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Arquivo da categoria ‘Mãos na Coisa’

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Dragon Quest IX (DS)
Por: gr9yfox | 31 de Julho de 2010 às 15:59

[youtube]ct1fkxsLv6I[/youtube]

Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies: bons gráficos, aspecto cell-shaded e cores saturadas. Mais uma vez, as personagens de um Dragon Quest são desenhadas por Akira Toriyama, e isso quer dizer que todas parecem figurantes rejeitadas de Dragon Ball Z. Para aumentar o desinteresse pelas personagens, como estas são criadas pelo próprio jogador, não têm qualquer história, personalidade ou contexto naquele mundo.

As lutas apresentam uma câmara em movimento e as personagens aparecem na sequência de combate (parece que se tornou tradição desde o DQVIII), que continua a ser por turnos. As criaturas são mostradas no mapa quando caminhamos de uma cidade para outra e, felizmente, dá para evitar os odiados (por mim, pelo menos) random encounters. Resta saber se, com o avançar do jogo, é preciso fazer grind para poder enfrentar bosses. Há também trocadilhos em todo o lado: nos nomes de NPCs, cidades e monstros inimigos.

Já tive vontade de comprar este jogo, mas bastaram 5 minutos para perceber que não é para mim. Já não tenho paciência para JRPGs…

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com NBA Jam (Wii)
Por: Kamikaze_Tutor | 31 de Julho de 2010 às 14:24

Enquanto me preparava para escrever este texto começava a aperceber-me que de todos os jogos presentes no evento da Nintendo que eu tinha alguma expectativa, NBA Jam foi o que mais me desapontou.

O antigo NBA Jam Tournament Edition é um dos poucos jogos relacionados com desporto que hoje em dia ainda penso para mim mesmo “sim, já ia uma partidinha”. E quando saiu a notícia que a Electronic Arts tinha comprado os direitos da franchise à moribunda Midway, fiquei empolgado com a ideia de uma nova versão com efeitos gráficos mais espalhafatosos – coisa este jogo tem, mas eu não experienciei nada disso.

Tudo que tenho a dizer de bem sobre o jogo, é do que já tinha visto antes de ir a Lisboa ao evento Post-E3. As animações são bastante fluidas e divertidas e a câmara mostra muito mais da acção, ao contrário de versões antigas de NBA Jam onde os jogadores ocupavam grande parte do ecrã quando este já estava a abarrotar de ícones gigantescos.

[gtrailer]101701[/gtrailer]

O essencial é que não estava em pleno funcionamento nesta demonstração. Os jogos são feitos por equipas de dois e se não houver uma pessoa por jogador, a inteligência artificial toma controlo do resto. Mas de inteligente não tem nada quando não sabe desmarcar-se e fica feito parvo à espera da bola, com o outro CPU atrás dele, pronto a empurrá-lo e roubar-lhe a bola. Depois temos os controlos com que eu simplesmente não conseguia fazer afundanços. Para saltar em direcção ao cesto tinha de levantar o Wii Remote e baixá-lo para encestar, mas experimentei todo o tipo de timings e nada.

Tudo o que ouço e leio sobre o jogo é prometedor: desde batalhas contra bosses como Magic Johnson a fazer literalmente magia, teleportando-se dum lado para o outro do ecrã, à presença de velhas estrelas como Shaquille O’Neal, Kevin McHale e o maluco do Dennis Rodman. No fim estava mesmo aborrecido quando pousei os comandos após uma segunda tentativa; espero que isto seja apenas uma má build do jogo e que a EA Canada aproveite o tempo que tem até ao lançamento do jogo a 5 de Outubro deste ano.

A sério EA, a sério…

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Sonic Colours (DS)
Por: Kamikaze_Tutor | 31 de Julho de 2010 às 10:00

[youtube]ZOdbTa6YY8Y[/youtube]

Antes do evento Post-E3 da Nintendo, a única coisa que sabia sobre a versão Nintendo DS de Sonic Colours era que existia. Desconhecia o estilo de jogo e quem estava a fazê-lo. Fiquei surpreso ao ver que se tratava de mais um Sonic da série Rush, desde a música ao modelo 3D do próprio ouriço. E sim, é a Dimps que está a tratar deste título, parece que a empresa está dividida entre este projecto e o Sonic 4. Deve ser cá um enjoo lá por aqueles escritórios.

Nesta demonstração reparei que a mecânica de truques para aumentar o boost não estava presente, em vez disso era necessário libertar aliens azuis como na versão Wii. Não vejo isso como um problema porque para executar esses truques nos jogos anteriores tinha que pressionar o botão R constantemente, o que acabava por me causar cãibras enquanto segurava a minha DS Lite.

As novidades deste jogo são a adição do sistema de lock-on presente nos títulos 3D de Sonic e os novos poderes alienígenas, que são activados no botão X. Creio que nesta demo só estava presente um poder, que permite Sonic ficar em chamas e executar vários saltos seguidos.

Para além de mencionar que o boss da zona disponível tinha o mesmo formato de arena circular dos outros Sonic Rush, não há mais a referir para além do meu desejo que não haja tanta história a empatar a acção como nos jogos anteriores e que não inventem níveis idiotas como estão a fazer com o Sonic 4.

Para que raio preciso deste carro estúpido?!

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Super Scribblenauts (DS)
Por: Kamikaze_Tutor | 30 de Julho de 2010 às 15:54

[gtrailer]101426[/gtrailer]

Scribblenauts saiu em Setembro passado e, embora trouxesse consigo uma premissa interessante, estava muito mal executado: o controlo da personagem era errático e impreciso e os níveis facilmente abusados com uma única combinação de itens.

Quase um ano depois, a 5th Cell regressa de mais uma leitura extensiva de dicionários e promete uma sequela que resolve todas as queixas relativas ao primeiro jogo.

A primeira coisa que fiz foi procurar a opção para mudar o controlo para o dpad e a diferença é ridícula – nem percebo porque é que o controlo através da stylus ainda é uma opção, a vossa DS devia arder se o escolherem.

A característica principal de Super Scribblenauts é a adição de adjectivos que vem dar alguma diversificação às centenas de itens do jogo anterior que, apesar de terem um aspecto diferente, faziam todos a mesma coisa.

Uma pistola que dispara balas com asas e uma carrinha assassina,
jogo para crianças anoCtem

Depois de andar a experimentar umas quantas combinações idiotas, decidi testar os níveis do jogo e fiquei com a sensação de que estes pretendem que puxemos mais pela cabeça.

O primeiro nível coloca o herói Maxwell no fim de uma enorme fila no lançamento do seu próprio jogo, sendo o desafio passar à frente de todos uma vez que as cópias são limitadas. Primeiro, tentei simplesmente passar pelas pessoas mas estas começaram a ficar irritadas, o que resultou logo num game over. De seguida, experimentei criar um T-Rex Esfomeado mas, mais uma vez, falhei porque não foi simpático da minha parte que o bicho andasse a mastigá-los. Finalmente, lá reparei no ícone da lupa e comecei a analisar o tipo de pessoas que estavam na fila tendo descortinado que tinha de lhes dar algo com significado para eles. Então, criei uma Encomenda que dei ao Homem de Entregas,  ofereci uma Metralhadora ao Soldado, e desejei que ele começasse aos tiros a toda a gente – e assim sucessivamente.

O segundo nível é basicamente um nível de plataformas, de aspecto inspirado nos jogos do Super Mario, provando-se que o novo método de controlo (dpad) não é uma escolha. Existem tartarugas enormes, plantas carnívoras e blocos que largam itens ao serem atingidos, incluindo uma Starite, que é a recompensa de terminar cada puzzle.

Eu fiquei rapidamente aborrecido com o primeiro Scribblenauts mas o ambiente controlado desta sequela, reavivou o interesse que tinha por um novo jogo. Agora é só esperar pelo lançamento em Outubro deste ano para continuar a divertir-me com o meu Veado Voador Agressivo com Lança Mísseis.

Mãos na Coisa: Super Mario Galaxy 2
Por: emogrumpyuke | 11 de Junho de 2010 às 20:30

O homem que anda resgatar a princesa há mais de duas décadas voltou ao serviço — até porque ele não parece ter outra alternativa –, desta feita em 3D.

A convite da Nintendo Portugal, coloquei as mãos no Super Mario Galaxy 2, algo potencialmente perigoso atendendo às minhas mãos serem mais amigas do Sonic do que do Mario. Podem conhecer as minhas impressões sobre o jogo no seguinte vídeo.

[youtube]ga32rcwpVic[/youtube]

Download do vídeo aqui.

A par do Bayonetta, é um dos poucos exemplos que surgem hoje em dia de jogos divertidos e gratificantes desde o primeiro momento em que os começamos a jogar. E quem sabe o que é ser seguista como eu, percebe bem o quão é difícil para mim estar a dizer bem de um jogo do Mario.

E porque o humor é um dos grandes detalhes do jogo, fiquem com algumas imagens exemplificativas depois do clique.

(Super Mario Galaxy 2 é um exclusivo Wii — Sherlock at full force here. A partir de hoje, dia 11 de Junho, podem encontrá-lo à venda nas lojas da especialidade).

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Mãos na Coisa: Monster Hunter Tri
Por: emogrumpyuke | 3 de Junho de 2010 às 00:17

O Rumble Pack colocou de lado a conversa fiada e, a convite da Nintendo Portugal, foi botar as mãos em cima do jogo da Wii de monstrinhos mortos com espadas fodásticas — Monster Hunter Tri.

Esqueçam as cinco páginas de texto cheias de histórias da carochina para dar o ar de “percebo bué de videojogos”, e vejam em vídeo as impressões sobre a minha experiência com o jogo.

[youtube]RosFNhk1Tn4[/youtube]

Download do vídeo (97MB)

Apesar das falhas na jogabilidade (que os mais hardcore da série defendem em plenos pulmões que são aquilo que define Monster Hunter), quem gosta deste tipo de jogos com passo lento, cooperativos e com muita, muita coisa para fazer, pode bem vir a ter no Monster Hunter Tri o seu próximo adeus à vida social.

Monster Hunter Tri saiu no passado dia 23 de Abril em Portugal e é um exclusivo Wii. Mais informações sobre o jogo aqui.

Evento de Pré-Lançamento Fable II – Mãos na coisa
Por: Kamikaze_Tutor | 20 de Outubro de 2008 às 23:11

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– Expressão do dia: “Sequela anterior”. Eheheh. –

 
No passado dia 17, escondido num canto do novinho CLASH Lisbon Extreme Show, um evento que reuniu desportos extreme, música, arte e cultura urbana num espaço comum, lá se encontrava o Fable II, numa zona fechada à imprensa onde estranhamente o Rumble teve acesso.

Devo confessar que não fui fã do Fable anterior, é raro ingerir hype como muitos pessoas e quando deixei o jogo de lado, não foi por desilusão perante o que havia sido prometido e não cumprido, mas sim porque o jogo não se distanciava muito de outras aventuras semelhantes e decorria num mundo bastante fechado.

Nem sequer havia sentido então qualquer brisa da hype desta sequela. De modo a evitar fazer figuras tristes, passei a quinta-feira antes do evento a mastigar vídeos e artigos sobre o jogo em questão. Surpresa para mim, fiquei interessado em experimentar o jogo.

Uma panóplia de transportes públicos mais tarde, lá chegámos eu e o Alarka ao CLASH e ia-mos ficando à porta por falta de identificação que eles aceitassem como apropriada. Enquanto esperámos, lá fomos oferecendo apoio técnico a um segurança que não conseguia jogar em casa o seu Battlefield 2142 sem o actualizar primeiro.

Quase que numa excursão, demos um passeio rápido pelo show antes de agarrar nos comandos das duas Xbox 360 que expeliam os altes gráfiques do Fable II.

– Caganita de pardal à matrix? Estou vendido! –

Cliquem para o resto do artigo e mais um filme a não perder!

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MyGames Zon: Gears of War 2 – Mãos na coisa
Por: emogrumpyuke | 10 de Setembro de 2008 às 14:29

Finalmente depois da fumarada, dos flashes, dos senhores de camuflado e espingardas de plástico e até o senhor da net (dito como só ele sabe dizer “net”) da Sic na fila da frente, seguiu-se uma breve mas até bastante entusiasmada introdução ao jogo e das novidades Microsoft pela Sofia Tenreiro, responsável pela divisão de entretenimento da Microsoft Portugal.

“don’t worry m’am! we have toys and we’re not afraid to use them!”

É sempre bom saber que somos uns felizardos por sermos os primeiros a nível europeu a ter o Gears of War 2 presente num grande evento. Para quem não sabe, o jogo não esteve presente na GC em Leipzig uma vez que a venda do jogo está banida na Alemanha. Ganhamos nós e perdem os alemães que nem mesmo sendo adultos se safam de só poderem meter as patinhas no jogo importando-o na data de lançamento. Mal por mal ainda vale a pena viver em Portugal…

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Confesso que ficámos com algumas dúvidas quanto aos “1080 pixeis” e aos “hardgamers”…
Ficámos também a saber que apesar de não quererem divulgar números, a base instalada da Xbox 360 em Portugal duplicou nos últimos 16 meses. Só resta saber se a base instalada de há 16 meses era “muito pouco”, porque o dobro de “muito pouco” continua a ser “pouco”…
Mais importante, em entrevista ao Rumble Pack no fim da apresentação, Sofia Tenreno quando questionada sobre a agressiva política de marketing da SONY, disse-nos que algumas decisões são tomadas a nível europeu e foi decidido que a Microsoft irá investir agressivamente no mercado português e aproximar-se mais dos jogadores. A duplicação da base instalada e o patrocínio do evento são apontados como primeiros frutos desta nova política que começou à cerca de um ano com uma nova equipa de marketing, representando este evento o marco de consolidação deste, digamos, come back da Xbox360 em Portugal.

Voltando ao Gears 2: passou-se à apresentação e demonstração propriamente dita do jogo pelo XboxTeamPortugal que começou de maneira bem menos entusiasmante e onde a palavra de ordem foi “afinação”. Não digo que não seja importante mostrar o detalhe dos gráficos do jogo mas é um bocado chato ver areia a escorrer dos sacos-barreira a ocupar tanto tempo no ecrã. À medida que a apresentação decorria, foi ficando bem mais interessante quando já todos estavam mais relaxados enquanto se viam personagens a desfazerem-se em mil pedaços e a mensagem passava mais naturalmente.

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Até que chegou a vez da imprensa experimentar o jogo, incluindo o Rumble Pack, imagine-se a tragédia. O número de vezes que joguei o primeiro Gears pode ser contado pelos dedos de uma mão e o tempo passado com este também não foi muito, por isso encarem este hands-on como uma descrição mais simples vindo de alguém novo ao franshise.

Antes de mais, convém lembrar que apenas tivemos acesso ao multiplayer no mapa River e no modo Submission. A campanha fica para quando me apetecer dar 75€ pelo jogo…

A nível gráfico à primeira vista as diferenças poderão parecer poucas em relação ao jogo anterior, mas a verdade é que a “draw distance” está visivelmente maior. Também os elementos destrutíveis do mapa como carros e barris saltam mais à vista e os efeitos de luz e disparo das armas estão ainda mais “eye candy”. Também os personagens têm novas animações incluindo finishers. O sangue esse continua a jorrar a prantos e a sujar o ecrã. E apesar da build estar longe de ser recente a verdade é que a framerate estava sólida e tudo já tinha um aspecto extremamente polido. Tendo em conta que muitas vezes elementos gráficos são cortados dos modos multiplayer para favorecer a fluidez de jogo, isto faz-me antecipar a escala a que poderão chegar os gráficos no modo campanha.

- pena que não lhe tenhamos podido tocar… -

A nível de jogabilidade faz-me um pouco de confusão o spread dos tiros e o facto de só haver mira num modo de disparo próprio, mas isso já é herdado do primeiro jogo. Assim como outros elementos como o sistema de reload, “blind fire”, movimentos entre paredes e barreiras, etc. O que não é herança nenhuma e extremamente útil é o “meat shield” (leia-se, escudo humano) que não só serve de proteção para avançar mas também deu origem ao modo “Submission” derivado do velho “capture the flag”. Neste modo para além de podermos usar os adversários como escudos humanos, o objectivo é andar atrás de um NPC que faz o papel de bandeira e levá-lo para a base. O que não é tão fácil como parece porque o NPC tem IA e pode decidir defender-se para além de que a base está protegida por lasers.

- “cheiras mal pá!” -

Quem ficava frustrado de cada vez que era serrado ao meio (FAIL) no primeiro jogo agora pelo menos tem a possibilidade ripostar. Se ambos tentarem o ataque em simultâneo entra-se num duelo de chainsaw. Mas não pensem que podem aproveitar a troca de faíscas para travar amizade à vontade porque os duelos podem ser interrompidos por outros jogadores para se aproveitarem da situação. De qualquer forma, podem sempre ter a sorte como eu tive de encontrar o Abul como adversário e neste caso o duelo de chainsaw nunca ocorrerá, porque ele morre sempre primeiro XD.

- carreguem no B até sangrarem dos dedos! -

Mais do que as novas armas ou gráficos estas foram as duas novidades que mais se fizeram notar.

Como conclusão, o Gears of War 2 continua tão divertido e mais impressionante do que o primeiro e prova que não é preciso estar constantemente a reinventar a roda, podendo então a palavra “afinação” ser realmente aplicável, apesar de numa apresentação poder não ser das coisas mais entusiasmantes para se ouvir. Mas não esquecer que estamos a falar apenas do multiplayer. Com promessas de puzzles, resmas de inimigos no ecrã e até de cavalgadas em Brumacks veremos até que ponto o mesmo termo poderá ser aplicado ao modo campanha.

P.S. - E não é que se falou de jogos de verdade no Rumble Pack? Mue Dues, corram para as colinas!

Vídeo cortesia [ FNintendo ].

Por emogrumpyuke