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	<title>Retrogaming</title>
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	<description>Onde hábitos e gostos de gamers com mais de uma década de jogo se discutem</description>
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		<title>Playstation Move: The Shoot</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 10:26:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>

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		<description><![CDATA[Plataforma: PS3 Ano de Lançamento (Europa): 2010 Sendo um jogador de longa data, sempre tive um carinho especial pelos shooters das arcadas, que me proporcionaram muitas horas de jogo, e muita diversão, especialmente quando jogados em modo cooperativo. De facto este tipo de jogos foi dos poucos em que até as minhas amigas não prescindiam, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/the_shoot.jpg" alt="" width="245" height="282" /></p>
<p style="text-align: justify"><strong>Plataforma:</strong> PS3</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Ano de Lançamento (Europa): </strong>2010</p>
<p style="text-align: justify">Sendo um jogador de longa data, sempre tive um carinho especial pelos <em>shooters</em> das arcadas, que me proporcionaram muitas horas de jogo, e muita diversão, especialmente quando jogados em modo cooperativo. De facto este tipo de jogos foi dos poucos em que até as minhas amigas não prescindiam, não pelo conteúdo do jogo em si, mas pela experiência e convívio que eles providenciam.</p>
<p style="text-align: justify">Com o aparecimento do <em>Playstation Move</em>, cedo procurei títulos do género, e enquanto se ouvia falar muito em <em>Resident Evil</em> e no <em>Killzone</em> que na altura ainda não estava disponível, faltava algo simples e com espírito <em>arcade,</em> que fosse acessível e apelativo a todos, visto que até o <em>Time Crisis</em> já não preenche esses requisitos.</p>
<p style="text-align: justify">Para minha surpresa (e depois de inúmeras decepções), enquanto experimentava os demos incluídos no <em>starter pack</em>, dei de caras com <em>The Shoot</em>, e foi nessa altura que o <em>Move</em> me começou a parecer divertido.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1526"></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/974809_20100915_screen003.jpg" alt="" width="432" height="243" /></p>
<p style="text-align: justify">Em <em>The Shoot</em> encarnamos um actor que têm que manter os níveis de acção sempre em alta no set de filmagens, para não desagradar o director e ir parar ao fundo de desemprego… por isso afinem a vossa pontaria, aprimorem os vossos reflexos e mantenham os níveis de concentração ao rubro, pois o rumo para o estrelato está ao vosso alcance.</p>
<p style="text-align: justify">Como na vida real, fazendo o papel de um actor implica encarnar diversos papéis em diversos filmes, e desta forma  o jogo consegue apresentar uma boa variedade de cenários e ambientes para agradar a todos os gostos, mitigando um pouco o factor de repetitividade sempre associado a este estilo de jogo. Existem disponíveis cinco cenários diferentes, um <em>western </em>(<em>Outlawed</em>), um futurístico (<em>Robotomus Crime</em>), um de <em>gangsters</em> (<em>The Mob</em>), um debaixo de água (<em>Deep Perils</em>) e por fim, um para os fãs do terror (<em>Haunted House Party</em>).</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/974809_20100310_screen001.jpg" alt="" width="461" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify">O jogo em termos de gráficos é minimalista, e até mesmo pouco polido, mas é parte do seu encanto, pois consegue-nos emergir totalmente num mundo <em>arcade</em>, especialmente o facto dos inimigos serem apenas <em>cutouts</em>, o que também contribui bastante para a temática global do jogo.</p>
<p style="text-align: justify">Visto este ser um título para uma das novas gerações dos controlos de movimentos, é sempre importante saber se os controlos são precisos e responsivos, e de facto estes apresentam-se bastante sólidos… pelo que não contem com a popular desculpa do ah e tal foi o comando.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/974809_20100310_screen002.jpg" alt="" width="461" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify">Em termos de jogabilidade e diversão, este jogo também se apresenta de forma irrepreensível, contendo todos os elementos que tornam estes <em>shooters </em>apelativos, como tiros de precisão, multidões de inimigos a ocupar a totalidade do ecrã, adversários tão rápidos que um simples pestanejar significa perdê-lo de vista… e o sempre popular <em>quick-draw</em>, para satisfazer o <em>cowboy</em> dentro de cada um de nós. Em adição a tudo o que já foi referido contem também com muito exercício físico, pois o desviar e agachar ao longo dos diversos <em>sets</em> torna-se cansativo, mas é uma forma bastante divertida de nos mantermos saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo oferece três tipos de ataques especiais, que se desbloqueiam à medida que vamos eliminando alvos sequencialmente sem falhas, o  <em>Showtime </em>– que é activado rodopiando o nosso corpo em 360º e que atrasa o tempo normal de jogo durante 15 segundos, o <em>Shockwave</em> – que disparando para o chão elimina todos os alvos presentes no ecrã, e para terminar o <em>Rampage </em>– que ao disparar para o ar torna a vossa pistola numa metralhadora e onde os tiros falhados não afectam o vosso <em>multiplier</em>.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/00351735.jpg" alt="" width="518" height="292" /></p>
<p style="text-align: justify">O jogo apenas padece de uma longevidade curta e de um ligeiro facilitismo, embora siga a velha máxima do fácil de acabar, difícil de dominar. Todavia, a opção de jogar a dois rapidamente nos faz esquecer o problema da longevidade, pois quando se está numa festa, entre amigos, a jogar este jogo, ninguém dá pela eventual repetição de cenários, pois dependendo do parceiro, a experiência de jogo difere totalmente e é isso que torna o jogo tão interessante. Para os perfeccionistas, a batalha pelos <em>highscores</em> também pode adicionar uma maior longevidade ao jogo.</p>
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 4+</p>
<p>Gráficos: 3+</p>
<p>Som: 4</p>
<p>Longevidade: 3</p>
<p>Veredicto final: 4</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.revistapushstart.com/" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 7ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://pt.scribd.com/doc/50587947/PUSHSTART-N7" target="_blank">http://pt.scribd.com/doc/50587947/PUSHSTART-N7</a></p>
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		<title>TRON LEGACY</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Apr 2011 10:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>

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		<description><![CDATA[28 anos de espera, mas finalmente foi lançada uma sequela a um dos filmes de culto mais emblemáticos de sempre de ficção científica, TRON. O seu nome é TRON Legacy, e foi sem dúvida uma grande escolha, pois faz jus ao legado que o seu predecessor deixou na história do cinema. TRON Legacy vêm desta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/tron-legacy-official-theatrical-poster-tron-legacy-16385238-486-720.jpg" alt="" width="292" height="432" /></p>
<p style="text-align: justify">28 anos de espera, mas finalmente foi lançada uma sequela a um dos filmes de culto mais emblemáticos de sempre de ficção científica, TRON. O seu nome é TRON Legacy, e foi sem dúvida uma grande escolha, pois faz jus ao legado que o seu predecessor deixou na história do cinema. TRON Legacy vêm desta forma tentar preencher um vazio enorme deixado por TRON, e apenas o seu anúncio levou os amantes de bom cinema ao delírio… será que o filme consegue agora cumprir com as expectativas muito altas dos fãs?</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-1508"></span><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/72031_gal.jpg" alt="" width="391" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify">TRON Legacy conta a história de Sam Flynn, filho de Kevin Flynn, e herdeiro do império da Encom. Sam, tendo perdido a mãe precocemente, cresceu apenas com a companhia dos seus avós e do seu pai , o qual dividia o seu tempo entre o trabalho e o convívio com o seu filho. Certo dia, enquanto Sam ouvia o seu pai a contar histórias sobre o TRON, o seu trabalho e os jogos de arcada, Kevin conta-lhe que ele testemunhou um milagre que iria revolucionar o mundo, partindo de seguida para o trabalho… e desde então que desapareceu sem deixar rasto. 20 anos após o desaparecimento do seu pai, Alan, o criador do programa TRON,  melhor amigo de Kevin Flynn e algo como um pai adoptivo para Sam, recebe um page oriundo da velha loja de Arcadas Flynn, agora abandonada.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/56147_gal.jpg" alt="" width="391" height="162" /></p>
<p style="text-align: justify">Após tomar conhecimento da mensagem, Sam, embora incrédulo, parte para a investigar, dirigindo-se às arcadas. No meio de muitas memórias, Sam desloca-se para a velhinha arcada com o TRON, onde acabar por descobrir uma passagem secreta que lhe abre os olhos para uma nova realidade, e o coloca mais perto de desvendar o mistério por detrás do desaparecimento do seu pai…</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/72034_gal.jpg" alt="" width="391" height="166" /></p>
<p style="text-align: justify">Sendo um fã do TRON original, mal consegui arranjar umas horas livres desloquei-me ao cinema para o ver, e com uma sala esgotada o ambiente estava em grande e realmente sentia-se na pele a ânsia que as pessoas tinham em ver o filme. Bastaram apenas alguns minutos para se confirmar dois dos grandes pormenores desta franchise, a qualidade de imagem e som. Ambos estão simplesmente brilhantes, e conseguem-nos imergir no filme, o que era algo fundamental se tiverem em conta o conteúdo do filme.</p>
<p style="text-align: justify">Embora a história não revolve tanto em volta dos jogos como o seu predecessor, podemos desde cedo contar com as Disc wars e as lightcycles, o que contribui para o ambiente nostálgico que se formou naquela sala de cinema,  prendendo-nos ao grande ecrã.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/72027_gal.jpg" alt="" width="391" height="220" /></p>
<p style="text-align: justify">Grande parte da crítica têm comentado desfavoravelmente o filme em termos de história, dizendo que o seu real valor se encontra nos efeitos especiais, equiparando-o até algumas vezes ao fenómeno do ano anterior Avatar,  razão pela qual me interrogo se a sua visão não foi perturbada devido aos óculos 3D…</p>
<p style="text-align: justify">Admito que esta sequela fique um pouco aquém do original, mas não tanto pela qualidade da história que apresenta, mas sim pela maneira como a faz, dando a ideia de alguma confusão a explanar as ideias principais. Mas não se enganem com comparações sem sentido, pois as ideias estão bem presentes, e dão muito que pensar, variando desde crises existenciais à imperfeição do ser humano.</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/70394_gal.jpg?w=652" alt="" width="229" height="97" /></td>
<td><img class="alignright" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/70393_gal.jpg?w=651" alt="" width="226" height="96" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify">Um dos aspectos mais interessantes do filme é o confronto entre o CLU e o seu criador Kevin Flynn, onde se expandem uma panóplia de ideias actuais, como o duelo entre a humanidade e as suas criações, elaborando o tema relativo às consequências inesperadas que por vezes as nossas acções têm e a típica arrogância da juventude versus a sabedoria da idade (que também aparece bastante na relação Kevin/Sam Flynn).</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/sam-quorra.jpg" alt="" width="385" height="201" /></p>
<p style="text-align: justify">A personagem Quorra adiciona bastante profundidade ao filme, desde a criação e do propósito dos Iso’s,  à capacidade de um programa simular na perfeição a condição humana, levantado questões que variam da razão da vida, como a mesma foi inicialmente criada, e se alguma vez a humanidade a conseguirá reproduzir artificialmente.</p>
<p style="text-align: justify">Transversal a todo o filme continuam muitos dos conceitos do seu predecessor, como a possibilidade de representar uma vida humana em formato digital, e mais importante ainda conseguir usar essa informação para recriar um ser humano, sendo que esse conceito é então expandido para levantar a possibilidade de criar um ser humano a partir de dados de origem puramente digital, efectivamente transformando programas em seres humanos. A imperfeição humana, e a nossa dualidade de sentimentos também está bastante presente. De facto fica no ar a ideia que um mundo perfeito apenas poderia existir sem a presença da humanidade. A relação complicada entre pai e filho, baseada no desaparecimento do primeiro também levanta vários dilemas tipicamente humanos, como o facto do filho “neglegenciado” reter bastante amargura, ao ponto de não querer tomar controlo da Encom, empresa deixada pelo seu pai, mas ao mesmo tempo revelando bastante amor e dedicação, não querendo que a empresa ignore a visão e os valores do seu fundador.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/tron-legacy-bar-scene.png" alt="" width="495" height="277" /></p>
<p style="text-align: justify">Todavia o filme tem também os seus aspectos menos bons, como uma dose de comercialismo e clichés. De facto um dos pormenores que menos gostei foi o programa TRON ter pouca presença no filme, e da sua personagem se ter aproximado a algo semelhante ao Darth Vader. Outra cena claramente comercial foi a do bar, fazendo até lembrar a sua análoga em Matrix. Por isso a história dos Iso’s é deixada demasiado em aberto, introduzindo um pouco de confusão no filme. Sinceramente não sei se tal foi propositado ou não, pois acredito que em redor dos Iso’s, da Purga, e da própria personagem Zuse exista material para mais um filme.</p>
<p style="text-align: justify">Em tempos Jeff Bridges supreendeu o mundo com uma prestação memorável em Tron, e voltou novamente a supreender-nos, pois numa altura em que a sua carreira se encontrava em alta abraçou novamente este projecto já esquecido por muitos e desvalorizado por muitos outros, e porque volta a ter uma prestação assombrosa como CLU e Kevin Flynn, algo que é acessível a um número bastante reduzido de actores nos dias de hoje.</p>
<p style="text-align: justify">Aconselho a todos os fãs do TRON original a irem ao cinema ver este filme, e aos outros todos a verem ambos, pois esta é certamente uma francise de culto que não deve ser deixada de lado.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/04/70379_gal.jpg" alt="" width="521" height="221" /></p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.revistapushstart.com/" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 6ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank"></a><a href="http://www.scribd.com/doc/48129471/PUSHSTART-N6">http://www.scribd.com/doc/48129471/PUSHSTART-N6</a></p>
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		<title>Last Battle</title>
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		<comments>http://rumblepack.com.pt/retrogaming/2011/02/06/last-battle/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 06 Feb 2011 19:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos retro]]></category>

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		<description><![CDATA[O Last Battle é um side-scroller de acção, onde temos que lidar com uma variedade de inimigos que vão preenchendo o ecrã e que aparecem de todas as direcções. Este título é baseado nos mangas de Fist of the North Star, sendo na realidade uma espécie de remake do título lançado por terras nipónicas: Shin [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/lastbattle.jpg" alt="" width="293" height="420" /></p>
<p style="text-align: justify">O Last Battle é um side-scroller de acção, onde temos que lidar com uma variedade de inimigos que vão preenchendo o ecrã e que aparecem de todas as direcções. Este título é baseado nos mangas de Fist of the North Star, sendo na realidade uma espécie de remake do título lançado por terras nipónicas: <strong><em>Shin Seikimatsu Kyūseishu Densetsu Hokuto no Ken. </em></strong>Todavia devido a problemas em licenciar esta franchise bastante popular por terras norte americanas, e pelo exagerado  <em>gore</em> (do ponto de vista americano), o jogo sofreu alterações bastante significativas, pelo que é visto muitas vezes como uma versão <em>softcore</em> do seu original.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1501"></span></p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-story.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">A história não é nada de transcendente ou inovador, limitando-se a introduzir novas personagens, estilos de luta e vilões ao argumento típico de herói <em>standalone </em>com a tarefa de salvar o mundo, libertar o seu povo, e ainda ajudar alguns amigos e salvar a sua namorada pelo caminho. Para os fãs de Fist of the North Star, irão com certeza reconhecer alguns detalhes, mas já se sabe que são sempre tomadas certas liberdades nas conversões para videojogos, e neste com o retirar da violência, etc, essas liberdades foram levadas ao extremo. Algo curioso é a história ser-nos totalmente revelada nos ecrãs iniciais do jogo, algo que pode ou não estragar a experiência de jogo para os poucos que se importam com a história neste estilo de jogos e que realmente se deram ao trabalho de ler os ecrãs iniciais.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-aarzak-is-in-trouble.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Sendo este um dos primeiros jogos a serem lançados para a Mega Drive, a qualidade dos seus gráficos fez bastante furor, deixando muita água na boca na altura do seu lançamento.  Em particular, em Portugal (se a memória não me falha) houve um bundle de Mega Drive no qual este jogo vinha incluído, facto que tornou este título parte da infância de muita gente. Com as expectativas em alta o jogo acabou por desapontar muita gente, mas numa situação inversa aposto que as críticas nem seriam muitas.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-aarzak-is-attacked-from-all.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Em termos de jogabilidade, a palavra-chave é timing, pois temos não só que adaptar os nossos golpes (murros e pontapés com as variantes salto e agachados) ao estilo de inimigo e à direcção de onde os mesmos vêm, mas também temos obrigatoriamente de temporizar bem os golpes de forma os atingir primeiro, e uma falha neste aspecto significa muitas vezes ficarem entre dois inimigos a receber golpes sem conseguir ripostas. Os controlos são razoáveis, embora em situações de stress ficamos com a ligeira ideia que poderiam estar melhores, mas é algo que dito em voz alta para os amigos nos arrisca a ouvirmos de volta a palavra noob. O pior neste side-scroller é o facto dos inimigos voarem literalmente com o vento ao mínimo toque da nossa parte, pois não só essas animações deixam muito a desejar, como fica bastante mal num jogo de luta. Embora não tenha tido a oportunidade de jogar o original, sabemos que este pormenor foi uma das grande modificações, pois era possível esmurrar literalmente os nossos adversários em sangue, algo que foi infelizmente substituído em Last Battle pelas animações referidas em cima devido à sua violência, e o jogo perdeu e de que maneira com isso.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-boss-fight.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">A única excepção ao que foi dito anteriormente são as batalhas com os bosses, onde são necessários inúmeros golpes para os derrotar, e onde temos direito a algo mais do que um voar fora do ecrã, como eles ficarem com um súbito ataque de acne agressivo e vos explodirem na cara… enfim, sempre é uma ligeira melhoria.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-on-the-map-you-can-often-choose.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Algo que torna o jogo interessante é o facto de existirem vários caminhos disponíveis para atingirmos os nossos objectivos, havendo reais consequências associadas às nossas escolhas, como o facto de ao evitar determinado nível não nos encontrarmos com um dos nossos amigos, e desta forma não recebermos um powerup que pode ser crucial mais tarde. Para além dos típicos níveis horizontais, e dos bosses, existe também uma variante do tipo labirinto, onde temos que navegar horizontal e verticalmente até chegarmos ao fim do mesmo, evitando muitas armadilhas pelo caminho.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-no-shirt.jpg" alt="" width="400" height="285" /></p>
<p style="text-align: justify">Outra peculiaridade do jogo é o facto de ao derrotarmos inimigos irmos aumentando uma barra de Power que atingindo certos limiares estabelecidos provocam o rebentar automático da t-shirt do nosso herói (ainda hoje o Hulk Hogan sente inveja), e com ele não só elevamos o medo dos nossos inimigos face ao mostrar dos nossos abdominais de aço como elevamos os nossos golpes a um outro nível, quer em termos de poder como de velocidade, alterando muito substancialmente o nosso estilo de luta… algo que faz toda a diferença, especialmente nas lutas com os bosses.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/last-battle-genesis-screenshot-a-cutscene-elaborating-the.png" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Em termos de história, grande parte dela resume-se a diálogos repletos de <em>catchphrases</em> bastante pobres, pelo que é um dos grandes aspectos que devia ser melhorado no jogo, principalmente devido à série emblemática que deveria representar.</p>
<p style="text-align: justify">Pessoalmente, e talvez até muito estranhamente tendo em conta a opinião da minha geração, considero a música do jogo simplesmente brilhante devido ao misto de emoções que ela provoca, pois o seu ritmo emerge-nos totalmente no jogo e ao mesmo tempo passa-nos a sensação de, e perdoem-me a expressão, querer encher alguém de porrada, e como tal cumpre e de que maneira a sua função.</p>
<p style="text-align: justify">Em género de conclusões finais, o jogo apresenta bons gráficos para a altura em que foi lançado, grande música de fundo, controlos apenas razoáveis, animações e história bastante pobres… mas representa um grande desafio, aumentando gradualmente a dificuldade até ser acessível a poucos, e só por isso merece ser jogado pelo menos uma vez, para nos colocarmos à prova e ver onde conseguimos chegar.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/02/game-over.jpg" alt="" width="400" height="289" /></p>
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 2+</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 4+</p>
<p>Longevidade:3+</p>
<p>Veredicto final: 3+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.revistapushstart.com/" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 5ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/48129471/PUSHSTART-N6" target="_blank"></a><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5</a></p>
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		<title>Pinball Yeah!</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogaming/2011/01/23/pinball-yeah/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Jan 2011 19:20:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pinball Yeah!, é como o nome indica um jogo de Pinball que tenta elevar as velhinhas mesas de pinball que jogávamos nas arcadas a um novo nível, adicionando-lhe umas pitadas de fantasia e futurismo. O jogo foi desenvolvido por uma equipa de programadores portuguesa, a CodeRunners, e não é pelo facto de ser o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/pinballyeahcover.jpg" alt="" width="450" height="450" /></p>
<p style="text-align: justify">O Pinball Yeah!, é como o nome indica um jogo de Pinball que tenta elevar as velhinhas mesas de pinball que jogávamos nas arcadas a um novo nível, adicionando-lhe umas pitadas de fantasia e futurismo.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo foi desenvolvido por uma equipa de programadores portuguesa, a CodeRunners, e não é pelo facto de ser o seu primeiro projecto que a qualidade e dedicação não se fazem sentir ao jogarmos o jogo. As mesas foram bem desenhadas, a música encaixa perfeitamente no cenário no qual estamos emergidos, e os controlos respondem bastante bem, providenciando uma réplica perto do exacto (pelo menos pelas minhas memórias de infância) ao compararmos com o que temos ao nosso dispor nas verdadeiras mesas de pinball.</p>
<p><span id="more-1484"></span></p>
<p><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/ai.jpg" alt="" width="233" height="164" /><img class="alignright" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/piratecove.jpg" alt="" width="233" height="164" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Existem 4 cenários distintos:<br />
•	A.i. – Cenário futurista que nos faz relembrar o velho clássico Tron, onde reinam as cores primárias, e onde temos uma inteligência artificial para derrotar.<br />
•	Pirate Cove &#8211;  Cenário inspirado nos cães de alto mar, os piratas. Pala no olho, perna de pau e caneca de rum na mão e estão mais que prontos para o desafio.<br />
•	Liquid Bread – Cenário que nos transporta para um pub irlandês onde as canecas de cerveja não param de vir. Pisquem o olho às empregadas bem dotadas mas não percam a compostura, os as coisas não correrão bem.<br />
•	Classic – Este cenário oferece-nos um ambiente mais tradicional, mas a mesa contém muita alma da equipa que desenvolveu  o jogo</p>
<p><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/liquid-bread.jpg" alt="" width="233" height="164" /><img class="alignright" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/classic.jpg" alt="" width="233" height="164" /></p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">Os três primeiros cenários estão logo de disponíveis para a jogatana, sendo necessário desbloquear o último. Algo que é importante neste tipo de jogos é conseguir mudar a experiência de jogo ao mudarmos de cenário, para não ser apenas uma mudança estética, e em Pinball Yeah! esse feito é conseguido.</p>
<p style="text-align: justify">
Ao explorarmos o jogo vamos também sendo deliciados com pormenores introduzidos pela equipa, que mostrando muito sentido de humor consegue desta maneira aumentar o seu valor.</p>
<p style="text-align: justify">
De mau, ou menos bom, apenas tenho a referir o facto da pontuação do jogo ser um pouco parada, estando eu habituado ao ritmo alucinante deste tipo de jogos estar constantemente a aumentar rapidamente a pontuação. Em Pinball Yeah! temos de facto que trabalhar para conseguirmos bater os recordes, e embora isso apresente um desafio para muitos, pode ser um factor dissuasor para outros tantos.</p>
<p style="text-align: justify">
O jogo está disponível para PC, MAC, Iphone, IPad e IPod, mas aconselho seriamente a o experimentarem nas versões telemóvel, que no PC fica a sensação do jogo perder alguma parte da sua mística, provavelmente pelas dimensões mais elevadas.</p>
<p style="text-align: justify">
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 3+</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 4</p>
<p>Longevidade:3+</p>
<p>Veredicto final: 3+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 5ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5</a></p>
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		<title>Daze Before Christmas</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2011 09:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos retro]]></category>

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		<description><![CDATA[Para começar, queria desejar a todos um Feliz 2011, cheio de jogos e tempo livre para os conseguir desfrutar. Espero que 2010 tenha sido um bom ano e que todos continuem neste ano ano com muita saúde e diversão. Hoje trago-vos um jogo que analisei durante a época natalícia, Daze Before Christmas, daí haver algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas.jpg" alt="" width="414" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify">Para começar, queria desejar a todos um Feliz 2011, cheio de jogos e tempo livre para os conseguir desfrutar. Espero que 2010 tenha sido um bom ano e que todos continuem neste ano ano com muita saúde e diversão.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje trago-vos um jogo que analisei durante a época natalícia, Daze Before Christmas, daí haver algumas referências a Dezembro e às suas tradições, mas optei por não modificar a análise de forma a ficar fiel à sua versão presente na revista <a href="http://www.scribd.com/document_collections/2605878" target="_blank">PUSHSTART</a>.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1478"></span></p>
<p style="text-align: justify">Ho Ho Ho! E eis que chega Dezembro, e com ele toda a alegria e tradições natalícias. E embora se anteveja um Natal mais pobre, com menos enfeites e iluminações na rua, não há razão para não aproveitarmos a época, seja a montar a típica arvore de natal, a visualizar os filmes tradicionais, ou a jogar um jogo com a temática do Natal.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-title.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">E é justamente neste contexto que surgiu há uns bons anos atrás o jogo Daze Before Christmas, no qual encarnamos o papel de Pai Natal. E como de costume, o Pai Natal encontra-se em sarilhos, pois os elfos foram afugentados da loja do Pai Natal, e os planos para os presentes roubados, pelo que se antevê um Natal muito frio e sem presentes. Conseguirás tu evitar este terrível desfecho?</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-look-it-s-santa.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">O Daze Before Christmas é um típico jogo de plataformas, contendo a grande maioria dos elementos associados a este género na altura. A vida do Pai Natal é representada por cinco gorros, sendo que ele perde um sempre que é atingido por um inimigo, e quando ficar sem o seu último gorro perderá uma vida. O perder de uma vida implica recomeçar o nível desde o principio ou desde o último checkpoint activado pela passagem por uma campainha dourada.</p>
<p style="text-align: justify">Ao longo dos níveis vamos coleccionado presentes ao derrotar inimigos (aparentemente através do uso de magia para os transformar em presentes), bem como abrindo outros tantos que vamos encontrando ao longo do mapa. Ao abrirmos os presentes podemos receber tanto vidas extras como gorros extra, e libertar alguns dos elfos (embora pareçam mais esquilos com uma fatiota natalícia). Mas cuidado pois nem todos os presentes contêm uma surpresa agradável lá dentro… como o Pai Natal aparentemente se portou mal este ano, os presentes também podem conter bombas ou novos inimigos.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-ice-cave.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">E para quem sempre torceu justamente por este lado mais malevolente do Pai Natal, então este jogo reserva-vos uma surpresa especial… pois por alguma razão o Pai Natal ao beber uma chávena de chocolate quente transforma-se num demónio de cornos pontiagudos pronto a punir os ladrões de presentes com uma martelada bem dada. E a vantagem deste Pai Natal Belzebu é simples, invencibilidade, que como em todos os outros títulos do género apenas dura uns poucos segundos… mas concede certamente um tom de originalidade ao jogo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/santavssatan.png" alt="" width="297" height="186" /><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-you-come-no-further.gif" alt="" width="297" height="202" /></p>
<p style="text-align: justify">Existe uma grande variedade de níveis, todos eles ligados ao tema natalício e que com a ajuda de uma música apropriada nos coloca claramente a viver o espírito natalício, embora provavelmente de um forma um pouco usual. Os níveis são tipicamente curtos, embora alguns se revelem ser altamente confusos, sendo que até pode suceder pensarem que estão a cair de um precipício e afinal foram aos trambolhões parar à saída, quando se tiverem seguindo o percurso mais óbvio provavelmente iriam demorar o dobro ou triplo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-over-england.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">De uma maneira geral o jogo é extremamente fácil, especialmente os bosses, que se podem considerar uma autêntica anedota. A escolha dos bosses também acaba por ser um pouco estranho, pois tirando o primeiro que é um boneco de neve assassino, os restantes são um rato, um relógio e uma nuvem… Sim, eu sei bem que se puxarmos pela cabeça, podemos ligar os bosses ao Natal, como a nuvem à neve e o relógio à espera pela meia-noite por exemplo… todavia se considerarmos que o público alvo do jogo eram as crianças, pedia-se uma escolha um pouco mais óbvia.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-boss-1-the-evil-snowman.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas tirando este pormenor, todo o resto do jogo, grafismo e música é completamente orientado ao Natal, começando desde logo pela maneira de indicar o progresso pelos níveis, o qual foi feito brilhantemente através de uma representação do tradicionalíssimo calendário de chocolates. A grande parte dos inimigos também é apropriada ao tema, variando entre brinquedos, a bonecos de neve e pinguins, mas o que provavelmente mais marca o jogo são os níveis onde andamos no veículo de eleição do Pai Natal, o seu trenó movido a renas, a fazer a entrega de presentes por todo o mundo… e quem sabe passaremos também por nossa casa.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/daze-before-christmas-screenshot-christmas-calendar.gif" alt="" width="320" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify">Para finalizar este é um jogo de plataformas bastante fácil e totalmente orientado à época natalícia. Isto torna-o como uma boa escolha para esta época e para crianças, mas dificilmente o colocaríamos na nossa consola noutra altura… especialmente se pretendemos algum tipo de desafio. Menosprezando a facilidade, existem outros problemas em termos de jogabilidade, especialmente a má visibilidade quando por vezes precisamos de saltar para plataformas mais baixas. O grafismo e a música do jogo são bons para a altura em que o jogo foi lançado, e pelo motivo para o qual ele foi lançado. O resultado final é simples, caso estejam a vestir um gorro e uma barba falsa este é claramente um jogo para vocês, caso contrário existem outros títulos disponíveis no mercado que são escolhas bastante mais inteligentes.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2011/01/dazefim.png" alt="" width="468" height="419" /></p>
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 2</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 4</p>
<p>Longevidade:2+</p>
<p>Veredicto final: 2+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/44649463/PUSHSTART-N4" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 4ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/44649463/PUSHSTART-N4" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/44649463/PUSHSTART-N4</a></p>
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		<title>Feliz Natal!</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogaming/2010/12/24/feliz-natal-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 15:54:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicados do Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/feliz-natal.jpg" alt="" width="377" height="279" /></p>
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		<title>Grand Theft Auto</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 15:54:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos retro]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem é que hoje em dia não conhece o grande Grand Theft Auto, a.k.a. GTA? É sem dúvida uma grande franchise, que leva muitos clientes às lojas sempre que sai o seu próximo título, e que mantêm muitos outros com um comando na mão a decidir o destino de uma qualquer cidade que teve a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta.jpg" alt="" width="374" height="374" /></p>
<p style="text-align: justify">Quem é que hoje em dia não conhece o grande Grand Theft Auto, a.k.a. GTA? É sem dúvida uma grande franchise, que leva muitos clientes às lojas sempre que sai o seu próximo título, e que mantêm muitos outros com um comando na mão a decidir o destino de uma qualquer cidade que teve a infelicidade de nos conhecer.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1460"></span></p>
<p style="text-align: justify">O que muitas das novas gerações de <em>gamers</em> não sabe é que o jogo onde tudo começou difere bastante dos actuais em termos de jogabilidade, mas a alma e espírito do jogo sempre esteve presente, e acabou por marcar a indústria dos videojogos, servindo de inspiração para muitos títulos de sucesso. E se acham que estas não são ainda razões suficientes para justificar uma análise ao jogo, então relembro-vos que este grande clássico é agora disponibilizado pela Rockstar North (anterior DMA) de forma gratuita… por isso aproveitem e desfrutem ao máximo do jogo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta_start_screen.png" alt="" width="358" height="269" /></p>
<p style="text-align: justify">A premissa do jogo é simples, e têm-se mantido ao longo de toda a <em>franchise</em>. De forma resumida somos um criminoso recém-chegado a uma qualquer cidade, e temos uma ambição de nos tornarmos uma figura de destaque dentro do submundo do crime. Para o conseguirmos temos primeiro que ganhar o respeito dos sindicatos do crime já estabelecidos, e fazemo-lo através de pequenos trabalhos e favores aos seus chefes e variados representantes. Mas entre criminosos as relações são sempre ténues, e se por agora trabalhas para alguém em concreto, nunca se sabe o que o futuro reservará…</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta_tellberg.jpg" alt="" width="490" height="368" /></p>
<p style="text-align: justify">Com um objectivo bem delineado faltam-nos agora os meios para o atingir, mas felizmente temos tudo o que é necessário mesmo às nossas mãos, muitos carros a circular e outros tantos estacionados, que podem facilmente serem roubad… quer dizer gentilmente emprestados pelos seus actuais donos, e muitas armas e munições espalhadas por contentores ao longo da cidade que contém desde armas a vida, para nos auxiliar em todos os “empréstimos” que vamos fazendo ao longo do jogo.</p>
<p style="text-align: justify">Ao começarmos o jogo recebemos imediatamente uma mensagem a informarmo-nos que existem alguns trabalhos disponíveis, e que nos devemos dirigir a umas cabines telefónicas caso tenhamos interesse nos mesmos. Como devem imaginar esta é a forma mais rápida de subirmos no mundo do crime, algo que no jogo é visível através da nossa pontuação. A forma mais usual de aceitar missões é justamente através do atendimento de chamadas em cabines telefónicas, mas existem também outras possibilidades, como o despoletar de missões especiais através do roubo de certos veículos espalhados pela cidade. Existem vários tipos de missões,  como assassinatos, ser o condutor designado em assaltos, roubos de carros ou simplesmente a entrega e transporte de passageiros.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta_topscore.jpg" alt="" width="490" height="368" /></p>
<p style="text-align: justify">Embora as missões sejam a melhor forma de aumentar rapidamente a nossa pontuação, existem outras maneiras, como a destruição de propriedade e homicídios em massa seja por atropelamento ou arma. Agora como devem imaginar, quer as missões quer os restantes comportamentos à margem da lei, podem chamar a atenção indevida da polícia, e nessas situações temos dois caminhos a seguir… fugir e arranjar um meio de tirarmos a polícia do nosso encalce, ou lutar e sofrer as consequências de agredir as forças policiais, que muito ao estilo de Hollywood, defendem aguerridamente os seus.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta_cops.jpg" alt="" width="448" height="336" /></p>
<p style="text-align: justify">A perspectiva do jogo é top-down, adaptando-se em termos de zoom ao facto de estarmos a pé ou a conduzir a grande velocidade, o que tenta facilitar a condução,  mas que por outro lado leva algum tempo de habituação, especialmente no que toca ao disparar e à pontaria em lutas que requerem rapidez e precisão.</p>
<p style="text-align: justify">Quais são então os grandes pontos fortes do jogo? Eu diria que a sua jogabilidade simples e frenética associada à liberdade inovadora apresentada pelo mesmo e ao grande factor diversão resultante de toda a destruição e fugas épicas da polícia são o que levou muita gente a ficar horas e horas agarrados a este título.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta_bang.jpg" alt="" width="490" height="368" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas não é tudo, pois os efeitos sonoros e uns toques de realismo introduzidos no jogo também são um grande factor a ter em consideração. Embora tivesse ainda a anos luz dos motores de física que existem actualmente, o jogo transmitia-nos uma condução única para cada tipo de veículo, levando-nos a ser necessariamente selectivos no que toca ao roubo de carros. O facto de serem enviadas ambulâncias e bombeiros para lidarem com os sinistros respectivos também é algo bastante apelativo, pois sentimos uma interacção directa com o mundo virtual do jogo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/12/gta1_pc_in-game_screenshot-732483.png" alt="" width="480" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify">Todavia, o jogo também tinha os seus problemas, sendo que o mais grave é porventura o facto de não ser possível gravarmos o nosso progresso. Se pensarmos que para desbloquearmos os novos níveis e cidades é preciso atingir uma pontuação específica, isto obriga-nos a jogar horas seguidas para o conseguirmos, algo que não é compreensível. Outro problema é o facto de não existir uma funcionalidade de mini mapa embutido no jogo, pois como certamente chegarão à conclusão após jogarem algum tempo, o seguir da seta amarela é muitas vezes insuficiente, levando-nos a dar voltas desnecessárias e que nos roubam algum tempo, algo que agrava o aspecto referido anteriormente. Por fim, também existem alguns problemas em termos de visibilidade, pois muitas vezes a conduzir a alta velocidade embatemos com veículos ao passarmos por baixo de túneis, pontes aéreas, etc., o que pode fazer a diferença numa fuga à polícia.</p>
<p style="text-align: justify">Resumindo, o jogo é bastante simples e divertido de jogar, e está repleto de características únicas que o imortalizaram, como o típico Gouranga!, ao atropelarmos com sucesso a totalidade de uma turma de estudantes inocentes. A liberdade que o jogo nos concede e que veio a inspirar tantos jogos é outra grande característica deste título, sendo que muito boa gente ignora por completo as missões e apenas anda a passear pela cidade a semear destruição sem sentido com um único objectivo em mente… diversão pura! E são estas qualidades que nos fazem esquecer os seus pontos menos bons, e que o tornam um grande clássico.</p>
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 4</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 4+</p>
<p>Longevidade:4+</p>
<p>Veredicto final: 4</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 4ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/44649463/PUSHSTART-N4</a></p>
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		<item>
		<title>Os Videojogos nos dias de hoje: Trophies, DLCs e Downloads Digitais</title>
		<link>http://rumblepack.com.pt/retrogaming/2010/11/21/os-videojogos-nos-dias-de-hoje-trophies-dlcs-e-downloads-digitais/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 21:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Bons eram os tempos em que se estimavam as caixas dos jogos, os seus manuais, e a cassete, cartucho ou CD que saberíamos conter infindáveis horas de diversão.  O dinheiro sempre escasseou, pelo  tínhamos sempre que contar com a arte da partilha entre amigos, com os quais sempre podíamos contar, e com a garantia que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/11/will-work-for-dlc.gif" alt="" width="425" height="298" /></p>
<p style="text-align: justify">Bons eram os tempos em que se estimavam as caixas dos jogos, os seus manuais, e a cassete, cartucho ou CD que saberíamos conter infindáveis horas de diversão.  O dinheiro sempre escasseou, pelo  tínhamos sempre que contar com a arte da partilha entre amigos, com os quais sempre podíamos contar, e com a garantia que eles iriam tratar o jogo com o mesmo carinho que nós demonstramos por ele.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje em dia tudo mudou, já não se dá o mesmo valor aos videojogos, já não se preza o coleccionismo , já não se vivem ao máximo as experiências que deles advém.</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-1450"></span></p>
<p style="text-align: justify">Mas porquê? O que tanto mudou nas últimas décadas? A resposta é simples… a massificação dos videojogos e a procura da obtenção do maior lucro possível, a qualquer custo. Mas a grande culpada é a mudança drástica dos hábitos de jogo das novas gerações de jogadores. Num curto espaço de tempo surgiu a vertente online dos videojogos, e desde que os custos de Internet ficaram acessíveis a qualquer carteira, o seu impacto foi de tal forma grande que poucos são os jogos que hoje em dia não trazem esta vertente, e ainda menos os que não a trazem e conseguem escapar a serem crucificados pela crítica.</p>
<p style="text-align: justify">Mas não me interpretem mal, o online veio trazer inúmeras vantagens, mas o seu abuso veio a trazer ao de cima um maior número de desvantagens, que transformou a indústria dos videojogos. Se a possibilidade de conseguirmos jogar com amigos independentemente da sua zona geográfica é bastante apelativa, esta possibilidade é obscurecida pelo facto de muitos optarem por este estilo de jogo com irmãos no quarto ao lado, ou vizinhos, quando facilmente se podia estar a conviver com todos na mesma sala, o que é certamente bastante mais saudável.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/11/gran_turismo_5_prologue_demo.png" alt="" width="296" height="336" /></p>
<p style="text-align: justify">E as produtoras de videojogos souberam ler bem o mercado, e o conteúdo single player começou a ser reduzido como forma de cortar custos e tornar mais célere a colocação de novos títulos no mercado. De facto ele foi tão drasticamente reduzido que grande parte dos videojogos de hoje se acabam numa questão de horas… e infelizmente esta redução grave na longevidade não se revelou como um problema, mas sim como uma oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify">Neste contexto surgem os Trophies/Achievements cujo único objectivo é o de aproveitar o lado mais mesquinho de todos os gamers, aquela satisfação pessoal que obtemos ao acabar por completo um jogo, ou o de simplesmente termos algum facto que comprove a nossa superioridade face a outros jogadores novos amigos e/ou rivais. E se inicialmente este conceito aumentava a competitividade nalguns jogos de forma saudável, rapidamente esta se corrompeu pelo simples facto de ter passado a ser obrigatório os jogos terem este tipo de troféus, nem que para isso se tenha que oferecer recompensas por actividades que não contribuem minimamente para o nosso crescimento como jogador e para o domínio do jogo em si.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/11/achievement_vs_trophies.png" alt="" width="400" height="195" /></p>
<p style="text-align: justify">Isto permitiu que os jogos que na prática tenham real conteúdo para uma ou duas horas de jogo consigam vender o título sobre o manto de uma grande longevidade, pois a isso são obrigados se quiserem ter o troféu das mil horas de jogo, sem o qual para todos os efeitos ainda não concluíram o título em questão.</p>
<p style="text-align: justify">Mas fãs do single player não desesperem, pois a indústria não vos esqueceu, e rapidamente surgiu outro conceito que vos permitem prolongar as tais uma ou duas horas de real conteúdo, e para tal apenas precisam de fazer downloads de conteúdo adicional e estão prontos para continuar a vossa saga. Ah, mas parem lá de esfregar as mãos em deleite porque me esqueci de vos dizer um pequeno pormenor, estes downloads adicionais já há muito perderam os títulos de patches, mods ou simples extras, ganhando uma estampa de DLC com uma etiqueta com alguns €s associada. Pois é, hoje em dia compram-se demos que depois se transformam em jogos com a adição de DLCs que saiem directamente da nossa carteira, e o pior é que nem de perto nem de longe se aproximam do antigo conceito de Expansão… ou se calhar sim pois adicionam ao jogo tanta longevidade como o original…</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/11/littlebigplanetdlcfail.png" alt="" width="240" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify">Mas os problemas não se ficam por aqui, pois estes DLCs também vêm eles carregados de troféus, e tanta riqueza em troféus transformou o mundo dos videojogos numa competição acérrima de quem têm mais, e os videojogos passaram a ser vistos como algo descartável, algo que se compra, se joga até se ter todos os troféus registados na nossa conta, e rapidamente se vende para se conseguir comprar o próximo jogo cujos troféus ainda não possuímos,  seja ele qual for, isso não é muito relevante.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/11/photo_21620_20101012.jpg" alt="" width="190" height="269" /></p>
<p style="text-align: justify">Desta forma, a estima pelos jogos referida  anteriormente perde-se, e o valor dos jogos físicos dilui-se e de que maneira. Isto permitiu a proliferação da venda de jogos no formato digital, permitindo-lhes uma drástica redução nos custos, que apenas é visível de uma forma irrisória ao consumidor mais atento. Mas o comodismo e o estilo de vida tornam este mercado bastante apetecível, e poucos pensam realmente nas suas desvantagens, e essa inconsciência ainda vai apresentar uma factura bastante cara daqui por uns anos. Até lá façam vigas para que pelo menos as pequenas produtoras, que não conseguiriam suportar os custos iniciais de uma distribuição física, consigam usufruir deste novo canal de distribuição, pois precisamos urgentemente de inovação e de qualidade de conteúdos, e não me parece que sejam as grandes companhias a fazê-lo, visto ser mais fácil, e bem mais lucrativo repetir constantemente a mesma fórmula, mas com uma pitada de melhores gráficos obviamente.</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar este e mais artigos na 3ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/40912428/PUSHSTART-N3</a></p>
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		<title>Blue Dragon: Awakened Shadow</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 16:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos]]></category>

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		<description><![CDATA[Blue Dragon: Awakened Shadow é o terceiro título de uma franchise relativamente recente que têm enfrentado bastante críticas devido ao facto de mudar radicalmente o gameplay de cada título que lança. Embora por um lado se perceba a sua tentativa de encontrar um nicho de mercado onde se consiga afirmar como um título “must have”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/955449_146224_front.jpg" alt="" width="410" height="367" /></p>
<p style="text-align: justify">Blue Dragon: Awakened Shadow é o terceiro título de uma franchise relativamente recente que têm enfrentado bastante críticas devido ao facto de mudar radicalmente o gameplay de cada título que lança. Embora por um lado se perceba a sua tentativa de encontrar um nicho de mercado onde se consiga afirmar como um título “must have”, até o conseguir fazer está a alienar os fãs actuais. E com as constantes mudanças dificilmente alguém acompanha o enredo do princípio ao fim, pois mudam os géneros e os novos títulos perdem o seu interesse para os jogadores menos flexíveis.</p>
<p style="text-align: justify"><span id="more-1424"></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/955449_20100309_790screen001.jpg" alt="" width="474" height="328" /></p>
<p style="text-align: justify">No meu caso, esta franchise apenas me despertou o interesse nos moldes em que se encontra actualmente. Blue Dragon: Awakened Shadow é um RPG de acção onde controlamos a personagem principal, que criamos no inicio do jogo, e partimos para a aventura, auxiliados por um máximo de duas personagens, dentro de um leque variado que vamos conhecendo no desenrolar no jogo.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/awakened.jpg" alt="" width="288" height="373" /></p>
<p style="text-align: justify">A história dá seguimento aos eventos dos títulos anteriores, e os seus heróis, como Shu, Kluke e  Jiro, encontram-se agora a viver pacificamente na cidade de Neo Jibral. Desde então,  a cidade têm vivido tempos pacíficos, o que permitiu que até o mais comum dos habitantes tenha conseguido aprender como controlar as suas sombras, e usá-las para facilitar as actividades do seu dia-a-dia. Mas os tempos de paz e sossego estão a chegar ao fim, e um raio de luz misterioso propaga-se pelo céu e inexplicavelmente todos os habitantes perdem a sua habilidade de controlar as sombras. Ao mesmo tempo, acordamos numa espécie de cápsula, numa base subterrânea debaixo de Neo Jibral . Sem memória, ou qualquer ideia do que se está a passar na superfície, divagamos pelos corredores vazios até por obra do destino chegarmos a um elevador que nos leva à superfície. Já na superfície encontramo-nos com Shu, Jiro, Kluke e descobrimos que por alguma razão somos a única pessoa capaz de controlar a sua sombra, e que a conseguimos partilhar com os nossos amigos. Juntos partimos para a aventura, tentando recuperar a nossa memória perdida e desvendar o mistério à volta do desaparecimento das sombras.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/4372795796_89c859cd1a_o.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify">Confusos? É normal, pois este é daqueles títulos onde sentimos que por várias vezes estão a assumir que  possuímos certos conhecimentos, não explicando certos pormenores importantes, e onde existem inúmeras referências a eventos passados que simplesmente desconhecemos .</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/untitled-1.png" alt="" width="458" height="344" /></p>
<p style="text-align: justify">A jogabilidade apresenta um dilema, visto que os controlos são bastante intuitivos e rapidamente estão a dominar os bloqueios, ataques e esquivos , o que é bastante positivo. Todavia, para derrotar inimigos mais fortes e os populares “bosses” torna-se obrigatório contarem com a ajuda dos vossos parceiros, e aqui reside um grande problema, pois a sua IA está muito fraca, fazendo com que o suporte que nos providenciem seja uma incerteza constante, totalmente fora do nosso controlo. Tendo em conta que uma das premissas do jogo é o de seleccionar convenientemente os nossos aliados para conseguir produzir uma melhor réplica face ao tipo de adversário, isto torna-se bastante desapontante pois os nossos aliados não produzem o comportamento esperado.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/untitled-2.png" alt="" width="478" height="366" /></p>
<p>Os gráficos e as “cutscenes” estão a um bom nível tendo em conta as características da DS. Em termos de personalizações, ao criar o vosso personagem têm algumas propriedades que podem mudar, como o estilo do cabelo, olhos, etc.., mas parece que não houve um grande esforço para introduzir um mínimo de variedade. Por outro lado, o equipamento do nosso personagem reflecte o seu visual quer no decorrer normal do jogo como nas “cutscenes”, o que é muito interessante, mas que acaba por também ficar manchado pelo mesmo não acontecer com os nossos aliados. Ao longo do jogo podem também desbloquear novos penteados e emblemas, o que aumenta ligeiramente o nível de personalização.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/blue-dragon-awakened-shadow-3.jpg" alt="" width="239" height="360" /></p>
<p style="text-align: justify">O jogo conta com um sistema de “crafting” bastante interessante e simples de aprender e até mesmo dominar, o que nos leva por muitas vezes à caça de ingredientes específicos para melhorar o nosso equipamento, e ao mesmo tempo desperta o coleccionar que há em nós e passamos bastante tempo a criar equipamento diverso para completar a sua colecção ou simplesmente ver como fica a aparência do nosso personagem. Isto, e as side-quests permitem aumentar significativamente a longevidade do jogo, mas têm o efeito de dispersar a nossa atenção daquilo que é mais importante… o desenvolvimento da história principal.</p>
<p style="text-align: justify">No geral, Blue Dragon: Awakened Shadow é um bom jogo, mas contém bastante pormenores irritantes que nos impedem de ficar horas a fio a jogar, o que é suficiente para em última análise colocar algumas reticências para quem o está a pensar comprar, especialmente tendo em conta as outras alternativas presentes no mercado.</p>
<h2><strong>Pontuação</strong></h2>
<p>Jogabilidade: 3</p>
<p>Gráficos: 4</p>
<p>Som: 3+</p>
<p>Longevidade:3+</p>
<p>Veredicto final: 3</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank"><img src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p>Relembro que podem consultar esta e mais análises na  2ª Edição da revista PUSHSTART:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2</a></p>
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		<title>TorchLight</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Oct 2010 08:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Izilthir</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos PushStart]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Indie]]></category>

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		<description><![CDATA[O TorchLight é um RPG de acção, um dungeon crawler, um hack’n’slash, e é sem dúvida muito bom. O jogo oferece-nos uma jogabilidade alucinante, dotado de uma fluidez e acção impressionante, é capaz de nos prender por horas a fio sem dar-mos pelo tempo a passar. História O seu nome provém da cidade principal do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight-cover.jpg" alt="" width="300" height="420" /></p>
<p style="text-align: justify">O TorchLight é um RPG de acção, um dungeon crawler, um hack’n’slash, e é sem dúvida muito bom.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo oferece-nos uma jogabilidade alucinante, dotado de uma fluidez e acção impressionante, é capaz de nos prender por horas a fio sem dar-mos pelo tempo a passar.</p>
<p style="text-align: center"><span id="more-1402"></span><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlightd_1024x768.jpg" alt="" width="491" height="269" /></p>
<h2 style="text-align: justify">História</h2>
<p style="text-align: justify">O seu nome provém da cidade principal do jogo, TorchLight, que foi fundada após a descoberta de um grande depósito subterrâneo de Ember,  um metal precioso e imprescindível para a prática da alquimia. Devido ao Ember, a cidade depressa atrai muitos mineiros e aventureiros à sua procura, e a sua exploração massiva depressa desperta o seu lado sombrio. O Ember é capaz de encantar qualquer tipo de equipamento, mas também pode ser usado para corromper quem o usa. Quem entra na mina à procura de Ember depressa descobre os efeitos nefastos que o mesmo teve com as civilizações que os antecederam. Neste cenário surge Syl, uma aprendiz de feiticeira que chegou a TorchLight à procura do seu mestre, Alric, que desapareceu quando investigava os acontecimentos estranhos na mina de Ember. Compete-nos agora ajudar Syl a encontrar o seu mestre e descobrir os mistérios à volta desta mina…</p>
<p style="text-align: justify">A história é simplista, servindo apenas para contextualizar as diversas ruínas de civilizações com as quais nos deparamos ao explorarmos a mina de Ember, e para justificar a chacina que ainda está por vir. Contudo não é algo que tire valor ao jogo, pois não é de longe um dos principais atractivos  deste género .</p>
<h2 style="text-align: justify">Jogabilidade</h2>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/1-year-inventory.png" alt="" width="484" height="302" /></p>
<p style="text-align: justify">A jogabilidade é bastante boa, fazendo lembrar bastantes RPG’s que o precederam. Em especial, as suas semelhanças com Diablo saltam claramente à vista, e facilmente reconhecem elementos como town portal scroll’s, identify scroll’s, armas socketed e runas, equipamento mágico, raro e agrupado em sets, etc. Aliás até a própria cidade de TorchLight têm elementos que nos fazem lembrar as cidades de Diablo, sendo que o elemento mais evidente é o vendedor de itens não identificados, onde podem tentar a vossa sorte na compra de itens valiosos… ou então lixo desnecessário… e tudo em troca de uma módica quantia é claro. Em termos de jogabilidade destaco ainda o facto de os nossos inimigos não ficarem estáticos à espera que os confrontemos, podendo aparecer de balcões, tendas e outros esconderijos quando menos se espera.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight_pistols_1.jpg" alt="" width="482" height="275" /></p>
<p style="text-align: justify">Os controlos são bastante simples, seguindo a tradição do clique de botão esquerdo do rato para nos movimentarmos e atacarmos, e o direito para usar magia e skills.</p>
<p style="text-align: justify">O jogo conta também com um sistema de fama, que vai subindo à medida que acabamos as quests e derrotamos os chamados “named enemies”, e desta forma passamos de ser um total desconhecido a um campeão reconhecido pela cidade de TorchLight. Pralém do sistema de fama, também existe o popular sistema de pets, havendo à escolha um cão, um gato, e em algumas edições um furão. Este sistema é sem dúvida uma grande mais valia para o jogo, pois permite não só termos uma mochila secundária carregada pelo nosso animal,  como enviá-lo de volta a cidade para vender os itens que carrega, evitando as terríveis viagens à cidade para vender “tralha”. Mas se pensam que o animal é apenas uma mula de carga estão enganados, pois ele auxilia-vos ferozmente na luta, e é até capaz de aprender alguns feitiços, como os populares curativos.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/ilurbferret.jpg" alt="" width="645" height="403" /></p>
<p style="text-align: justify">TorchLight apresenta uma grande diversidade de equipamento e armas, e que podem ser melhoradas através do uso de gemas ou então de encantamentos. O jogo também traz consigo um mini-jogo de pesca, que oferece recompensas como equipamento e peixes capazes de conferir poderes adicionais ao vosso animal, embora que apenas temporariamente.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight-fishing.jpg" alt="" width="550" height="344" /></p>
<p style="text-align: justify">Existem três classes de personagens por onde escolher: Alchemist, o mágico de serviço, Destroyer, a personagem melee,  e Vanquisher, a arqueira/rogue.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlight_classes-1024x588.jpg" alt="" width="491" height="282" /></p>
<p style="text-align: justify">O desenvolvimento da nossa personagem também não traz nada de muito novo, sendo que quando acabamos quests e matamos monstros ganhamos experiência, e ao subir de nível ganhamos os típicos stat e skill points. Pode-se distinguir um pouco por haver bastantes skills transversais a todas as classes, o que permite o uso de magia na personagem melee, etc.</p>
<p style="text-align: justify">As quests e side-quests não trazem nada de novo ao jogo, sendo apenas A razão para andarmos a explorar todos os cantos da mina, mas para os exploradores mais intrépidos e para os que não deixam nada por espreitar, nem é preciso ler o conteúdo delas, pois mesmo sem se esforçarem irão concluí-las no decorrer normal do jogo.</p>
<h2 style="text-align: justify">Gráficos</h2>
<p style="text-align: justify">Os gráficos são bastante apelativos, apresentando um estilo bastante cartoonesco, e oferecem-nos uma diversidade relativa, pois embora o jogo seja um dungeon crawler, o facto de nos deparamos com diversas civilizações ao explorar a mina acaba por conseguir mudar o seu aspecto várias vezes ao longo do jogo. Outro aspecto positivo é o facto da aparência do nosso personagem variar de acordo com o seu equipamento, o que se torna bastante interessante.</p>
<p style="text-align: justify">Em termos de cenários, monstros e armas, o jogo parece ter fundido o género medieval com o steampunk, e somos confrontados com uma mistura de goblins, espadas, espingardas, robôs, etc.</p>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/e3-bridge-fight-troll-lava.jpg" alt="" width="605" height="378" /></p>
<h2 style="text-align: justify">Som</h2>
<p style="text-align: justify">Embora os efeitos sonoros não sejam particularmente fora de série, a música é surpreendentemente boa, envolvendo-nos completamente no jogo, nos seus cenários arrebatadores e no ritmo efusivo do combate.</p>
<p style="text-align: justify">
<h2 style="text-align: justify">Overview Final e Pontuação</h2>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/torchlighte_1024x768.jpg" alt="" width="430" height="323" /></p>
<p style="text-align: justify">O único grande senão deste jogo é o facto de ele não oferecer a possibilidade de jogar em multiplayer, o que é uma pena, pois conseguiria elevar o jogo a um outro patamar de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify">Resumindo, o jogo utiliza bastante bem os pontos fortes deste género, e embora não traga consigo grandes inovações, oferece-nos uma jogabilidade viciante,  repleta de acção e muita diversão. A simplicidade das quests, e o facto de estarmos sempre a explorar a mesma mina, pode tornar o jogo algo repetitivo para alguns, mas a grande parte acaba por não padecer deste mal, correndo de volta à mina sempre que podem à procura de um loot melhor. Os fãs de  RPG’s de longa data poderão achar o jogo algo fácil, e existem vários elementos como os encantamentos que propiciam esta situação, mas o jogo têm maneiras surpreendentes de nos cativar e minimizar este facto.  Mesmo sem a vertente multiplayer, este é sem dúvida um título imprescindível para os fãs do género, e garanto que é impossível arranjar melhor a um preço tão reduzido.</p>
<h3>Pontuação:</h3>
<p>Jogabilidade: 4+</p>
<p>Gráficos:  4</p>
<p>Som: 5</p>
<p>Longevidade:  3+</p>
<p>Nota final: 4+</p>
<h2>PUSHSTART</h2>
<p>Como muitos devem ter reparado, este foi outro dos artigos com os quais contribui para a revista PUSHSTART.</p>
<p>Não o reconhecem? Não me digam que ainda não foram ler na íntegra a 2ª Edição da revista PUSHSTART? Em baixo deixo o link&#8230; assim não há desculpas <img src='http://rumblepack.com.pt/retrogaming/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank"><img class="alignleft" src="http://retrograming.files.wordpress.com/2010/10/pushstart.png" alt="" width="200" height="29" /></a></p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2" target="_blank">http://www.scribd.com/doc/38601343/PUSHSTART-N2</a></p>
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