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Jogos com sotaque… que

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  • Indianálise 100 Análise – Bombista Azul: o 7º retorna às origens

    Fev 5th 2012

    By: Painatalméne

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    Detector de Nerds - se souber o nome de todas estas personagens e das referências nesta imagem, Bocê é um NERDO!

     A cada ano, é lançada uma nova iteração de cada Bideojogo desportivo da EA (e o ‘PES’), um novo capítulo da série Call of Duty, e aparentemente novas edições de Street Fighters, Assassin’s Creeds, LEGOs e outras tretas… dá-que pensar como vai um membro LEAL da sociedade laboral aguentar o ritmo de lançamentos, num mercado já por si deveras saturado.

    Ora isto não é nada de novo, e exemplo disto são testemunhados para algumas empresas como a Capcom ou a SNK, com as suas séries Mega Man e King of Fighters, respectivamente. Analisemos, por exemplo, o caso da primeira:

    'mentir Wikipédia não'

    Nos *por favor insira franquia de desporto virtual aqui*, é praticamente impossível distinguir diferentes iterações à primeira vista, e tal se verifica também nos Mega Man 1-6, onde os modelos gráficos e características são IGUAIS, não parecidos. Aprendeu a deslizar e usar uma arma maior, mas não a se agachar… NOOB!

    Foi preciso chegar ao sétimo capítulo para a série transitar de consola e, consequentemente, usufrui de novos modelos gráficos e canais de som… e agora que o “Retro” virou moda, alguém decidiu implementar essa mesma iteração, só que à moda antiga — e lançado antes do Mega Man 9, que segue a mesma premissa. E é este o jogo analisado: se se considerarem dignos de esta façanha Hercúlea, façam favor de fazer o download em baixo e usufruir de Mega Man 7 com som e visuais Retro, na máquina possante que é o PC.

    Para fins comparativos, segue-se um vídeo do mesmo nível, no jogo original:

    Resta saber, portanto, o quão semelhante é esta experiência à origina, quando jogada, e felizmente não tenho muito a dizer. Salvo o pormenor de não suportar palavras-passe ou qualquer método de gravação do nosso progresso, a experiência de jogo é deveras semelhante à original — aliás, pode ter sido mera impressão minha, mas senti mesmo que este jogo era mais… “Mega Man” que o original. Isto não é necessariamente bom, mas fará o agrado dos adeptos mais exigentes da nostalgia…

    Links

    • Mega Man 7 Retro Edition (download)

    Queremos é JOGAR!

  • Porque ‘troça’ a Capcom tanto dos seus fãs?

    Fev 3rd 2012

    By: Painatalméne

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    Não sei… na Berdade, nem sei se estarão MESMO a gozar ou não. Contudo, segue-se o traila mais recente do jogo de porrada Street Fighter X Tekken, o qual conta agora com as duas “mascotes” das companhias envolvidas: Namco e Capcom. Encontre o elemento estranho – pista: não é aquela tela onde está escrito “Only on PlayStation 3 and PlayStation Vita systems“.

    Se é um fã de longa data da última, terá certamente evidenciado a representação da sua ‘imagem de marca’ Megaman como algo… insultuosa: o tradicional aspecto “fofo” dos primeiros jogos e o “fixe e algo mais adolescente” da sub-série Megaman X foram substituídos por um… ‘cromo’ algo semelhante ao Comic Book guy dos Simpsons e indumentária inspirada naquela que é hoje relembrada como uma das piores capas alguma vez desenhadas.

    ora... qual deles é o fofo, o fixe e o foleiro? É DIFÍCIL de perceber...

    E como seria de esperar, a Internet já submete as suas opiniões aqui… e aqui… e aqui… e aqui… e aqui. Mera paródia ou mensagem subliminar? Afinal de contas, estará a empresa nipónica responsável por clássicos como Street Fighter desejosa de se “libertar” da sua principal franquia de plataformas? Afinal de contas, não é a primeira vez que fãs por todo o mundo ficam revoltados com as atitudes da empresa para com a sua mascote, após os lançamentos de Mega Man 9 (e 10), ambos hinos a tempos de outrora e Bideojogos retrógados:

    • Marvel vs Capcom 3 – neste jogo onde os símbolos de ambas as gigantes se confrontam num festival de ‘zaragatas’, decidiram colocar Zero – personagem secundária de Mega Man e com poderes semelhantes ao principal – no lugar de Mega Man, que sempre marcara presença na série. No blog Capcom-Unity, fizeram uma votação para saber qual a personagem cujos fãs estavam mais desejosos de ver inserida futuramente, da qual Mega Man X saiu vencedor; mas em Ultimate Marvel vs Capcom 3, versão renovada e completa do mesmo jogo, não apenas ignoraram este “apelo” como ainda decidiram incluir Rocket Raccoon, ser que ninguém conhece nem interessa a ninguém;
    • Mega Man Legends 3 – sequela de uma das séries associadas ao ícone da Capcom, foi cancelada. Segundo consta, seguiram-se citações pouco felizes no Twitter por parte de representantes da empresa relativo ao “suporte-insuficiente-dos-fãs” a um jogo onde feedback dos mesmos era crucial. Ao que parece, o Legends 3 estava próximo de ser terminado – pessoalmente, considerei isso mal jogado;
    • Mega Man Universe – outro jogo cancelado… fim da história!

    No final de tudo, dá-que pensar: estarão mesmo os próprios detentores da licença a tentar acabar com o idolatrado personagem azulado? TalBez, talBez não… mas uma coisa é certa: Mega Man não é o Super Mario. O canalizador da Nintendo tornou-se mais que uma imagem de culto: é hoje o ícone mais reconhecido dos Bideojogos por todo o mundo, até mesmo por entre as pessoas pouco inseridas ou interessadas no que se passa na imprensa ligada a esta indústria. Mega Man era apenas um ícone para muitos dos fãs da Capcom e de jogos complicados de concluir, e que muito venderam no seu tempo – mas “o seu tempo” foi outro.

    É apenas uma opinião pessoal – não se tratasse isto de um blog, não do Jornal de Nu-tícias – e certamente pouco fundamentada, mas que dá-que pensar sobre a possibilidade da Capcom querer “maturizar” a sua imagem com Resident Evil e Monster Hunter como cabeças de cartaz… deixando o outrora ícone do passado em pequenas referências para os mais atentos e veteranos – Mas estarão estas tais “nuances de nostalgia” a ser bem elaboradas e aplicadas? -. Não sei o que aguarda para Mega Man no Futuro, mas a sua ressureição poderá vir a ser tão improvável como a do lançamento de uma Dreamcast 2…

    Ou posso estar errado, mas é melhor que se pense assim para evitar desilusões

    P.S.: sinceramente, eu ADORO o Mega Man Fanboy do Street Fighter X Tekken… é uma enorme fonte de Lulz!

    Curiosidades e Eternidades

    Capcom, Mega Man, troll

  • Um filme não é um jogo… pois não?

    Jan 31st 2012

    By: Painatalméne

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    This was a silent revolution. It opened up the video game experience to people who had little interest in competition or sports. They wanted to live through a story. They wanted to be a pawn. Or “the lead actor in an action movie”, as we lovingly thought of them. We were still making games, but more and more people experienced them as stories.

    – um jogo de acção baseado num filme cujo foco central é simplesmente… a história? –

    Os Bideojogos estão hoje mais “abertos” a um maior leque de entidades, e apresentam cuidados especiais a nível de enredo histórico e componentes audioBisuais, à semelhança de um filme. Jogos licenciados em películas, todaBia, tendem em falhar num pormenor: um jogo não pode deixar de ser jogo, e a interactividade/liberdade são cruciais para distanciar a vizualização da experiência Birtual. Temos clássicos nos jogos e nos filmes, e raramente os padrões definidores de qualidade são semelhantes para cada indústria. Filmes são prezados pela sua história, efeitos especiais, picos emocionais, papéis; já os restantes distanciam-se pelo modo como é feita a interacção pessoa-protagonistas, uma implementação apropriada e cómoda, com objectivos aliciantes.

    Então e a história, efeitos e “arte”, serão essenciais? Depende do ponto de Bista, pois são todos conceitos deBeras vagos.

    – há muito significado para “qualquer coisa”! –

    À semelhança de um filme considerado comercial — “ah e tal, bué-da-acção e sangue e o car*go!” –, software categoriza-se pelo seu carácter mais geral, assente numa experiência acessível, simples e apropriada a experiências de grupo, ou focada num relato/simulação, onde visuais fora do comum e dramas não são simplesmente meros pormenores. Mas um filme permanece um filme e com o jogo idem.

    – Conseguiriam imaginar um jogo d´O Cavaleiro das TreBas, com história e objectivos seriam exactamente iguais? –

    A dedicação, num nível cinematográfico, à componente “narrativa” de um Bideojogo destaca um sentido de evolução e motivação — salBar a princesa não chega! –, mas também implica que uma experiência destas perca todo o sentido se não for terminada. Do mesmo modo que um filme não deve ser excessivamente demorado, um jogo focado na sua componente histórica dificilmente apelará a um jogador mais “casual”, que jogue simplesmente por jogar ou por concluir desafios sem recompensa fora do próprio.

    se é pela história, tem de ser acessível... a menos que o objectiBo seja MORRER!

    –  –

    Curiosidades e Eternidades

  • Fizeram o Amor e nasceu um filho – LEGO <3 Minecraft

    Jan 24th 2012

    By: Painatalméne

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    Foi hoje anunciado, por parte do projecto LEGO Cuusoo – destinado a exibir projectos caseiros compostos por peças do mais famosos do mundo, a fim de poderem eventualmente converter-se em produtos oficiais -, que poderemos vir mesmo a ter produtos LEGO Minecraft, isto após o projecto da própria equipa Mojangg ter atingido a marca dos 10.000 votos.

    eles tinham razão!

    Portanto, uma vez que aparenta ter sido atingida uma aliança mais íntima entre os LEGO e os franchises dos Bideojogos, faz-se já preBisões sobre quais serão os próximos grandes passos a serem dados pela gigante Dinamarquesa, com o intuito de conquistar os corações dos “nerdos” e Bideojogadores de todo o mundo:

    fonte [LEGO Cuusoo]

    Nu-tícias, Mitos e Pães-de-LOL

    lego, Minecraft

  • Indianálise (5)41 – Abobo no país das (Retro)MaraBilhas

    Jan 15th 2012

    By: Painatalméne

    1 comment

    Eu poderia hoje falar de Cut The Rope, sucesso da App Store agora disponíBel para ser jogado através de um browser web… mas as atenções foram para Abobo’s Big Adventure, um pontapé nos “nadegueiros” das licenças de Bideojogos, e referencia de forma descarada inúmeros jogos característicos da primeira consola Nintendo.

    Aproveito para aBisar, contudo: esta obra não é mais do que uma… “homenagem” a determinados clássicos, representando uma utopia Nintendista dos anos 80/90, agrupando personagens de diversos franchises naquilo que poderia ser definido como um “sonho geek“, à semelhança do que se sucedeu com Super Smash Bros.

    Por outro lado, se não sabem sequer o que é Super Smash Bros., façam favor de clicar aqui. Caso contrário, há mais detalhes depois do clique.

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