Graças aos Bideojogos, foi possível aceder a uma nova compreensão da Bida, onde a comida não é um bem necessário e as regras dominantes nos orientam para um fim bem definido. Com o 3D, um novo patamar na evolução natural do Mundo é agora alcançável, onde uma dimensão é sacrificada por um maior controlo das nossas variáveis… e tudo o que precisamos, é de um computador com Internet!
– iPhone Apps? Quem ser isso? –
Antimatiere é um programa de instrução aos futuros habitantes deste planeta, preparando-os para as propriedades físicas e metafísicas de um mundo em mutação, outrora descrito pelas ciências clássica e quântica. Jamais um caminho te fará simplesmente seguir em frente, e nada é garantido, pois cada acção acarreta consequências, em função das variáveis que foram activadas no momento certo…
… digo-Bos mais: a única coisa certa… é que, depois do clique, encontrarão uma análise completa ao programa do futuro — e, aparentemente, o link do jogo também funciona!
Parece que foi ainda ontem que publiquei um artigo sobre o impacto dos videojogos nos motins Londrinos, tendo eu mesmo chegado à cotação de tal influência, classificado em nível 5 (num intervalo de 0 a 5) na escala de Lulz.
à esquerda: prof. Lulz estudando a violência nos relvados
Ora se não provém do GTA (ou sequer do tal State of Emergency), qual será então a origem de todo o mal? Sim, claro que é crucial responder: afinal de contas, não podemos passar as nossas tenebrosamente tranquilas Bidas sem colocar as culpas num único e “controlável” elemento — e que, preferencialmente, não seja benéfico a pessoas sofredoras de AVC.
A resposta é: desporto (grande prof. Lulz).
Ok, deixai-me explicar primeiro: um certo e determinado estudo analisou esta questão no âmbito de jogos de diferentes géneros, e acrediam os seus orientadores que, ironicamente, não são os jogos Biolentos os mais promensos a estimular acções agressivas, mas sim os jogos competitivos, nomeadamente os de desporto (e entenda-se que, tanto na Europa como na Informática, desporto é sinónimo de futebol).
E a prova está à Bista:
Seguem-se excertos da notícia relativa ao estudo em questão:
Observámos um jogo violento e um jogo de condução e descobrimos que a condução fez as pessoas ficarem emocionalmente muito mais exaltadas do que o jogo violento…
(…) decidimos tentar um jogo de futebol (…) mais uma vez, um jogo desportivo fez as pessoas ficarem emocionalmente muito mais exaltadas e agressivas do que outros géneros”
Alguém está MESMO dedicado em se candidatar aos Pwnie Awards para as categorias de “Most Epic FAIL” e “Epic Ownage”…
Ou quiçá o título de desculpa mais lamechas e irritantemente cliché...
Como já Bem a ser tradição, e meras semanas após um massacre cuja culpa terá sido DECERTO de um Call of Duty jogado por milhões-de-pessoas-que-ainda-não-mataram-ninguém, um jornal Londrino promove as acusações de um polícia acerca dos efeitos nefastos de Bideojogos como GuêTêÁh na mentalidade dos jovens delinquentes da aCtualidade, em particular dos que pilharam ruas de Inglaterra quais milícias Francesas na Guerra dos 100 anos…
Sócios, não rejeito a hipótese de experiências Birtuais poderem influenciar os comportamentos das pessoas — e não apenas adolescentes! –, mas em inúmeros problemas que o mundo tem (venda de armas, tráfico de droga, desemprego, desigualdade social, mau acompanhamento parental…), vão logo culpar um joguito da treta? – e curiosamente, conforme aponta o site Kotaku Australiano, o jogo errado!
Username: pap@noobs2005 | Gamerscore: 123454430 pontos | Hobby: assaltar lojas para comprar xbox360 quando estas se avariam
Eu percebo a ideia: demonstrações de Biolência que dão a ideia de que matar pessoas é diBertido… e de tal modo simples que seriam completamente incapazes sequer de agarrar numa faca… e aqueles que são de faCto capazes de o fazer, tais casos são tão influenciados por estas coisas como por reBistas Maria, websites de terroristas ou Rock n’ Roll: no máximo dos máximos, o jogo não passa de mero catalisador… mas não se pode retirar o ganha-pão dos MEDIA baseados em soluções miraculosas, pelo que nem Bale a pena discutir!
não me lembro ao certo qual dos dois é suposto representar os MEDIA,
mas "O GAJO DA DIREITA TRAIU A LEEEEEEI!!!"
Concordo inteiramente com a proibição de venda de determinados produtos até certa idade ou grau de maturidade, mas culpar o jogo é procurar a solução fácil, solução esta apenas existente em contos de fadas, utopias e… enfim, qualquer mundo suportado unica e exclusivamente por ideais e sonhos… e, como a existência de Jack Thompson comprova, há quem acredite (ou queira acreditar) nas fórmulas secretas do Dr. Phil…
Foi praticamente depois da Comic-Con que decorreu OUTRO dos mais “nerdos” eventos do ano: o EMO… perdão, EGO… perdão, EDO… perdão, EBO… perdão… EVO 2011. É irónico, porém, constatar que o “Evolução” trata apenas um género de Bideojogos, género este algo decadente numa sociedade repleta de uma mentalidade “Casual”: os jogos de porrada (e não, nunca irei admitir que até os aprecio).
Mas antes de prosseguirmos com o resumo deste acontecimento anual, é meu dever adverter para o facto deste artigo ser EM NADA RECOMENDADO a quem não reúna as seguintes condições:
Saber quem é um Japa chamado Daigo Umehara… ou lá como se escreBe;
Saber que Smash Bros., jogado como deve ser, é para meninas;
Saber interpretar isto para uma língua de ser comum: “jump 2, 1, 1, 2, Down, Toward, 1, dash in, 1, dash in 1, 1, 2, Away, Toward, 2 + Block, dash in 1, jump 4, Down + 4 + Block”;
Saber que um mestre de artes marcianas só joga com um“Árquei de Setique”;
tá male! O que Boldemorte deveria ter dito era "You should see my Stick!"
Dito isto, seguem-se os Bídeos de algumas das finais dos diferentes torneios que compuseram o evento em questão, nomeadamente o de “Lutador de Rua Quatrão” e de “Kombate Muretal“, melodicamente acompanhados por relatos de aspirantes a comentador de Futebol:
O que acontece quando o canalizador mais popular do uniBerso digital perde uma vida? A resposta consegue-se fundindo todas as primeiras experiências da mascote Nintendista… mas isso é uma seca, e portanto um patrão decidiu criar um musical a explicar o ciclo: