A maioria dos grandes jogos descenderam de pequenas ideias. Puzzles ou actividades rotineiras são convertidas em passatempos intermináveis para os quais somos absorBidos sem nos apercebermos. Estas situações são ainda mais caricatas quando nos consciencializamos de que, em muitos dos casos, o único objectivo de um jogo é sobreviver pelo máximo de tempo possíBel até à inevitável derrota.

– a obra de hoje não é PONG, mas está ligada a um seu congénere! –

É em pura sintonia para com o Mundo que estes clássicos evoluem para se tentar adaptar às exigências da sociedade contemporânea, agora inspirada por outras modas e Balores. E uma vez mais, são frequentemente as mudanças mais simples aquelas que se destacam e dão nova Bida a uma série outrora esquecida. Há-que ter cautela, porém, pois Charles Darwin bem sabia que o termo “evolução” é, aos olhos dos Belhos do Restelo, sinónimo de destruição.

Se me perguntardes que jogo é este que irei apresentar, eu não sei. Contudo, se me perguntardes que jogo não é este, a resposta é óbBia: Tetris… descubram as Berdades ocultas do futuro dos Bideojogos, depois do clique!

– “who cares, as long as there’s Tetris?” –

Nunca um jogo foi tão convertido para diferentes Bersões e plataformas quanto o clássico de Alexey Pajitnov. O conceito por detrás desta obra nunca escusa apresentações, a menos que tenham passado os Bossos últimos 50 anos numa trincheira sem acesso à luz do dia!

1 — EU sou uma pessoa que passou os seus últimos 50 anos numa trincheira sem acesso à luz do dia!

Então eis o que precisa saber:

  • Neste jogo, o espaço de jogo é um depósito que será preenchido de “tetriminós”, peças formadas por quatro quadrados — “tetra” + “dominó”, pressuponho;
  • Apenas há controlo horizontal (para a esquerda e direita) e rotacional (em ângulos de 90º) sobre os tetriminós, pelo que contrariar a Força da gravidade é impossíBel;
  • A cada “turno”, um tetriminó aleatório cairá no espaço de jogo e apenas irá parar quando colidir com uma superfície plana (lembrem-se que não poderão controlar as peças para cima e baixo, pelo que terão de se esforçar para encaixar as peças da melhor forma possível);
  • Uma linha completamente preenchida por peças de tetriminós, sem poros/buracos, desaparecerá;
  • Agora é uma questão de tentar sobreviver o máximo de tempo possível até o depósito não suportar mais peças – a sério, experimente aqui!

2 — Tetris: a (regre)eBolução

O jogo de hoje é um dos diferentes rumos que Tetris poderia tomar a fim de se adaptar às modernices e tecnologias avançadas da actualidade: rotação das peças em ângulos mais pequenos – imaginem: ao invés de 4 possibilidades de Birar as peças, existem agora quase inúmeras hipóteses!

É no sinal do progresso natural que reside o principal problema, pois são tantas as possibilidades que…

– … é praticamente impossíBel encaixá-las! –

3 — Começo a pensar que deveria ter logo exibido a imagem, poupar no paleio e mostrar o Beredicto:

 

Not Tetris demonstra como nem sempre uma “eBolução natural” é… “eBolutiBa”. Preencher uma linha neste (não) jogo equivale-se a ir ao cabeleireiro para ficar careca… só que num caso o cabelo é cortado e no outro arrancado. Ainda assim, poderá também ser encarado como um desafio digno dos “Mestres da raça Humana”!

  • Motor de Física sem riBal à altura – quem ser Physx?
  • O processo de evolução e morte representado num mero jogo – Darwin orgulhar-se-ia!
  • Excelente forma de surpreender as miúdas“hey, gaija! Queres ver quanto tempo aguento com as minhas peças?!”

  • Quem não souber o significado da expressão “precisão milimétrica” irá certamente descobri-lo;
  • Tetris? Quem ser Tetris? Tetris ser jogo? Jogo ser Tetris?

Esperemos agora pela (não) sequela, a qual promete revolucionar o mundo do entretenimento Birtual para todo o sempre e surreal!

– NOT! –

  • Download: NOT!
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