Super Smash Bros
Se procuram um jogo para passar uma boa tarde na companhia de amigos, Super Smash Bros é uma escolha ideal. O jogo é de fácil aprendizagem, frenético, permite desde equipas a cada um por si, e oferecendo um modo multiplayer de até 4 jogadores garante-nos uma rápida rotatividade entre jogadores (usando o típico quem perde sai) mesmo que tenham a casa cheia.
Super Smash Bros oferece-nos um conjunto de cenários 2D baseados no universo Nintendo, onde o objectivo é lutar de forma inteligente, fazendo uso dos diversos powerups que vão caindo e do próprio cenário, de forma a conseguir enviar os nossos inimigos para fora do ecrã. A ideia por detrás deste jogo de luta consiste em causar dano ao adversário, enfraquecendo-o com o tempo, ou seja quando mais dano o oponente sofreu, mais dificilmente ele conseguirá recuperar de golpes que o enviam em voos pelo cenário, pois a “duração” do voo aumenta com o dano sofrido.
Um dos grandes apelativos do jogo, especialmente para os fãs Nintendo, é o facto das personagens serem todas caras familiares, extraídas de títulos de grande sucesso da Nintendo, como Mario, Zelda, Pokemon, Metroid, etc. O jogo conta com 8 personagens disponíveis inicialmente e com a possibilidade de desbloquear outras 4. Isto permite lutas bastante emocionantes entre fanboys de diferentes franchises, tendo eu e amigos andado muitas vezes à pancada numa espécie de Mario é melhor que Zelda… afinal de contas o meu Yoshi adorava espancar o capuchinho verde… err, o Link.
Este jogo é literalmente tão viciante em multiplayer que houve um período na minha universidade que só se jogava isto, passando um gamepad a ser uma indumentária necessária. E no meio de tantas horas de vício, aqueles berros, grunhidos, e etc, que tipicamente saíam no calor do momento, acabaram por originar uma palavra nova… o Fatchim, que prontamente registámos para passar o legado.
Só para concluir vale a pena referir também que o som do jogo também se apresenta bastante bom, com músicas que se adaptam bastante bem aos cenários, e que nos imergem em pura nostalgia. Os efeitos sonoros dos ataques, armas, etc, também estão bem elaborados o que aumenta o factor diversão do jogo.
O único ponto mau do jogo, é o single-player, onde o tédio impera, e a única desculpa que arranjamos para o jogar é o facto de ser necessário para desbloquear as restantes 4 personagens.
Para verem a jogabilidade, cenários e música dos mesmos deixo aqui uma run em very hard no modo single player:






















Janeiro 24th, 2010 at 12:24
Excelente post. Ainda bem que a N64 continuou o sucesso de Mario, bem precisa!
Cumps!
Janeiro 24th, 2010 at 14:12
Só tenho pena de não haver uma versão deste jogo na DS.
Março 29th, 2010 at 20:40
O melhor é mesmo o Kirby com o tijolo power e claro melhor mesmo só usar o martelo e vai fatchim para todo o lado, essa grande palavra usada.
Só me lembro de jogarmos na aula de CG, com o portátil escondido e a gamepad a passar de um para o outro jogador, isso é que foram grandes tempos.