não posso concordar com a inteira dose de porrada que deste aqui na PS3 e vou-te só dizer uma coisa. Eu tenho as duas consolas, não consigo achar que uma é melhor que a outra, simplesmente são conceitos de unidade diferente. Mas há certas coisas que dizes que não fazem grande sentido e passo a explicar:
- A primeira que salta a vista do que disseste são os backups. Não percebo onde é que a Pirataria é positiva para o mercado dos videojogos, mas enfim. É tipicamente portuga ter a cassete pirata ao CD… eu como não entendo isto, relevo para segundo plano…
- Eu limpo o pó tanto na PS3 com na minha Elite por isso acumulação de pó como argumento não pega…
- Ports, dou-te razão, é verdade, mas além de ser impossível comparar para quem não tem as duas consolas, a oferta de exclusivos na xbox não consegue fazer braço de ferro com a PS3 pelo que não será por aí que a Xbox vingaria em Portugal. Halo, sim é bom, mas se não for Gears of War, a xbox só tinha um bom título exclusivo… No caso dos ports, sim é verdade que a PS3 sofre por isso, mas vais atacar a consola porque? O problema está na editora que não sabe portar…
- Depois há o onlline, a labreguice… Eu tenho mute nos jogos… não os ouço, já o lag o sinto e muito. Para quem joga COD eu prefiro ficar com os labregos calados que com os superfinos labregos americanos lagados a falar ou calados.
- Argumentar com as campanhas agressivas da Microsoft e “exclusivos temporários” é dizer que a FIAT é melhor porque entrega os carros mais cedo… er…
- Bluray Vs Online… eu acho que neste ponto falta-te alguma informação. O mercado BluRay está saudável e está a tomar de assalto o DVD que morre lentamente. Quanto ao espaço “a mais”, duvido que seja mesmo a mais. É que a Xbox queria enfiar o HDDVD a todo o custo e falhou…. é o minidisc da Microsoft… a ideia do streaming é directamente proporcional ao factor tempo em que um dos tais “labregos” que falas não vai esperar 3 horas para sacar e jogar um jogo. Infelizmente a PSN está já cheia de jogos on-demand e parece-me que os conteúdos online vão mesmo vingar, o que é que tem a xbox a mais neste campo? nada, estamos a usar DVD. Se vamos dar pontos por promessas, não estamos a falar de nada em concreto mas apenas de potencial e aí estão as duas a par uma da outra. Não consigo ver onde pode ganhar 1000 a zero… até está em perda porque os jogos feitos para PS3 tem de levar downgrade para caberem num DVD na xbox.
- Eu não sei que mod tens na tua Xbox, mas o dashboard é intragável, sempre foi. O da PS3 é menos mau mas é também feiote, mesmo assim é muito mais rapido de navegar, intuitivo e fluido que o da xbox em que se perde meio-dia, mas isso são gostos SID, não são argumentos… A ergonomia da Sony é superior ao que a Microsoft chama de interactividade com uma coisa abominável chamada Windows e que empresta muita coisa a Xbox… infelizmente.
Não leves a mal a observação, mas quando criticas os fanboys da PS3 estás a criticar-te a ti mesmo como claro fanboy da Xbox. Eu sei que usas de sarcasmo, mas não cabe na minha cabeça a ideia que tu, TU SID, entres neste debate onde sabes tão bem como eu que a maioria dos casos são questões de experiência, gosto e preferência pessoal.
Quanto ao MOH não sei, mas é bom que os jogos multiplataforma não saiam sempre primeiro e por norma na mesma consola.
Se não têm condições para mantê-los iguais, porque e´que cobram preços iguais? Bem sei que quem tem apenas uma das duas consolas, não dá importância, mas quem tem as duas, acaba por comprar a melhor versão, ou então naquela onde tenha mais amigos.
um jogo que ficou melhore na ps3 do que na Xbox e’ o ublivion (acho que q’ assim que se escreve)
este jogo era para sair apenas na X mas passado um ano saiu na PS e pelos vistos dizem que os graphicos sao melhores do que na X porque eles melhoraram.
e acho (ACHO) que o novo MOH tem melhores graphicos porque foi criado na PS e nao na XBOX
Oblivion não joguei, por isso não posso opiniar.
Nintendo… Bem… é bom que inovem. Mas nisso a Nintendo tem sido capaz de fazer ao longo dos tempos, ás vezes a inovação não lhes sai bem (Virtual Boy) noutras vezes safam-se (Nintendo 3Ds)
Gostava de ver uma PS4 na calha, isso revolucionaria o mercado desta geração.
Dizem que a X360 está a dar as últimas a nível de exigências ao limite, não acredito de todo, mas ao ver um NBA2K11 com um motor gráfico clonado e produto das últimas duas edições, começo a pensar, se não é altura de fazer um upgrade “á la PC” numa nova consola.
Será que na próxima geração vamos ter tudo-tudo com a qualidade visual dum vulgar CGI? Para lá caminhamos a passos largos. E nesse dia, não distinguiremos o real do virtual, vai ser giro.
Kinect já lá estou coladinho, no dia de estreia. Promete, aquele sistema de detecção de cada porção do nosso corpo. Isto mais uma vez levanta outra questão: e o mercado da Wii? Como é que a Nintendo vai responder? Se o “dildo luminoso” do Move é uma Wii em HD, a Nintendo vai ter que se esmerar… ou não, eles gostam de surpreender com utensílios casa de banho cómodos, mas estou curioso. A Kinetc tem tudo para ser o que a Wii não foi: um autêntico ginásio-cardio-fitness virtual, e acoplagem ao Xbox Live… socialmente vai dar que falar.
Jer, um grande Port na PS3, é o Oblivion! Melhora o original.
Por lapso os comentários não estavam activos…
@Sid
tenho de concordar com algumas coisas que disseste, nomeadamente os “PORTs”, não conheço nenhum caso que a versão PS3 fosse melhor que a versão XBOX… realmente melhor. Ás vezes parece melhor… mas não é.
Relativamente ao Stream ir matar o Blu Ray… talvez seja um facto, mas a Sony aproveitará isso, se for o caso, para lançar uma PS4 ou aparelho que contemple essa funcionalidade… a Sony não se deixará ficar para trás.
Relativamente a kinects e Moves, só depois de os experimentar aos dois, e depois de ambos amadurecerem um pouco (patchs e bugs corrigidos) se poderá ter a verdadeira noção do seu valor. Até lá terão ambos apenas e só “potencialidades” a explorar.