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Arquivo da categoria ‘MyGames Zon 2k8’

MyGames Zon: Rumble Pack entrevista Tiago Sena
Por: emogrumpyuke | 10 de Setembro de 2008 às 19:00

No final da apresentação sobre In-Game Advertising, o Rumble Pack esteve à conversa com Tiago Sena, director comercial e de marketing da “MyGames”.

Porque é que não faz sentido a Hype!, as razões para o “MyGames” se ter focado apenas em projectos à volta do on-line mas o programa de TV ter ainda assim continuado, qual o número de revistas que a Hype! teria de vender para ter continuado no mercado e ainda a reafirmação de que se trata de uma suspensão da publicação da revista, são alguns dos pontos falados nesta pequena entrevista.

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Nunca tinha feito perguntas a ninguém, nem tinha planeado fazer qualquer entrevista antes de entrar na conferência. Sejam brandos comigo. Para a próxima sai melhor, prometo.

MyGames Zon: Gears of War 2 – Mãos na coisa
Por: emogrumpyuke | 10 de Setembro de 2008 às 14:29

Finalmente depois da fumarada, dos flashes, dos senhores de camuflado e espingardas de plástico e até o senhor da net (dito como só ele sabe dizer “net”) da Sic na fila da frente, seguiu-se uma breve mas até bastante entusiasmada introdução ao jogo e das novidades Microsoft pela Sofia Tenreiro, responsável pela divisão de entretenimento da Microsoft Portugal.

“don’t worry m’am! we have toys and we’re not afraid to use them!”

É sempre bom saber que somos uns felizardos por sermos os primeiros a nível europeu a ter o Gears of War 2 presente num grande evento. Para quem não sabe, o jogo não esteve presente na GC em Leipzig uma vez que a venda do jogo está banida na Alemanha. Ganhamos nós e perdem os alemães que nem mesmo sendo adultos se safam de só poderem meter as patinhas no jogo importando-o na data de lançamento. Mal por mal ainda vale a pena viver em Portugal…

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Confesso que ficámos com algumas dúvidas quanto aos “1080 pixeis” e aos “hardgamers”…
Ficámos também a saber que apesar de não quererem divulgar números, a base instalada da Xbox 360 em Portugal duplicou nos últimos 16 meses. Só resta saber se a base instalada de há 16 meses era “muito pouco”, porque o dobro de “muito pouco” continua a ser “pouco”…
Mais importante, em entrevista ao Rumble Pack no fim da apresentação, Sofia Tenreno quando questionada sobre a agressiva política de marketing da SONY, disse-nos que algumas decisões são tomadas a nível europeu e foi decidido que a Microsoft irá investir agressivamente no mercado português e aproximar-se mais dos jogadores. A duplicação da base instalada e o patrocínio do evento são apontados como primeiros frutos desta nova política que começou à cerca de um ano com uma nova equipa de marketing, representando este evento o marco de consolidação deste, digamos, come back da Xbox360 em Portugal.

Voltando ao Gears 2: passou-se à apresentação e demonstração propriamente dita do jogo pelo XboxTeamPortugal que começou de maneira bem menos entusiasmante e onde a palavra de ordem foi “afinação”. Não digo que não seja importante mostrar o detalhe dos gráficos do jogo mas é um bocado chato ver areia a escorrer dos sacos-barreira a ocupar tanto tempo no ecrã. À medida que a apresentação decorria, foi ficando bem mais interessante quando já todos estavam mais relaxados enquanto se viam personagens a desfazerem-se em mil pedaços e a mensagem passava mais naturalmente.

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Até que chegou a vez da imprensa experimentar o jogo, incluindo o Rumble Pack, imagine-se a tragédia. O número de vezes que joguei o primeiro Gears pode ser contado pelos dedos de uma mão e o tempo passado com este também não foi muito, por isso encarem este hands-on como uma descrição mais simples vindo de alguém novo ao franshise.

Antes de mais, convém lembrar que apenas tivemos acesso ao multiplayer no mapa River e no modo Submission. A campanha fica para quando me apetecer dar 75€ pelo jogo…

A nível gráfico à primeira vista as diferenças poderão parecer poucas em relação ao jogo anterior, mas a verdade é que a “draw distance” está visivelmente maior. Também os elementos destrutíveis do mapa como carros e barris saltam mais à vista e os efeitos de luz e disparo das armas estão ainda mais “eye candy”. Também os personagens têm novas animações incluindo finishers. O sangue esse continua a jorrar a prantos e a sujar o ecrã. E apesar da build estar longe de ser recente a verdade é que a framerate estava sólida e tudo já tinha um aspecto extremamente polido. Tendo em conta que muitas vezes elementos gráficos são cortados dos modos multiplayer para favorecer a fluidez de jogo, isto faz-me antecipar a escala a que poderão chegar os gráficos no modo campanha.

- pena que não lhe tenhamos podido tocar… -

A nível de jogabilidade faz-me um pouco de confusão o spread dos tiros e o facto de só haver mira num modo de disparo próprio, mas isso já é herdado do primeiro jogo. Assim como outros elementos como o sistema de reload, “blind fire”, movimentos entre paredes e barreiras, etc. O que não é herança nenhuma e extremamente útil é o “meat shield” (leia-se, escudo humano) que não só serve de proteção para avançar mas também deu origem ao modo “Submission” derivado do velho “capture the flag”. Neste modo para além de podermos usar os adversários como escudos humanos, o objectivo é andar atrás de um NPC que faz o papel de bandeira e levá-lo para a base. O que não é tão fácil como parece porque o NPC tem IA e pode decidir defender-se para além de que a base está protegida por lasers.

- “cheiras mal pá!” -

Quem ficava frustrado de cada vez que era serrado ao meio (FAIL) no primeiro jogo agora pelo menos tem a possibilidade ripostar. Se ambos tentarem o ataque em simultâneo entra-se num duelo de chainsaw. Mas não pensem que podem aproveitar a troca de faíscas para travar amizade à vontade porque os duelos podem ser interrompidos por outros jogadores para se aproveitarem da situação. De qualquer forma, podem sempre ter a sorte como eu tive de encontrar o Abul como adversário e neste caso o duelo de chainsaw nunca ocorrerá, porque ele morre sempre primeiro XD.

- carreguem no B até sangrarem dos dedos! -

Mais do que as novas armas ou gráficos estas foram as duas novidades que mais se fizeram notar.

Como conclusão, o Gears of War 2 continua tão divertido e mais impressionante do que o primeiro e prova que não é preciso estar constantemente a reinventar a roda, podendo então a palavra “afinação” ser realmente aplicável, apesar de numa apresentação poder não ser das coisas mais entusiasmantes para se ouvir. Mas não esquecer que estamos a falar apenas do multiplayer. Com promessas de puzzles, resmas de inimigos no ecrã e até de cavalgadas em Brumacks veremos até que ponto o mesmo termo poderá ser aplicado ao modo campanha.

P.S. - E não é que se falou de jogos de verdade no Rumble Pack? Mue Dues, corram para as colinas!

Vídeo cortesia [ FNintendo ].

Por emogrumpyuke

MyGames Zon: Lulz
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 10 de Setembro de 2008 às 02:29

O Rumble Pack encontrou o apagador de blogs mais conhecido das terras lusas, o shaca. Quisemos saber porque é que ele é assim. A resposta está no vídeo seguinte:

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O próximo vídeo foi filmado por ele, depois de saber que a bateria da nossa câmara de filmar tinha acabado :’( .

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MyGames Zon: Vídeo do 2º dia do evento
Por: emogrumpyuke | 9 de Setembro de 2008 às 23:23

Uma visita ao segundo dia do evento em forma de vídeo. Pessoal do Magic e de Cosplay a rodos.

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MyGames Zon: Vídeo da chegada ao evento
Por: emogrumpyuke | 9 de Setembro de 2008 às 21:19

Um vídeo desprovido de qualquer interesse da nossa chegada ao primeiro dia do evento. Aproveitem este post para comentar que nós temos a mania e etc.

Ainda assim, aqui fica o vídeo.

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MyGames Zon: Vídeo da mesa redonda "Criar Jogos em Portugal"
Por: emogrumpyuke | 9 de Setembro de 2008 às 15:07

No segundo dia do evento, o ponto mais interessante do dia foi uma mesa redonda sobre a criação de jogos em Portugal.

A conversa foi moderada por Rogério Jardim ex-Player, ex-PSM, ex-PlayStation 2 Oficial, e da última vez que eu vi ainda não era ex da Exame Informática, mas com tanta vontade em ser ex, eu não meto as minhas mãos no fogo. Participaram na conversa Pedro Silva da Ignite Games, Diogo Horta e Costa da Biodroid, Pedro Costa da RTS, e Paulo Gomes da GameInvest, respectivamente da esquerda para a direita.

A conversa foi longa mas eu achei interessante o suficiente para ouvi-la e reter três pontos. Primeiro, ao que parece, Portugal tem os recursos humanos sem défice de conhecimentos. Segundo, o que falta é dinheiro para investir. Terceiro, falam da Nintendo e de como ela veio escancarar as portas do ‘casual’ com os seus jogos focados na jogabilidade. Ou seja, isto começou a fazer na minha cabeça muita confusão porque eu não consigo, por mais que tente, associar o sucesso da Nintendo ao dinheiro, tendo a capacidade técnica. Eu a isto chamaria de “ter ideias” e seria o que faltaria então a Portugal.

Com intuito de esclarecer esta confusão instalada na minha cabeça, perguntei na entrevista que fiz com o Pedro Silva da Ignite Games, o que é que esta linha de raciocínio quer dizer exactamente e fiquei mais descansado com a resposta. Quando falam da falta de dinheiro em Portugal, está-se a falar de coisas enormes como 25mil euros…

Não tenho mais pontos para falar pois quando começaram a falar da Nintendo e do seu sucesso junto do público ‘casual’ apenas pelo lado do Game Design, obviamente que comecei a espumar da boca. A minha bombinha nintendista até entrou em colapso quando eu ouvi dizer que a Nintendo tem uma “máquina” (sentido figurado) que faz os seus jogos continuarem nos tops. É… agora é tão fácil falar da Nintendo. Pergunto-me o que era feito desta “máquina” nos tempos da PS2….

Quem quiser ver ou rever, é só dar uso aos seguintes vídeos.

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Fui só eu que achei gira a coincidência de todos terem falado na importância de ganhar credebilidade menos o senhor da Biodroid?

MyGames Zon: Vídeo da Conferência In-Game Advertising
Por: emogrumpyuke | 8 de Setembro de 2008 às 21:45

A primeira conferência do evento MyGames Zon esteve subordinada ao tema A publicidade nos videojogos (e darem nomes portugueses às coisas, não? Chamem o Camões e façam-no inventar palavras com certa urgência). Ela foi comandada por Bernardo Rodo da OMG Digital, empresa do Omnicom Media Group que está posicionada como pioneira neste mercado emergente no que toca ao mercado português.

Para quem quiser ver ou rever a conferência na integra, fica aqui o vídeo da mesma dividido em três partes.

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MyGames Zon: dia 2, revisão da matéria
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 8 de Setembro de 2008 às 01:20

Para o segundo dia do evento, era expectável muito mais gente até porque desta feita era fim-de-semana. Tal veio a verificar-se, com a zona central antes muito deserta, agora assustadoramente cheia de gente. Mas como sempre, para tudo há uma explicação. Afinal de contas era só o pessoal do Magic todo junto da zona central a rodar cartas com monstrinhos desenhados sob as mesas.

Mas em boa verdade era possível notar uma muito maior afluência de gente do que no primeiro dia, também muito por culpa dos vários torneios que iam decorrendo.

E é bom viver em Portugal. As coisas tendem a começar atrasadas e isso foi muito útil tendo em conta que chegámos 25 minutos atrasados em relação à hora prevista de começo do debate sobre Produção e distribuição de videojogos em Portugal – factores críticos de sucesso e este ainda não tinha começado.

O debate foi interessante, nem que fosse em último caso devido à capacidade do “só para rematar” do Paulo Gomes da GameInvest ter uma duração de cinco remates (ou seja, nunca mais se calava, percebam), para algum desespero do moderador, lol. Mas ver tanta gente a falar do ‘casual’ e o que falta em Portugal é dinheiro, começou a fazer muita confusão na minha cabeça, pelo que não resisti a anotar numa folha algumas linhas de raciocínio para no fim tentar fazer algumas perguntas. Esse alguém, acabou por recair sobre Pedro Silva, da Ignite Games, que amavelmente aceitou o nosso pedido para uma entrevista.

Só que neste momento eu choro a prantos, percebam. A máquina de filmar vacilou forte e feio :’( . Ainda assim parte da entrevista conseguiu-se salvar, pelo que mais tarde postarei o que resta da mesma.


momento serious business do dia

De seguida decorreu o evento Cosplay. Houve um concurso mas de facto escusavam de se ter dado ao trabalho, porque eu olhei para aquela gente toda e descobri logo quem ia ganhar. Até disse inclusivemente isso mesmo à rapariga, bem como, é claro, que depois ela teria de me dar um comando da Xbox 360 que ia ganhar, afinal de contas eu tinha-lhe aliviado a tensão da incerteza do vencedor ao prever o futuro.

Lumi, vestida de KOS-MOS, que se sagrou vencedora do concurso. Abul manja de cosplay, confirmem!

cosplay, serious business

cosplay i love you!!111

Houve também o lançamento nacional do Spore de onde há a retirar três ilações. A primeira é que do palco tentaram assassinar o emogrumpyuke com um cd voador. A segunda é que não contente com tal, quem o tentou matar chegou-se ao pé dele e tentou fazer-lhe crer que lhe estava a dar a versão final do Spore e que podia ir vendê-lo a três euros aos amigos na escola… é uma vontade de trabalhar que é uma coisa parBa.

Uma cara bonita e pouco mais

A terceira é óbvia. Pelo menos para nós. Para além de uma barulheira desgraçada de marketing, no Rumble Pack ainda ninguém conseguiu perceber a magia estratosférica do Spore. A nossa Review de ver anda a falhar :/ .

O segundo dia do evento também contou com o lançamento nacional do Fifa09. Bonecos a mexerem-se numa coisa verde no ecrã e “reparem como o Cristiano Ronaldo está posicionado neste livre!” OMFG ele está com as pernas afastadas como na vida real. Fifa09 é do outro mundo MUE DUES!!!.

E como não podia faltar, também houve o papo furado do costume cada vez que há um novo Fifa: revolução em relação ao anterior Fifa, que por sua vez já o havia sido em relação ao (…) que por sua vez já o tinha sido em relação ao Fifa94.

Ainda me lembro quando o encosto de ombro foi introduzido. Isso sim, são actualizações à homem. Agora fala-se em física dos jogadores diferente da da bola e nas pernas do Cristiano Ronaldo antes de bater um livre. A culpa disto tudo é da Nintendo que veio trazer o ‘casual’ e agora o Fifa só traz actualizações para meninos. Para quando o Bruno Alves a usar as costas dos adversários como uma escada? Para quando o Bynia a fresar pernas? Isso sim actualizações comparáveis a por exemplo um encosto de ombro.

De forma geral acabámos por achar muito “despidas” as apresentações dos jogos, até devido ao pouco público atento às mesmas e apesar da maior lábia do senhor da EA em relação ao senhor da Xbox Team Portugal na apresentação do GoW2. E como havia pouco mais para fazer, restou-nos ir ao que eu ouvi de chamarem de Jardim Zoológico devido aos gritos e às grades que circundavam o recinto. Puro engano de quem pensa assim: como eu me ri a ver o pessoal a jogar Counter Strike na parte da World Cyber Games!

E para finalizar a bela da fotografia dos criminosos do Rumble Pack.

MUE DUES. O SETH EXISTE!!111

Podem encontrar fotografias do evento no nosso flickr.

MyGames Zon: dia 1, Antevisão Gears of War 2
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 6 de Setembro de 2008 às 12:25

No caminho para o anfiteatro onde iria ocorrer a antevisão do jogo de queixo quadrado do ano no caixote, eis senão quando encontramos o Shaca. Tempo para parármos e fazermos a pergunta cirurgica:

“Shaca, porque é que és assim?”

Mais tarde colocaremos o vídeo com a resposta :P .

A conferência em si… bem nós no Rumble Pack não conseguimos chegar tão longe como a PTGamers ao ponto de chamar a apresentação de “cariz amadora” até porque por aqui ninguém tem a capacidade de fazer uma antevisão dum jogo sem nunca mencionar o nome do evento que lhes deu essa possibilidade. Mas diz que foi para os lados do Estoril, pelo que estou com uma fezada que tenham jogado GoW2 no mesmo evento que eu.

Mas digamos que faltou ali um pouco da lábia do Cliff B. da Epic quando este fala do GoW, bem como gente que soubesse jogar o jogo melhor do que eu. Pareciam só Abuls a jogar o GoW (eram 6 pessoas), ou seja, uma coisa parecida a smash button sem nexo.

As explicações dadas enquanto a demonstração do jogo ia decorrendo (desta feita ao encargo da Xbox Team Portugal) foram um pouco despidas de uma linguagem toda entusiasmante. Chegámos a essa conclusão quando reparámos nas várias vezes que foi mencionado que o jogo de queixo quadrado do ano (pelo menos é o que o marketing diz…) é uma “afinação do primeiro jogo do Gears of War”. A insistência na palavra “afinação” não é a coisa mais entusiasmante de se ouvir quando essa ‘afinação’ custa 70€. Todavia, deu para perceber a mensagem. Talvez os senhores da Epic pudessem ter dado umas frases carismáCticas para que a PTGamers tivesse saído mais contente da apresentação do jogo no MyGames… Como o outro diz, será inveja? Será do Guaraná?

Pelo meio da apresentação, olhem só quem é nós encontrámos lado a lado:

Esse exemplo de amizade carinhosa e afável: o Shaca sentado ao lado do Blaze, numa confertenização vibrante e alegre. De pronto preguntámos ao Blaze se ele ainda tinha para venda a Nintendo DS que o Shaca lhe queria oferecer, mas parece que nada disto era já importante.

Ao pedido de paz, Shaca consentiu deixando para trás das costas os tempos em que o Blaze era um “puto de nariz empinado” (21/07/08) não se tendo concretizado a ameaça de que “no dia que nos encontrarmos eu talvez te parta as trombas todas” (22/07/08). Tanto melhor porque a violência nunca resolve nada. Um bem haja ao profissionalismo.

Mas adiante. Nós jogámos o dito cujo, mas como já sabem, no Rumble Pack não se fala de jogos à lá serious business. É para isso que serve a concorrência.

A prova de que no Rumble Pack também jogamos (os moços de azul)!

Quanto muito fazemos uma review de ver. O jogo é muito bonito, sai areia dos sacos, os vidros dos carros são destruíveis tal como acontecia no Colin Mcrae Rally 2.0 da psx e jogado por gente que sabe, é bem melhor do que o visto durante a apresentação. Esperem 9.8 da IGN, 9.1 da Gamespot (alterado umas horas depois para um 9.9), 10.0 da EGM, 9.9999 da Gametrailers e um 8.0 da EDGE. Acho que mais do que palavras os números falam por si. E qual é o jogador que lê reviews para ver palavras afinal de contas, lol. (Mais tarde falaremos um pouco mais a sério. Mas só um pouco :P ).

E com o ponto alto do dia da antevisão do GoW2, terminou também a feira um par de horas depois sem grandes pontos de interesse mais, restando para quem quisesse uma visita mais detalhada da feira no tempo restante.

Podem encontrar fotografias do evento no nosso flickr.

MyGames Zon: dia 1, In-Game Advertising
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 6 de Setembro de 2008 às 12:04

A primeira conferência do dia foi sobre In-Game Advertising (IGA) que ficou dividida em duas partes. A primeira parte ficou ao encargo do Bernardo Rodo, da OMNICOM Media Group Portugal, que tentou demonstrar basicamente como a publicidade nos videojogos é algo fudónico. Para isso serviu-se de gráficos e slides bonitos para colocar em perspectiva como o IGA é algo que dá dinheiro em doses estratosféricas e o caminho é uma viagem até Marte, lá bem longe na terra dos lucros.

E tudo muito bonito (até gravámos a conferência toda, porque o senhor falou muito bem!), mas verdade seja dita que no meio de todos aqueles números esmagadores a favorecer os videojogos na questão da publicidade em relação aos restantes media, faltou dizer foi que no fim das contas ninguém vai comprar um jogo só porque este tem publicidade. Não é o facto do GTA 4 recriar virtualmente um mundo mais fiel à realidade contendo para isso a tal publicidade como existe na vida real, que faz do GTA4 o nosso GTAzão Quatrozão.

É agradável ao olho, mas pouca gente deixaria de comprar o jogo se em vez de McDonald’s por lá estivesse escrito “comidinha do Tio Manel”. O factor decisivo será sempre a qualidade dum jogo, sendo essa qualidade algo inerente a cada um, portanto um conceito amplo e subjectivo. A publicidade num jogo é acessória na proporcionalidade de imersão que é capaz de transmitir a um jogador como uma mais valia tão significativa ao ponto de ser determinante na hora de largar do bom e do melhor (79€!!).

Mas nós percebemos a ideia: nós (jogadores) gostamos de advertising nos jogos quando estes o têm, por isso alguém vai lucrar mais umas quantas centenas de milhões de dólares e tudo isto é igual a zOMFG, videojogos rulez!

A segunda parte ficou ao encargo de Tiago Sena, responsável do MyGames, que nos veio falar do que o grupo que lidera, está a fazer para capitalizar esse mercado forte que emerge, de advertising nos videojogos. Nesse sentido anunciou o primeiro ‘casual’ MMO português, sendo gratuito e tendo por base de sustentação precisamente o advertising. Mais detalhes aqui.

Claro que tanto foco no online e distribuição digital começou a fazer muita confusão na minha cabeça, pelo que no fim pedi ao Tiago Sena se seria possível uma pequena entrevista, à qual aceitou. O resultado da entrevista poderão vê-la mais tarde, sendo que esta girou à volta da distribuição no papel


O momento serious business do dia.

Podem encontrar fotografias do evento no nosso flickr.