Histórico

    Procura


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Golden Sun: Dark Dawn (DS)
Por: | 31 de Julho de 2010 às 21:59 | 1 Comentário

[youtube]uAWDyNmdsRY[/youtube]

Como nunca joguei nenhum jogo da série, não tinha expectativas formadas. Muito bons gráficos para um jogo em 3D na DS, mesmo depois de ter visto a 3DS minutos antes. Tinha um efeito que parecia mesmo muito motion blur, que creio ainda não ter visto na portátil da Nintendo.

A demo tinha duas partes: uma parte de aventura em que se andava numa cidade a falar com personagens e uma de combate, onde se participava numa sequência de luta.

As lutas são por turnos, mas o ritmo é bastante rápido e não senti que estava à espera que o inimigo atacasse. A mecânica de magias e Djinn pareceu-me interessante mas não tive tempo de a explorar como merecia. Não é normal ter interesse em jogos deste género, mas o que experimentei bastou para me deixar curioso.

Pela forma como a demo estava dividida, não sei se tem random encounters. Gosto de imaginar que não tem…


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Final Fantasy The 4 Heroes of Light (DS)
Por: | 31 de Julho de 2010 às 18:59 | 1 Comentário

[youtube]mYytUIxFN3g[/youtube]

Bons gráficos, aspecto cell-shaded mas não é tão saturado como o habitual nos jogos do género. A direcção artística lembra uma pintura de aguarela, e é sem dúvida um ponto positivo no jogo.

RANDOM ENCOUNTERS, FFS. O combate é uma mistura de tempo real e luta por turnos que, na luta que fiz, ainda tinha demasiado ênfase na parte dos turnos para me parecer algo de novo.

Fora a arte, não vi grande coisa que o distinguisse de qualquer outro jogo da série Final Fantasy. A prova é que nunca me consigo lembrar do nome deste jogo quando é preciso.


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Dragon Quest IX (DS)
Por: | 31 de Julho de 2010 às 15:59 | 4 Comentários

[youtube]ct1fkxsLv6I[/youtube]

Dragon Quest IX: Sentinels of the Starry Skies: bons gráficos, aspecto cell-shaded e cores saturadas. Mais uma vez, as personagens de um Dragon Quest são desenhadas por Akira Toriyama, e isso quer dizer que todas parecem figurantes rejeitadas de Dragon Ball Z. Para aumentar o desinteresse pelas personagens, como estas são criadas pelo próprio jogador, não têm qualquer história, personalidade ou contexto naquele mundo.

As lutas apresentam uma câmara em movimento e as personagens aparecem na sequência de combate (parece que se tornou tradição desde o DQVIII), que continua a ser por turnos. As criaturas são mostradas no mapa quando caminhamos de uma cidade para outra e, felizmente, dá para evitar os odiados (por mim, pelo menos) random encounters. Resta saber se, com o avançar do jogo, é preciso fazer grind para poder enfrentar bosses. Há também trocadilhos em todo o lado: nos nomes de NPCs, cidades e monstros inimigos.

Já tive vontade de comprar este jogo, mas bastaram 5 minutos para perceber que não é para mim. Já não tenho paciência para JRPGs…


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com NBA Jam (Wii)
Por: | 31 de Julho de 2010 às 14:24 | 1 Comentário

Enquanto me preparava para escrever este texto começava a aperceber-me que de todos os jogos presentes no evento da Nintendo que eu tinha alguma expectativa, NBA Jam foi o que mais me desapontou.

O antigo NBA Jam Tournament Edition é um dos poucos jogos relacionados com desporto que hoje em dia ainda penso para mim mesmo “sim, já ia uma partidinha”. E quando saiu a notícia que a Electronic Arts tinha comprado os direitos da franchise à moribunda Midway, fiquei empolgado com a ideia de uma nova versão com efeitos gráficos mais espalhafatosos – coisa este jogo tem, mas eu não experienciei nada disso.

Tudo que tenho a dizer de bem sobre o jogo, é do que já tinha visto antes de ir a Lisboa ao evento Post-E3. As animações são bastante fluidas e divertidas e a câmara mostra muito mais da acção, ao contrário de versões antigas de NBA Jam onde os jogadores ocupavam grande parte do ecrã quando este já estava a abarrotar de ícones gigantescos.

[gtrailer]101701[/gtrailer]

O essencial é que não estava em pleno funcionamento nesta demonstração. Os jogos são feitos por equipas de dois e se não houver uma pessoa por jogador, a inteligência artificial toma controlo do resto. Mas de inteligente não tem nada quando não sabe desmarcar-se e fica feito parvo à espera da bola, com o outro CPU atrás dele, pronto a empurrá-lo e roubar-lhe a bola. Depois temos os controlos com que eu simplesmente não conseguia fazer afundanços. Para saltar em direcção ao cesto tinha de levantar o Wii Remote e baixá-lo para encestar, mas experimentei todo o tipo de timings e nada.

Tudo o que ouço e leio sobre o jogo é prometedor: desde batalhas contra bosses como Magic Johnson a fazer literalmente magia, teleportando-se dum lado para o outro do ecrã, à presença de velhas estrelas como Shaquille O’Neal, Kevin McHale e o maluco do Dennis Rodman. No fim estava mesmo aborrecido quando pousei os comandos após uma segunda tentativa; espero que isto seja apenas uma má build do jogo e que a EA Canada aproveite o tempo que tem até ao lançamento do jogo a 5 de Outubro deste ano.

A sério EA, a sério…


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Sonic Colours (DS)
Por: | 31 de Julho de 2010 às 10:00 | 3 Comentários

[youtube]ZOdbTa6YY8Y[/youtube]

Antes do evento Post-E3 da Nintendo, a única coisa que sabia sobre a versão Nintendo DS de Sonic Colours era que existia. Desconhecia o estilo de jogo e quem estava a fazê-lo. Fiquei surpreso ao ver que se tratava de mais um Sonic da série Rush, desde a música ao modelo 3D do próprio ouriço. E sim, é a Dimps que está a tratar deste título, parece que a empresa está dividida entre este projecto e o Sonic 4. Deve ser cá um enjoo lá por aqueles escritórios.

Nesta demonstração reparei que a mecânica de truques para aumentar o boost não estava presente, em vez disso era necessário libertar aliens azuis como na versão Wii. Não vejo isso como um problema porque para executar esses truques nos jogos anteriores tinha que pressionar o botão R constantemente, o que acabava por me causar cãibras enquanto segurava a minha DS Lite.

As novidades deste jogo são a adição do sistema de lock-on presente nos títulos 3D de Sonic e os novos poderes alienígenas, que são activados no botão X. Creio que nesta demo só estava presente um poder, que permite Sonic ficar em chamas e executar vários saltos seguidos.

Para além de mencionar que o boss da zona disponível tinha o mesmo formato de arena circular dos outros Sonic Rush, não há mais a referir para além do meu desejo que não haja tanta história a empatar a acção como nos jogos anteriores e que não inventem níveis idiotas como estão a fazer com o Sonic 4.

Para que raio preciso deste carro estúpido?!


DECO mete a nova XBOX 360 S a teste
Por: | 30 de Julho de 2010 às 17:12 | Sem Comentáros

Aquela conhecida associação Portuguesa de defesa do consumidor, que tanto nos habituámos a mencionar quando ficamos irritados com um serviço ou local e ameaçamos fazer queixa do dito cujo, fez uma análise extensiva ao novo modelo da XBOX 360.

Apesar do artigo não ser muito a favor da consola, possui algumas omissões factuais que me fazem duvidar ainda mais da credibilidade destes missionários da justiça consumista.

A nova consola rivaliza com a Wii, da Nintendo, ao introduzir o comando por movimentos com ligação Kinect, que permite controlar os jogos com o corpo.

É este tipo de conversa que fazem o Mestre Kudo andar a distribuir BAMs! enquanto berra “Não necessitas de controladores, só de ti!”.

Quando menos esperares…

Trata-se de um sistema de reconhecimento de imagem através de câmara própria, vendida por € 149,99 (inclui o jogo Kinect adventures).

Sim porque eu tenho exactamente estes 150 euros a mais no meu outro bolso, para além dos 260 euros que preciso para a consola.

Se tiver uma velhinha Xbox 360, pode usar este periférico em qualquer modelo da Microsoft através de um cabo adaptador.

E ficam por aqui, ninguém lhes disse que o Kinect precisa duma fonte de alimentação à parte quando ligado a uma 360 antiga?

As versões da Xbox 360 produzidas depois de 2008 sofrem em muito menor escala do sobreaquecimento. Na nova Xbox 360, os componentes internos mais pequenos e eficientes produzem menos calor, o que permite resolver o problema.

[youtube]Qj-eoP3NrqM[/youtube]

Ups! Mas antes que saltem das cadeiras a apontarem dedos na direcção geográfica da sede da Microsoft, o autor deste vídeo encontrou a solução para o seu problema. Afinal, a enorme ventoinha lateral da nova XBOX 360 S estava a ser bloqueada… pela sua Wii! Mue dues! Nintendo é mesmo rival de qualidade escumalha!

Fonte [ DECO Proteste ]


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Super Scribblenauts (DS)
Por: | 30 de Julho de 2010 às 15:54 | 3 Comentários

[gtrailer]101426[/gtrailer]

Scribblenauts saiu em Setembro passado e, embora trouxesse consigo uma premissa interessante, estava muito mal executado: o controlo da personagem era errático e impreciso e os níveis facilmente abusados com uma única combinação de itens.

Quase um ano depois, a 5th Cell regressa de mais uma leitura extensiva de dicionários e promete uma sequela que resolve todas as queixas relativas ao primeiro jogo.

A primeira coisa que fiz foi procurar a opção para mudar o controlo para o dpad e a diferença é ridícula – nem percebo porque é que o controlo através da stylus ainda é uma opção, a vossa DS devia arder se o escolherem.

A característica principal de Super Scribblenauts é a adição de adjectivos que vem dar alguma diversificação às centenas de itens do jogo anterior que, apesar de terem um aspecto diferente, faziam todos a mesma coisa.

Uma pistola que dispara balas com asas e uma carrinha assassina,
jogo para crianças anoCtem

Depois de andar a experimentar umas quantas combinações idiotas, decidi testar os níveis do jogo e fiquei com a sensação de que estes pretendem que puxemos mais pela cabeça.

O primeiro nível coloca o herói Maxwell no fim de uma enorme fila no lançamento do seu próprio jogo, sendo o desafio passar à frente de todos uma vez que as cópias são limitadas. Primeiro, tentei simplesmente passar pelas pessoas mas estas começaram a ficar irritadas, o que resultou logo num game over. De seguida, experimentei criar um T-Rex Esfomeado mas, mais uma vez, falhei porque não foi simpático da minha parte que o bicho andasse a mastigá-los. Finalmente, lá reparei no ícone da lupa e comecei a analisar o tipo de pessoas que estavam na fila tendo descortinado que tinha de lhes dar algo com significado para eles. Então, criei uma Encomenda que dei ao Homem de Entregas,  ofereci uma Metralhadora ao Soldado, e desejei que ele começasse aos tiros a toda a gente – e assim sucessivamente.

O segundo nível é basicamente um nível de plataformas, de aspecto inspirado nos jogos do Super Mario, provando-se que o novo método de controlo (dpad) não é uma escolha. Existem tartarugas enormes, plantas carnívoras e blocos que largam itens ao serem atingidos, incluindo uma Starite, que é a recompensa de terminar cada puzzle.

Eu fiquei rapidamente aborrecido com o primeiro Scribblenauts mas o ambiente controlado desta sequela, reavivou o interesse que tinha por um novo jogo. Agora é só esperar pelo lançamento em Outubro deste ano para continuar a divertir-me com o meu Veado Voador Agressivo com Lança Mísseis.


Nintendo Post-E3 Tour: Mãos na Coisa com Sonic Colours (Wii)
Por: | 29 de Julho de 2010 às 17:53 | 9 Comentários

[youtube]InNH7RhIl4Q[/youtube]

Já não é surpresa nenhuma ver um jogo de Sonic nunca consola que não seja da Sega, por isso o meu espanto no evento Nintendo Post-E3 Tour foi de encontrar dois títulos do ouriço mais massacrado da história dos videojogos que até têm um algum potencial.

Do que joguei de Sonic Colours para a Wii, parece que a Sonic Team está no caminho certo para fazer um jogo  com o Sonic como protagonista sem tretas a empatar e a estragar o divertimento. O jogo aposta em prolongar os níveis através duma perspectiva 2D mais presente do que em Sonic Unleashed e com zonas mais verticais, o que é excelente para haver mais acção de plataformas.

Os níveis da demonstração seguiam a fórmula dos antigos jogos da Mega Drive, onde o jogador é recompensado com velocidade após ultrapassar certos desafios que requerem uma abordagem mais cautelosa e saltos com maior precisão.

Visto que a Sega insiste em “bullshots” de 1280×768 para jogos Wii,
redimensionei esta sem qualquer
smoothing

No entanto, a minha maior queixa com todos estes jogos descendentes de Sonic Adventure, é que tentar fazer curvas nos momentos de press forward to win resulta sempre em ir de trombas contra as paredes da “estrada”, visto que a velocidade a que o bicho corre não combina com manter o analógico pressionado para a frente e tentar movê-lo para os lados.

Dos novos poderes que se podem apanhar ao libertar uns pequenos alienígenas, só encontrei dois: um de cor amarela que permite escavar o chão em determinadas partes dos níveis e um verde com que Sonic pode definir um ângulo e largar um ataque em ricochete. Os aliens azuis preenchem o conhecido boost destes últimos jogos.

Mas é claro, o Sonic Cycle ainda está em movimento e a Sonic Team ainda vai a tempo de adicionar um HUB World com pessoas com quem conversar, um novo amigo irritante e mais homem-ouriço.


Mario mendigo total, fim do ano Nintendo virará Third-Party, anoCtem!
Por: | 29 de Julho de 2010 às 16:41 | 6 Comentários

Diz que estamos naquela altura do ano onde aparecem os números dos resultados financeiros das empresas de videojogos, usados posteriormente pelos -istas da vida para explicarem a razão do Universo ser redondo como uma mesa rectangular — apesar de nenhum destes Seres vivos terem acções das empresas. Este fenómeno da Natureza verificado nas internetes gamísticas é conhecido no meio cientifico como a medição da pilinha em função do dinheiro que a mãe gera.

Mas, pela primeira vez na história do planeta Terra e da sua lua chamada Lua, estes resultados revelam-nos algo de interessante. A Nintendo apresentou no 1º trimestre deste ano 221 milhões de euros em… prejuízo!!!11!1!

Tudo na vida resume-se a “o que importa é que a Nintendo ‘tá lucrando”, como assim está a sair mais dinheiro do cofre do que a entrar? Cadê o buraco, porra? Nintendo Portugal anda a derreter o dinheiro todo na SIC, TVI, RTP1 e nos Momentos Wii, sinto aí o buraco. Com certa urgência, chamem o nosso Bruno Patatas para arquitectar um plano financeiro para a Nintendo conseguir estancar a hemorragia! A bem da ordem no Universo ficar reposta, Nintendo precisa de lucrar!

Entretanto, Iwatão em total desespero vendeu o bigode do Mario para evitar a mais que certa falência.

O desespero é imenso, confirmem!

Fonte [ Edge-online ]


Nintendo Post-E3 Tour: De olhos em bico com a Nintendo 3DS
Por: | 28 de Julho de 2010 às 22:41 | 4 Comentários

Na semana passada, o Rumble Pack foi convidado a invadir o evento pós E3 da Nintendo em Lisboa. Para além da presença dos próximos lançamentos para a Wii e DS, o objectivo principal foi mostrar que a futura Nintendo 3DS funciona e que não é bruxedo.

Numa altura que ainda estamos indecisos se o 3D é o futuro ou uma moda passageira, a Nintendo lá arranjou uma forma que lhe é barata e funcional de testar as águas. E não é que funciona?!

Ler o resto »