Há uns quantos anos atrás, a Nintendo inoBou o modo como jogamos graças à criação de dispositivos de plástico de custos elevados, tais como rodas de volante e pistolas da tanga. Nada de magia negra ou sensores adicionais: meramente plástico modelado de modo a servir de encaixe aos Wii-mote em posições apropriadas à prática de simulações. Apesar de pouco funcionais, estes artefactos incentivaram a um sonho outrora impensáBel: implementar um esquema de controlo capaz de rivalizar com o rato+teclado em jogos de tiros na primeira pessoa… só que existia um problema!

– jogões destes requerem gráfiques que a Uíi não tem! –
Entretanto, porém, a Sony decidiu tentar a sua sorte e investir no mercado e “imitar” a sua rival, na esperança de propagar a Wii-mania a um público mais “maduro”. E qual João Pinto à beira do precipício, o PlayStation Move deu um passo em frente… em direcção ao sonho de ter a experiência de FPS perfeita em consola. É uma espécie de Plano Marshall dos senhores da PlayStation, assente em quatro componentes fundamentais:
- Consola com altes gráfiques;
- Imitar a Wii no controlador;
- Criar um FPS com suporte para o controlador anterior;
- O toque de magia — portanto é imitar a Wii… outra Bez!
A consola: Playstation 3 — well, duh; o controlador: PlayStation Move; o jogo: Killzone 3; e o toque final: PlayStation Sharp Shooter!
– admitam: É parecida a uma pistola de água, pois ambas são de plástico e caras, só que uma suporta… “água”, e a outra não! –
Por uns míseros 40 euros – ou 20, por uma Bersão para meninas! –, poderão usufruir das Bossas experiências bélicas como um Homem, sem medo de serem presos pela polícia, pois ninguém Bos encarará a sério, com uma pandeireta daquelas na mão… e isso poderá ser encarado como um problema, para (in)certas e (in)determinadas entidades Humanas.
Será que existe alguém com tomates ao ponto de desenBolBer uma arma, digna dessa mesma definição, com suporte para uma ou mais consolas de Bideojogos? Somente num passado, onde as polémicas ainda eram praticamente inexistentes e…

– … onde os gráficos “literalmente” não existiam. Mas isto sim, é d’ Óh-mem com “Óh” grande! –


