Alguém está MESMO dedicado em se candidatar aos Pwnie Awards para as categorias de “Most Epic FAIL” e “Epic Ownage”…

Ou quiçá o título de desculpa mais lamechas e irritantemente cliché...
Como já Bem a ser tradição, e meras semanas após um massacre cuja culpa terá sido DECERTO de um Call of Duty jogado por milhões-de-pessoas-que-ainda-não-mataram-ninguém, um jornal Londrino promove as acusações de um polícia acerca dos efeitos nefastos de Bideojogos como GuêTêÁh na mentalidade dos jovens delinquentes da aCtualidade, em particular dos que pilharam ruas de Inglaterra quais milícias Francesas na Guerra dos 100 anos…
Sócios, não rejeito a hipótese de experiências Birtuais poderem influenciar os comportamentos das pessoas — e não apenas adolescentes! –, mas em inúmeros problemas que o mundo tem (venda de armas, tráfico de droga, desemprego, desigualdade social, mau acompanhamento parental…), vão logo culpar um joguito da treta? – e curiosamente, conforme aponta o site Kotaku Australiano, o jogo errado!

Username: pap@noobs2005 | Gamerscore: 123454430 pontos | Hobby: assaltar lojas para comprar xbox360 quando estas se avariam
Eu percebo a ideia: demonstrações de Biolência que dão a ideia de que matar pessoas é diBertido… e de tal modo simples que seriam completamente incapazes sequer de agarrar numa faca… e aqueles que são de faCto capazes de o fazer, tais casos são tão influenciados por estas coisas como por reBistas Maria, websites de terroristas ou Rock n’ Roll: no máximo dos máximos, o jogo não passa de mero catalisador… mas não se pode retirar o ganha-pão dos MEDIA baseados em soluções miraculosas, pelo que nem Bale a pena discutir!
não me lembro ao certo qual dos dois é suposto representar os MEDIA, mas "O GAJO DA DIREITA TRAIU A LEEEEEEI!!!"
Concordo inteiramente com a proibição de venda de determinados produtos até certa idade ou grau de maturidade, mas culpar o jogo é procurar a solução fácil, solução esta apenas existente em contos de fadas, utopias e… enfim, qualquer mundo suportado unica e exclusivamente por ideais e sonhos… e, como a existência de Jack Thompson comprova, há quem acredite (ou queira acreditar) nas fórmulas secretas do Dr. Phil…

... e no Pai Natal!


