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Posts com Tag de ‘Wii’

Ubisoft desmascara Nintendo: a Wii não passa duma Gamecube remodelada!
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 25 de Agosto de 2010 às 22:33

Depois de muitos anos de argumentação entre analistas e nintendistas, uma fonte oficial da Ubisoft veio colocar cobro à disputa argumentativa sobre se a Wii não passa de duas Gamecube juntas com fita cola — metaforicamente falando, claro.

Ocorre uma disputa semelhante entre appleistas
e anti-appleistas
devido ao iPad

Segundo Jonathan Lavigne, um brilhante game designer que desenha jogos na Ubisoft com carvão e a sua testa, eis o que é realmente uma Wii.

We’ll probably see Nintendo have the first real new console because they’ve really lasted a long time on refurbished Gamecubes with the Wii.

Que é como quem diz, a Wii não passa de uma Gamecube recauchutada. Finalmente, 4 anos depois do lançamento, temos a certeza que a Wii não passa de uma Gamecube disfarçada. Há muita gente que durante os últimos 2 anos tem tido receio de dizer o que há alguns anos dizia livremente, mas a censura da Nintendo é um polvo com tentáculos longos que tem oprimido a opinião dos especialistas. É bom ver que ainda há pessoas em 2010 com coragem para apontar o caminho da verdade.

Após este atestado passado por um especialista técnico em videojogos, alguém com conhecimento de causa, por contraste com a comum das pessoas sem qualquer conhecimento técnico sobre video(tracinho)jogos, espera-se que milhões e milhões atrás de milhões de milhões de casual gamers percebam que têm estado a jogar casual games numa Gamecube, e comecem a comprar os dispositivos das outras consolas para jogar casual games em altes gráfiques.

Se ao menos este jogo tivesse sido lançado em altes gráfiques,
tudo teria sido ridiculamente diferente
no que à qualidade diz respeito

Fonte [ GoNintendo ]

Nintendo Post-E3 Tour: Reviews de Ver – Parte 2
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 4 de Agosto de 2010 às 18:37

Como já referi anteriormente, nós também temos um lado humano. Felizmente os meus olhos são fantásticos e só com imagens tudo descobrem!

Just Dance 2, Fling Smash, Mario vs. Donkey Kong: Miniland Mayhem e Tetris Party Deluxe são as presenças notadas nestas Reviews de Ver pautadas pela verdade.

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Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na coisa – Kirby’s Epic Yarn e The Legend of Zelda: Skyward Sword
Por: Alarka | 4 de Agosto de 2010 às 12:00


Kirby’s Epic Yarn

Eu fui daqueles que considerou o novo Kirby um dos melhores jogos da E3 deste ano em termos visuais. Mas meter as mãos na massa e ver o jogo a mexer conforme os nossos comandos, é qualquer coisa de diferente. Para melhor, muito melhor. Algumas mecânicas podem ser antigas e vistas mil e uma vezes noutros jogos de plataformas, mas quando são aplicadas a este estilo visual ganham uma nova dinâmica e parecem completamente novas e inesperadas. A costura é algo tão pouco usado como tema visual nos jogos que tudo parece ser novidade ou, pelo menos, tão refrescante que apetece continuar a jogar para ver que outro tipo de “trocadilho visual” farão eles com o estilo gráfico. Uma plataforma inalcançável facilmente chega até nós com um puxão do chicote, amarrotando o tecido entre nós e a plataforma. Este é só um dos exemplos.

Eu não sou grande fã nem joguei muitos dos outros jogos de Kirby, mas mesmo sabendo que primam por serem bastante simples, não me deixou de espantar o facto de só haver as 4 direcções do D-Pad, um botão para saltar e um para usar um híbrido de chicote/hookshot, segurando o Wii Remote na horizontal, como um comando NES. Os controlos são simples mas não são básicos. Há um certo nível de profundidade que se vai descobrindo à medida que se vai avançando no jogo e descobrindo novas formas de interacção com os inimigos e os próprio cenário em si. As transformações do Kirby continuam lá, umas mais subtis que outras, desde a transformação num carro quando se carregam duas vezes numa direcção, fazendo-nos aumentar a velocidade; seja o submarino quando se mergulha na água; até ao mais flagrante tanque gigante — ainda que o uso deste último seja muito mais scripted, não podendo usá-lo voluntariamente sempre que nos apetece.

Como já referi, não sou fã de Kirby mas mesmo assim, não consegui deixar de ficar entusiasmado com o jogo, muito por culpa do estilo visual que, volto a sublinhar, traz uma lufada de ar fresco ao género e à série Kirby em si. Se a Nintendo conseguir manter as novidades a fluir ao longo da aventura, seja a nível gráfico, seja a nível da jogabilidade, então temos o potencial para um must have para qualquer nintendista.


The Legend of Zelda: Skyward Sword

Estava curioso para experimentar o novo Zelda. Felizmente, não tive os problemas que teve o Miyamoto teve na conferência da Nintendo na E3 e pude verificar que o Link continua a usar melhor a espada do que o imundo do Sonic. A combinação espada/escudo funciona muito bem e estão bem melhor conseguidos  do que em Twilight Princess, muito graças ao Wii Motion Plus. O escudo está mais presente e mais activo e o jogador tem mais controlo sobre ele. Há novas mecânicas nos puzzles e nos inimigos que são trazidas para o jogo graças a novos elementos na jogabilidade, bem integradas na já sólida temática de Zelda. O estilo gráfico a lembrar as pinturas expressionistas está lá, umas vezes mais notório que outras. Não é cartoon como um Wind Waker, nem adulto e sombrio como um Twilight Princess. Neste aspecto acho que a Nintendo encontrou finalmente o equilíbrio da série.

No fundo, o jogo mantém todo o espírito Zelda, melhorando o combate com novas mecânicas trazidas sobretudo pelo Wii Motion Plus e incorporando novos tipos de puzzles graças a isso. O novo inventário em tempo real pode custar um pouco a habituar, mas é uma boa adição. Talvez seja, finalmente,  este o refresh que a série precisa.

Nintendo Post-E3 Tour: Reviews de Ver – Parte 1
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 3 de Agosto de 2010 às 14:40

O nosso lado humano (imperfeição, percebam) veio ao de cima perante o abismo de sensações provocadas pela 3DS, razão pela qual ter havido alguns jogos presentes no evento que não foram domesticados pelos nossos belos dedos calejados e bicípites inchados.

Felizmente, os meus olhos não servem só para fazer um par de botões de punho. Anos e anos de treino ninja resultaram numa capacidade nata de vislumbrar a verdade dos faCtos sobre qualquer jogo apenas com um olhar enquanto outros necessitam de horas de manuseamento.

Wii Party e Pokémon Rangers: estes são alguns dos jogos que a tropa rumblepackiana não colocou as mãos, mas que eu daqui ao longe botei os olhos em pelo menos uma imagem. Preparem-se portanto para Reviews de Ver pautadas pela verdade.

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Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Metroid: Other M (Wii)
Por: emogrumpyuke | 3 de Agosto de 2010 às 00:00

Antes de começar a falar do jogo em si, convém ter algumas coisas em perspectiva.

Na E3 de 2009, a Nintendo revelou que o próximo jogo da série Metroid iria ser desenvolvido em conjunto com a Team Ninja. Quem já está familiarizado com os jogos desta equipa de desenvolvimento, sabe que pode esperar no mínimo duas coisas: os jogos costumam ter uma jogabilidade que em alguns casos pode quase chegar à perfeição; e uma história que existe mas é para esquecer ou para simplesmente ser ignorada. No entanto, o grande Itakagão partiu para outras paragens e levou consigo muito do talento que trabalhava com para ele. Pelo que a Team Ninja certamente já não é a mesma coisa desde então.

By Tecmo, that is…

Por outro lado o Yoshio Sakamoto, que ao que parece não é muito bem-amado pelos fãs mais hardcore de Metroid, é o scenario designer e produtor do jogo. Estes fãs preferem atribuir os créditos da qualidade dos primeiros jogos da série a Gunpei Yokoi e alegam que o Sakamoto apenas tenta introduzir elementos que não se adaptam ao universo Metroid.

Gunpei Yokoi
Agradeçam-lhe pelas vossas consolas portáteis

E porque é que convém ter estes faCtos em mente? Porque podem ajudar a explicar (ou não) como o Metroid: Other M tinha um enorme potencial para se tornar num novo clássico, mas pelo que me foi dado a ver está na calha para ficar a meio caminho.

A minha explicação depois do clique.

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Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Donkey Kong Country Returns (Wii)
Por: emogrumpyuke | 1 de Agosto de 2010 às 12:30

Eis algo que algumas pessoas ainda estavam menos à espera que o Kid Icarus. Um novo Donkey Kong Country desta vez desenvolvido pela Retro Studios, o developer responsável pela série Metroid Prime. E se inicialmente poderão existir dúvidas se estes senhores são capazes de fazer um jogo de plataformas tradicional em 2D, assim que pomos as mãos no comando estas desaparecem imediatamente. Como o nome deixa antever, este título segue a linha dos jogos para a SNES  e quem teve a oportunidade de os  jogar vai depressa aperceber-se que este é mais um jogo apontado direitinho aos nintendistas mais nostálgicos. A inclusão de elementos que remetem para jogos mais antigos parece ter virado um pouco moda nos últimos jogos com personagens carismáCticas da Nintendo.

Desde o barril canhão, níveis com carros sobre carris, bosses idiotas, são vários os elementos dos jogos anteriores que marcam a sua presença. No entanto, na demo que experimentei não foi possível confirmar se será possível montar outros animais e se outros elementos da família Kong para além de Diddy e Donkey farão  também o seu regresso. A precisão dos controlos também permanece praticamente igual, ou seja continua intuitiva e plenamente válida nos dias de hoje. Uma dica que outros jogos como o Little Big Planet podiam tomar nota…

Nesta demo podemos confirmar algumas adições à jogabilidade. A que mais se destaca é o novo modo co-op em que os dois players podem agora jogar verdadeiramente em simultâneo. Na SNES, os players tinham de alternar entre eles quem é que tomava as rédeas da acção, algo capaz de gerar alguns “WTF?” hoje em dia. Também em modo co-op, o Diddy Kong passa a poder usar uma arma que dispara amendoins. Nos níveis que experimentamos não pareceu ser especialmente útil, talvez o venha a ser quando a dificuldade aumentar. Tem ainda na mochila um jet-pack que pode usar para ajudar o Donkey Kong em saltos mais complicados.

Alguém da Retro Studios veio dizer que é suposto ficarmos impressionados com os gráficos: supostamente usa 3 vezes mais texturas e polígonos que o Metroid Prime  3. Olhando para o jogo ninguém o diria, fiquei mais contente com o facto da framerate ser sempre constante, com a excelente animação e por fazer uma transição agradável de toda a estética habitual do universo Donkey Kong para o 3D.

Nintendistas em 1994 eram tão ingénuos

Conclusão, este regresso do Donkey Kong Country parece estar na calha para ser um jogo sólido e divertido. Resta saber se a mesma fórmula com algumas adições é o suficiente para cativar jogadores tantos anos depois.

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