O que é uma Review a sério

Posted October 7, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Fiquei a saber agora há pouco o que era uma Review como deve ser. Ninguém se queixa da nota, tudo explicado ao pormenor, a opinião do parvalhão do autor não interfere na leitura, qualquer coisa de engraçado.

Aconselho-vos a ler esta interessante review do Destuctoid sobre o Final Fantasy XIII. Tudo isto foi uma resposta às duras críticas a uma review que deu nota 4 ao Final Fantasy XIII, o autor decidiu levar as críticas como construtivas e achou por bem, como forma de desculpa, fazer uma nova review, agora, ao gosto de todos.

Review Final Fantasy XIII

Para ler e rir, e whatever…

Edição nº2 da PUSHSTART!

Posted October 5, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Yeah! Gostas de jogos? Gostas mesmo de jogos? Gostas de coisas sem ser jogos? Independentemente das respostas, aconselho toda a gente a ler a 2ª edição da PUSHSTART (revista online mensal extremamente interessante, na qual eu colaboro – no entanto, peca por requerer alguma tecnologia avançada para poder ser lida na casa de banho) que continua em alta, todos os meses.

Reitero que procuramos mais alguns colaboradores e estamos sempre abertos às criticas/sugestões/dúvidas e feedback em geral de todo o tipo de leitores.

Sem mais demoras:

Nova edição da PUSHSTART disponível para download ou leitura via Scridb:
http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2

ou download directo via mediafire:
http://www.mediafire.com/?oymnykx9wy2f8w4

Para quem quiser aceder às edições anteriores, aqui fica a colecção com todas as revistas até ao momento:
http://www.scribd.com/document_collections/2605878

Espero que seja do vosso agrado. ;3

[Crónica] Importância de um Bom Line-Up Inicial

Posted October 5, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Crónica

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Crónica 44: Importância de um Bom Line-Up Inicial

Este é o “meu” 44º capítulo como cronista no FNintendo, espero que a qualidade se mantenha, que a malta acompanhe (e leia, importante) e se quiserem, comentar (sempre dá a sensação de não estar sozinho). Como habitual, deixo aqui um pseudo-breve excerto da minha crónica, seguida do link para vos molestar a ir ao site ler a obra completa. Arigatou gozaimasu.

Quero começar explicitando que, na minha opinião, não é o line up, nem tão pouco mais ou menos, que define o sucesso e o futuro de determinada plataforma, longe disso, aliás, estamos a assistir a uma geração de consolas que está a ser bastante duradoura e até agora, ainda não há sinais de sucessores à Wii, PS3 e X360, o que significa que existe um grande empenho nesta geração e que promete uma batalha (metaforicamente falando) bastante renhida. Ora uma é mais popular, ora uma fica mais na moda, ora uma é buéda fixe, ora agora deixa de ser porque ficou sem “aquilo”, agora meteram o acessório para jogar com as unhas, etc. Tudo num constante sobe e desce que aponta para que esta geração ainda tenha muitas cartas para jogar.
Por Line-Up (ou Launch Games, ou o que quiserem chamar), nesta crónica (já que se usa este termo em diversas situações relativas ao mundo dos videojogos) entenda-se o conjunto de jogos que acompanha (separado e a preço elevado, nem sempre se justificando) o lançamento de determinada consola, já que, comprar uma consola sem jogos (e mais antigamente, sem cartão de memória) era algo realmente aborrecido, eu já o experimentei, e foi realmente desagradável, lá acabei por comprar o Final Fantasy X para a PS2 três semanas depois, quando tive a possibilidade.

Este conjunto de jogos é a “primeira impressão cronológica” de determinada consola, por vezes nem tão bem explorado, em outros casos, muito bem planeado. É importante que dê ao jogador casual: “Quero comprar isto no primeiro dia”, em vez do “Meh, jogos, se me apetecer logo peço no Natal daqui a 3 ou 10 anos.”; e ao leal seguidor: “Quero comprar isto no Day One, ir acampar, reservar, ganhar concursos e sei lá mais o quê” e não “Meh, boring.” ou “Vou para a concorrência. Estes tipos estão-se a defecar para os jogadores”. Um Line-Up deve ser cuidado, elaborado, a meu ver: o mais diversificado, em termos de experiências, possível – e não, serem vários jogos do mesmo género, ou jogos de “gimmicks” (se a consola dá para fazer determinada coisa, tudo vai servir de desculpa para teres que gramar com isso).
Por mim, melhor ainda, se puder trazer, sem custos adicionais logo algum jogo sem ter que pagar mais, era óptimo (o Wii Sport era uma tech-demo, mas servia o propósito da consola servir para alguma coisa).

O primeiro Line Up de que me recordo foi do Game Boy Advance, não o pude explorar todo de imediato, mas era bastante interessante: Super Mario Advance (o meu escolhido), Kurukuru Kururin (um interessantíssimo e divertido jogo do género puzzle) e F-Zero (jogo que desconhecia na altura, mas que mais tarde vim a gostar imenso). Ponto positivo: Super Mario Advance foi uma grande novidade para mim, e uma grande mudança no mundo dos videojogos portáteis. Ponto negativo: Três jogos podem ser poucos.

Pronto, está bom, de certeza que adoraram, o melhor mesmo é ler a crónica na íntegra (vá lá, não é assim tão grande): aqui.

Nuno Markl e o Move

Posted September 10, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Encontrado pelas Internetes, fica um vídeo que mistura um dos meus humoristas nacionais de eleição, Nuno Markl, e o novo lançamento de outros dos meus humoristas do mercado dos videojogos de eleição, a Sony (mas gostava de ter uma Playstation 3).

A mesma companhia que tem o rei na barriga, se considera a líder da inovação e tanto gostou de chamar de infantil e  inútil e mandar boquinhas ao Wiimote, eis que surge o PS3Mote, lá tem a cor e os botanitos da consola, mas para garantir a sua identidade optou por uma forma pseudo-cilíndrica e por uma bolinha de chupa-chupa no topo.

Sendo este o país da Playstation, a comunicação social certamente estará sempre em cima do evento e a garantir/comercializar esta nova inovação nunca antes vista e bué poderosa, porque este é o primeiro comando abanico da história do entertenimento e… a partir desse momento, será considerado “fixe”.

Fica o vídeo, evitem pensar fazer isso (a não ser, claro, que sejam mais corpulentos e altos que o segurança):

1849057_QBfdm.mp4

PUSHSTART – A nova revista digital e interactiva de videojogos

Posted September 5, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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É com enorme prazer que anuncio o lançamento da 1ª edição da revista PUSHSTART, um projecto ambicioso que junta vários redactores de blogs distintos para vos trazer conteúdo de qualidade, abordado de diversas maneiras, conseguindo desta forma um leque bastante variado de opiniões sobre o mundo dos videojogos e não só.

Editorial

e tudo começou com um simples carregar de botão…

A Push Start nasceu de uma ideia simples, juntar vários redactores amadores, oriundos de diversos blogs, numa publicação de qualidade capaz de juntar diferentes ideias e conceitos num todo que seja apelativo quer às gerações de jogadores mais jovens como às mais antigas.

Acreditamos seriamente no sucesso deste projecto, pois permite que cada um dos nossos colaboradores mantenha a sua identidade individual, que tipicamente é expressa em cada um dos nossos blogs, mas que ao mesmo tempo faça parte de uma equipa séria capaz de discutir vários temas e fazê-lo de forma livre e sem as pressões que costumam existir nas revistas de carácter profissional.

Ainda somos uma equipa pequena, mas fazemos este trabalho pelo nosso gosto pelos videojogos (e não só), pelo que esperamos que aproveitem o conteúdo desta primeira edição, e caso se identifiquem com a ideia e conteúdos, porque não nos dar uma pequena ajuda? Ajudem a divulgar o projecto ou caso tenham a  apetência, teremos todo o gosto em vos adicionar à nossa equipa.

Esperemos que gostem dos nossos artigos escritos de forma informal, e que falando de gamer para gamer consigamos transmitir as nossas opiniões… e caso não concordem com elas sintam-se à vontade de apresentar as vossas… esse é o grande espírito desta revista.

Para terminar, qualquer sugestão, pergunta ou se simplesmente quiserem debater sobre algum tema apresentado não hesitem em nos contactar, estamos cá para isso!

A revista é totalmente gratuita e encontra-se disponível para consulta e download aqui.

Atenção que se optarem por ler a revista directamente do Scribd invés de descarregarem o .pdf perderão a interactividade incorporada na revista, visto o Scribd ainda ser um pouco limitado nesta fase.

Se usarem uma versão recente do Adobe Reader, também é provável que a interactividade não esteja a funcionar a 100%, visto eles terem retirado essas funcionalidades e criado um programa específico para as publicações digitais, o Adobe Digital Editions, pelo que o devem usar para tirar o partido máximo desta revista.

De que estão à espera? Leiam a revista e nós por cá esperamos os vossos comentários e críticas construtivas.

Se porventura acharem que alguma plataforma ou marca poderá estar mal representada, acreditem que não foi nada propositado, sendo este um projecto amador, vive das plataformas e jogos que cada um de nós adquiriu, pelo que avaliamos o que temos, mas estamos abertos a recomendações, pois quem sabe algum de nós poderá conseguir satisfazer as mesmas num futuro próximo.

Se achas que podes ser uma mais valia para o projecto, não hesites em nos contactar com a tua ideia para contribuição, pois tu e o teu blog/projecto podem ter destaque na próxima edição.

Deixo desde já alguns perfis que acreditamos fazerem neste momento falta ao projecto:

  • Video-reviewer
  • Redactor de análises e/ou antevisões a jogos recentes

Outros interessantes e que podem abrir os horizontes da revista:

  • Cartoonista
  • Redactor de análises a jogos de tabuleiro, miniaturas ou RPG’s
  • Redactor que aborde temas de lazer e cultura, como música, literatura, eventos, etc…

E para finalizar (espero não me ter esquecido de nada), aqui ficam os contactos da revista:

Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100001478175629

Twitter: http://twitter.com/pushstartgaming

Youtube: http://www.youtube.com/RevistaPushStart

Email: revistapushstart@gmail.com

Pedimos que adiram em força às nossas redes sociais e que nos ajudem a divulgar o projecto, o que é indispensável para o mesmo crescer em tamanho e qualidade para as próximas edições.

E prontos amigos, por hoje é tudo, espero que gostem deste nosso projecto e que o ajudem a florescer.

Regresso de Férias

Posted September 3, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Voltei ontem de Londres, cidade five-star, com jogos e promoções melhores que o que se vê na Fnac, Games, Replay-Zones e afins. Diverti-me imenso, estourei o meu cartão de crédito, joguei em arcadas porreiras, vi coisas que nunca tinha visto, borrei cuecas a levantar voo, enfim, muita coisa porreira.

Em termos de jogos, trouxe apenas o Lego Harry Potter para o PC, o Dragon Quest IX para a DS, não consegui encontrar nada para o Cubo (mas também não ia com muitas esperanças, meu rico Amazon) e deverá servir para me entreter por bastante tempo.

O próximo post deverá conter informação sobre um projecto (bastante fixe, já que faço parte) o qual não deverão perder e deverão seguir religiosamente.

História dos Videojogos em Mario Paint

Posted August 24, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Provavelmente uma ou outra vez deverão ter apanhado nas internets alguma música com formato e composição efectados no Mario Paint. Por vezes pode sair ma bela coisa, por vezes pode sair uma coisa mais irritante que a Navi.

Vou-vos deixar com uma descoberta minha, uma espécie de cronologia de vários sons bastante conceituados e reconhecidos na história dos videojogos, desde Pac-Man até Final Fantasy IV (onde estou agora, que o vídeo é longo).

Sem mais demoras.

Evolution of Videogames Medley

[No Meu Tempo É Que Era!] Olá? Posso Jogar?

Posted August 21, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Crónica

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E cá está, mais uma rúbricazinha semanalzinha que aconselho vivamente a ler na íntegra. Na minha crónica nº 40 para o FNintendo, o tema é o lento início de um jogo e o quando isso poderá ser aborrecido.

Segue-se um breve excerto acompanhado do belo do link para a sua completa visualização:

Olá caro leitor. Antes de mais, uma breve questão, é assim: tu pegas no Super Mario Bros. Tens ali o Mario, pronto, tudo em condições, andas para a frente e sentes a necessidade de saltar, onde carregas? … Como isto é uma crónica que não é interactiva em tempo real, irei responder de seguida (um pouco como os desenhos animados pseudo-interactivos dos miúdos:”Quanto é que é 1+1? Boa. Acertaste! É 2. És muita bom.”), carregas no A. Porquê no A, e não no Start, ou no Select, ou no B, ou no B enquanto dás um pino e carregas no Start e para baixo ao mesmo tempo?
É este o mote central para a crónica abaixo (e um bocadinho acima também).

Um jogador pegava num jogo, fazia New Game ou carregava no Start e começava a aventura! Suspiro. Qual não é a nossa (gamers em geral) histeria psicológica quando chega um brinquedo (vulgo jogo) novo a casa. Quer venha da loja, quer venha pela mão do carteiro (se não for daqueles maus), a reacção geral é a mesma, corre que é para o ir jogar!
Foi o que se sucedeu com alguns dos últimos jogos que adquiri.

Ligo o jogo. Observo a 10 minutos (ou mais) de cinemática obrigatória que podería perfeitamente ter sido encurtada para 3 ou 4. Já posso jogar? Não! Agora é a horazinha do tutorial. Vamos lá passar a próxima meia hora a explicar ao jogador como se deve utilizar este produto!
Vá, inclina o botão analógico direccional para a direita (porque “carrega pá direita” é muito bruto) para o personagem se locomover para a direita. Boa! Conseguiste, yes! Agora o mesmo para a esquerda, e vamos aos ataques. Carrega no Botão para executar o ataque. Boa! Agora vamos atacar 238,5 bonecos para ver se realmente metes na cabeça como se ataca e não te esqueces. Depois, vêm os ataques XPTO, depois, os mega especiais, depois como agarrar no inimigo pelas orelhas, levantá-lo e fazer-lhe cócegas nos sovacos com a língua (e aqui recordo que algumas coisas desta crónica são bastante hiperbolizadas, pelo menos por enquanto). Olá? Já posso jogar? Sim, mas só depois de meia hora.
E assim gasta muita gente o seu produtivo tempo a observar cinemáticas e a aprender a jogar.

Poderão encontrar a crónica completa aqui.

Retrógrado vai de Férias

Posted July 23, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Outros

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Vou para o Algarve. See you soon, folks. :3

E já que estão aqui, porque não deitar uma vista de olhos nas antigas reviews aqui do Retrógrado? ;)

Boas férias a todos.

[Curtas] Areias do Tempo

Posted July 22, 2010 by Ricardo Gouveia
Categories: Curtas

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Ultimamente tenho andado a jogar o Prince of Persia: Sands of Time, e realmente o conceito das “Areias do Tempo” é algo realmente interessante. Seguramente tería-me poupando bastantes vidas inutilmente perdidas em vários videojogos. A Ciência que desenvolva isto.

PS: Ontem fui à cabeleireira e pedi um penteado parecido ao Prince of Persia do último jogo. :3 Falta-me fazer a barba.