Segundo uma fonte que não é o Wikipédia – para Bariar –, foram encontrados no México vestígios daquele que poderá ser um dos jogosmais Belhos do mundo. A descoberta é composta por orifícios organizados em semi-círculos e poderão ser, segundo a arqueóloga Barbara Voorhies, referentes a tabelas de pontuação para jogos praticados com dados de “pau”…
Máquinas como a Wii, inspiradora de dispositivos como o Kinect e o Playstation Move, possibilitaram a prática de Bideojogos por parte de um vasto grupo de pessoas, pertencentes a diferentes classes etárias e outrora não apreciadoras de entretenimento digital interactivo — e ainda bem!
Pouco tempo e dinheiro tem sido dedicado, todaBia, ao desenvolvimento de experiências adaptadas a pessoas com lesões crónicas ou deficiências.
– nem ao Peter Griffin! –
Ask a Capper é produto de um quadriplégico chamado Chuck Bittner, incapaz de se levantar e de executar certos movimentos, e que adora jogar videojogos em consolas. Este constatou, como vítima de tal condição, que os comandos modernos são pouco ergonómicos para todos os sofredores desta lesão, e decidiu desenvolver métodos e atentar em pormenores — como a pega do comando e partes corporais a usar — a fim de criar meios aptos a qualquer pessoa se ajustar aos mais diferentes jogos. O seguinte Bídeo é exemplo disso:
– jogar Call of Duty com o queixo –
Com o intuito de auxiliar na configuração e acessibilidade dos comandos de consola, foi criada a iniciativa “Custom Button Remapping“, cujo simples objectivo é o desenvolvimento de um sistema para — tal como o nome sugere — “mapear” botões noutros. Um exemplo seria o de trocar as funcionalidades dos botões A e B, ou X e Círculo. Apesar da simplicidade de tal implementação, ainda nenhuma consola a suporta – sim, o modelo deveria ser implementado na própria consola, e não apenas em alguns jogos! –, e tal opção abriria portas para um novo mundo de jogadores.
Portanto, se Bós tendes um coração dentro do invólucro carnal de tecidos humanos, por faBor cliquem na imagem final deste artigo, ou na da coluna à direita!
A maioria dos grandes jogos descenderam de pequenas ideias. Puzzles ou actividades rotineiras são convertidas em passatempos intermináveis para os quais somos absorBidos sem nos apercebermos. Estas situações são ainda mais caricatas quando nos consciencializamos de que, em muitos dos casos, o único objectivo de um jogo é sobreviver pelo máximo de tempo possíBel até à inevitável derrota.
– a obra de hoje não é PONG, mas está ligada a um seu congénere! –
É em pura sintonia para com o Mundo que estes clássicos evoluem para se tentar adaptar às exigências da sociedade contemporânea, agora inspirada por outras modas e Balores. E uma vez mais, são frequentemente as mudanças mais simples aquelas que se destacam e dão nova Bida a uma série outrora esquecida. Há-que ter cautela, porém, pois Charles Darwin bem sabia que o termo “evolução” é, aos olhos dos Belhos do Restelo, sinónimo de destruição.
Se me perguntardes que jogo é este que irei apresentar, eu não sei. Contudo, se me perguntardes que jogo não é este, a resposta é óbBia: Tetris… descubram as Berdades ocultas do futuro dos Bideojogos, depois do clique!
Há uns quantos anos atrás, a Nintendo inoBou o modo como jogamos graças à criação de dispositivos de plástico de custos elevados, tais como rodas de volante e pistolas da tanga. Nada de magia negra ou sensores adicionais: meramente plástico modelado de modo a servir de encaixe aos Wii-mote em posições apropriadas à prática de simulações. Apesar de pouco funcionais, estes artefactos incentivaram a um sonho outrora impensáBel: implementar um esquema de controlo capaz de rivalizar com o rato+teclado em jogos de tiros na primeira pessoa… só que existia um problema!
– jogões destes requerem gráfiques que a Uíi não tem! –
Entretanto, porém, a Sony decidiu tentar a sua sorte e investir no mercado e “imitar” a sua rival, na esperança de propagar a Wii-mania a um público mais “maduro”. E qual João Pinto à beira do precipício, o PlayStation Move deu um passo em frente… em direcção ao sonho de ter a experiência de FPS perfeita em consola. É uma espécie de Plano Marshall dos senhores da PlayStation, assente em quatro componentes fundamentais:
Consola com altes gráfiques;
Imitar a Wii no controlador;
Criar um FPS com suporte para o controlador anterior;
O toque de magia — portanto é imitar a Wii… outra Bez!
A consola:Playstation 3 — well, duh; o controlador:PlayStation Move; o jogo:Killzone 3; e o toque final:PlayStation Sharp Shooter!
– admitam: É parecida a uma pistola de água, pois ambas são de plástico e caras, só que uma suporta… “água”, e a outra não! –
Por uns míseros 40 euros– ou 20, por uma Bersão para meninas! –, poderão usufruir das Bossas experiências bélicas como um Homem, sem medo de serem presos pela polícia, pois ninguém Bos encarará a sério, com uma pandeireta daquelas na mão… e isso poderá ser encarado como um problema, para (in)certas e (in)determinadas entidades Humanas.
Será que existe alguém com tomates ao ponto de desenBolBer uma arma, digna dessa mesma definição, com suporte para uma ou mais consolas de Bideojogos? Somente num passado, onde as polémicas ainda eram praticamente inexistentes e…
– … onde os gráficos “literalmente” não existiam. Mas isto sim, é d’ Óh-mem com “Óh” grande! –