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Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Ghost Trick: Phantom Detective (DS)
Por: Kamikaze_Tutor | 4 de Agosto de 2010 às 22:13

Numa altura em que a minha DS tornou-se na minha consola do Picross 3D, são poucos os outros jogos que lhe meto pela slot adentro. Até tenho alguma vontade de revisitar os jogos de Phoenix Wright mas ainda me lembro perfeitamente da história deles e as surpresas já não têm o seu efeito. Sorte a minha que Shu Takumi, criador dessa mesma série, não tem andado parado e a sua equipa está prestes a lançar Ghost Trick: Phantom Detective.

Ghost Trick é uma aventura de point and click onde em cada nível o jogador controla directamente vários objectos do cenário a fim de salvar uma pessoa de morte certa. Sissel é o herói morto e amnésico deste jogo, que “acorda” para se deparar com cena de assassinato a decorrer mesmo em frente do seu cadáver. Uma voz do além explica-lhe que tem pouco tempo para salvar a vítima e ensina-lhe como possuir objectos com o seu espírito.

A demonstração passava-se num ferro velho, mas embora este aparentasse ter imenso material pronto a ser possuído, nem tudo era manipulável, apenas determinados objectos, cada um com uma função que servia ou para distrair o assassino ou chegar a outro objecto mais útil, visto que o alcance do espírito de Sissel é finito em relação ao local onde se encontra.

Por agora o que se sabe da história é que Sissel tem até ao amanhecer para descobrir o motivo da sua morte e salvar todas as pessoas envolvidas na trama, viajando pelo tempo ao possuir os corpos sem vida de outras vítimas e tentando mudar o passado ao evitar a morte de cada uma.

Foi interessante jogar a demo depois de já ter visto uma versão mais avançada do jogo, que tornava mais desafiante o processo de viajar no tempo para salvar as vítimas – enquanto os eventos retrocediam, o espírito de Sissel mantinha-se no mesmo local, que normalmente estava bastante longe do crime a ocorrer. Como estes eventos já foram determinados, existe um tempo limite para conseguir mudá-los, e quanto maior a distância entre o ponto de partida de Sissel e a vítima, a navegação entre objectos torna-se mais urgente.

O humor e o aspecto visual mexeram mesmo comigo, tem aquele nonsense japonês aperfeiçoado pelo que me parece ser o trabalho da excelente equipa de tradução da série Ace Attorney e as animações são bem trabalhadas e muito carismáCticas. Era bom é que anunciassem a data de lançamento na Europa mais concreta que “Inverno 2010″…

Nunca mais chega…

Nintendo Post-E3 Tour: Reviews de Ver – Parte 2
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 4 de Agosto de 2010 às 18:37

Como já referi anteriormente, nós também temos um lado humano. Felizmente os meus olhos são fantásticos e só com imagens tudo descobrem!

Just Dance 2, Fling Smash, Mario vs. Donkey Kong: Miniland Mayhem e Tetris Party Deluxe são as presenças notadas nestas Reviews de Ver pautadas pela verdade.

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Nintendo Post-E3 Tour: Reviews de Ver – Parte 1
Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 3 de Agosto de 2010 às 14:40

O nosso lado humano (imperfeição, percebam) veio ao de cima perante o abismo de sensações provocadas pela 3DS, razão pela qual ter havido alguns jogos presentes no evento que não foram domesticados pelos nossos belos dedos calejados e bicípites inchados.

Felizmente, os meus olhos não servem só para fazer um par de botões de punho. Anos e anos de treino ninja resultaram numa capacidade nata de vislumbrar a verdade dos faCtos sobre qualquer jogo apenas com um olhar enquanto outros necessitam de horas de manuseamento.

Wii Party e Pokémon Rangers: estes são alguns dos jogos que a tropa rumblepackiana não colocou as mãos, mas que eu daqui ao longe botei os olhos em pelo menos uma imagem. Preparem-se portanto para Reviews de Ver pautadas pela verdade.

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Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Golden Sun: Dark Dawn (DS)
Por: gr9yfox | 31 de Julho de 2010 às 21:59

Como nunca joguei nenhum jogo da série, não tinha expectativas formadas. Muito bons gráficos para um jogo em 3D na DS, mesmo depois de ter visto a 3DS minutos antes. Tinha um efeito que parecia mesmo muito motion blur, que creio ainda não ter visto na portátil da Nintendo.

A demo tinha duas partes: uma parte de aventura em que se andava numa cidade a falar com personagens e uma de combate, onde se participava numa sequência de luta.

As lutas são por turnos, mas o ritmo é bastante rápido e não senti que estava à espera que o inimigo atacasse. A mecânica de magias e Djinn pareceu-me interessante mas não tive tempo de a explorar como merecia. Não é normal ter interesse em jogos deste género, mas o que experimentei bastou para me deixar curioso.

Pela forma como a demo estava dividida, não sei se tem random encounters. Gosto de imaginar que não tem…

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Final Fantasy The 4 Heroes of Light (DS)
Por: gr9yfox | 31 de Julho de 2010 às 18:59

Bons gráficos, aspecto cell-shaded mas não é tão saturado como o habitual nos jogos do género. A direcção artística lembra uma pintura de aguarela, e é sem dúvida um ponto positivo no jogo.

RANDOM ENCOUNTERS, FFS. O combate é uma mistura de tempo real e luta por turnos que, na luta que fiz, ainda tinha demasiado ênfase na parte dos turnos para me parecer algo de novo.

Fora a arte, não vi grande coisa que o distinguisse de qualquer outro jogo da série Final Fantasy. A prova é que nunca me consigo lembrar do nome deste jogo quando é preciso.

Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Dragon Quest IX (DS)
Por: gr9yfox | 31 de Julho de 2010 às 15:59

Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies: bons gráficos, aspecto cell-shaded e cores saturadas. Mais uma vez, as personagens de um Dragon Quest são desenhadas por Akira Toriyama, e isso quer dizer que todas parecem figurantes rejeitadas de Dragon Ball Z. Para aumentar o desinteresse pelas personagens, como estas são criadas pelo próprio jogador, não têm qualquer história, personalidade ou contexto naquele mundo.

As lutas apresentam uma câmara em movimento e as personagens aparecem na sequência de combate (parece que se tornou tradição desde o DQVIII), que continua a ser por turnos. As criaturas são mostradas no mapa quando caminhamos de uma cidade para outra e, felizmente, dá para evitar os odiados (por mim, pelo menos) random encounters. Resta saber se, com o avançar do jogo, é preciso fazer grind para poder enfrentar bosses. Há também trocadilhos em todo o lado: nos nomes de NPCs, cidades e monstros inimigos.

Já tive vontade de comprar este jogo, mas bastaram 5 minutos para perceber que não é para mim. Já não tenho paciência para JRPGs…

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