Não sei como começar este comunicado. Dois anos é bastante tempo, mas infelizmente, tudo tem um fim. E é com alguma pena, mas com confiança que estou a fazer o melhor quer para mim, quer para vocês, que digo adeus a um projecto que criei desde a estaca zero. A partir de agora apenas escreverei para o Blog da Tecnologia (http://www.blog-tecnologia.com/), e será lá que poderão ler as minhas antevisões e análises.
Tenho também imensa pena pelo fim do podcast, mas também é outro projecto que vou deixar cair. Não temos tempo, quer eu, quer o Xavier, de fazê-lo regularmente, portanto, deixa de ter sentido continuar-se com algo que sai uma vês por mês, quando sai.
Quero agradecer a todos os que me apoiaram ao longo desta jornada. Cresci bastante como escritor, como jogador, e, o mais importante, como pessoa. Fico feliz por terem me dado a oportunidade de criar conteúdo para vocês. Fico ainda mais feliz porque o vou continuar a fazer!
Continuem a seguir este blog, o Rui Santos continuará a escrever para vocês, mas desta vez como administrador. E continuem a seguir-me. A melhor maneira de saber o que ando a fazer é no twitter.com/juicy690 . Se tiverem perguntas, ou algo que queiram dizer, podem enviá-las para pedrolourenco@blog-tecnologia.com .
Uma palavra de obrigado especial ao André, o pedobear, ao Cláudio, Craener e claro, ao grande Abdul, que sempre me ajudaram com críticas e uma palavra de incentivo.
Obrigado a todos os outros que me seguiram até aqui.
Apesar de existirem uma grande quantidade de jogos de plataformas para a PS2, Psychonauts, jogo que foi lançado também para PC e Xbox, é um dos melhores plataformers e também um dos jogos mais originais da consola. Tal como Crash Bandicoot, Psychonauts é também um jogo de plataformas em 3D, mas as suas personagens e diálogos, dois dos pontos fortes do jogo, tornam-no diferente dos outros jogos.
O protagonista do jogo é Razputin (também conhecido por Raz), um rapaz que foge da sua casa no circo e entra num campo de férias para tornar-se num membro dos Psychonauts, um grupo de agentes secretos com poderes psíquicos. Apesar de no início não acontecer nada de anormal, não passa muito tempo até alguém começar a roubar os cérebros às crianças do parque. Raz começa então a sua aventura, tentando descobrir quem está por trás disto e resolver o problema. Apesar da história não ser nada de outro mundo, são as personagens e os diálogos que tornam este jogo especial. Desde o professor Oleander até Ford Cruller, passando claro por Raz, as personagens são todas muito bem feitas e diferentes uma das outras. Os diálogos em que participam são também geniais, e muitas vezes hilariantes. Até falando com as crianças do campo que não influenciam a história podemos divertirmo-nos um bocado.
Se quisermos podemos explorar na mesma o campo de férias e falar com as várias personagens. Sinceramente não fiz muito isso, mas sempre podemos divertirmo-nos com os diálogos com as outras personagens e explorar o campo. Mesmo assim o que interessa mais são os próprios níveis, (a maior parte deles passados dentro das mentes de várias personagens) que são extremamente variados. Há um nível dentro da mente da professora Milla Vodello, com um ambiente de festa muito colorido, esse nível não tem nada haver por exemplo com um nível dentro de uma personagem chamada Boyd Cooper (joguem o jogo para descobrirem mais sobre ele), em que há vários agentes secretos misteriosos que dizem frases hilariantes (se calhar até é mesmo o meu nível preferido do jogo).
Quanto à jogabilidade, achei os controlos muito bons e gostei da boa variedade de poderes, todos eles uteis. Todos os poderes desde o poder da levitação ao de Pyrokenisis, que nos permite queimar coisas, são bons e apesar de alguns serem mais uteis que outros vamos usá-los a todos mais que uma vez durante o jogo (especialmente a levitação e o de disparar raios pelos olhos). A boa jogabilidade, juntamente com o bom desing de níveis e variedade em termos visuais nunca tornam o jogo repetitivo. Ao contrário de alguns jogos em que basta saltar e saltar e derrotar um inimigo ou dois, neste jogo aparecem vários tipos de inimigos e precisamos dos nossos poderes para derrotar os mais fortes. Além disso também há alguns puzzles para resolver.
Quanto à duração do jogo, Psychonauts dura entre 10 a 15 horas, nada de muito longo, mas como não é um RPG não digo que seja curto, mas sim de duração normal. Mesmo assim quem quiser apanhar completamente tudo e completar o jogo a 100% irá jogar durante mais umas horas.
Em termos gráficos Psychonauts é um jogo muito bom. Tecnicamente acho que estava bom para o ano em que saiu e artisticamente ainda agora é muito bom e muito, muito variado. Em termos sonoros o jogo está tambem muito bom. Os efeitos sonoros e a banda sonora estão bons mas o melhor é mesmo o voice acting. Sim, porque diálogos espectaculares não têm piada sem voice acting expectacular, algo que este jogo tem. (Se calhar a musica tá super awesome mas eu não dei muita atenção a jogar, mas do que me lembro gostei. Os efeitos sonoros não são da qualidade do Bad Company 2, mas não é suposto.)
Não é o jogo mais longo de sempre nem está lá perto, mas é um dos jogos de plataformas mais divertidos que eu já joguei e os seus diálogos são 5*. Não é o melhor jogo da consola mas pode ser o melhor do género na consola talvez, e pelo preço que o podemos encontrar na net Psychonauts é uma compra obrigatória para fãs do género e para quem está a precisar de umas boas horas de diversão e poderes psíquicos. Apesar de algumas quedas de frame rate este jogo tem tantos pontos positivos que já ninguém se vai lembrar deste problema quando acabar o jogo (por isso é que ainda não tinha falado dele na análise, e como sou preguiçoso e não quis editar…). Por isso, comprem o jogo que não vendeu muito bem na altura do lançamento.
PS: Obrigado ao vash12349 (que sei que nunca vai ler isto e se lê-se não vai perceber) por um dos seus grandes walkthroughs ter sido deste jogo e foi graças a ele que conheci e comprei esta pérola no ebay. THANK YOU melhor canal do youtube!
Era uma vez, num universo diferente, um robô: um robô corajoso e determinado, que é também o protagonista de Machinarium. o objectivo deste jogo é entrarmos na pele (apesar de nenhuma das personagens deste point & click ter pele) dele e completar puzzles inteligentes, juntamente com alguns mini-jogos (incluindo um jogo de space invaders), até chegarmos ao final desta grande aventura. E apesar de durante o jogo todo não existir um único bocadinho de diálogo, sendo imagens tudo o que aparece dentro dos balões que saem da cabeça das personagens, o seu mundo com a ajuda de um grande soundtrack, consegue absorver qualquer jogador enquanto este resolve os algo complicados puzzles que o impedem de avançar.
Sendo um point & click, Machinarium tem uma jogabilidade muito simples, tal como o nome do género indica basta apontar e clicar com o rato. E não é preciso mais para tornar o jogo melhor do que é. Todos os puzzles estão bem feitos e à medida que vamos avançando nas áreas do jogo e completando-os vamos recebendo items, que vão ser precisos para vencermos todos os desafios.
Se precisarem de ajuda para resolver algum puzzle Machinarium tem um sistema original e diferente de a fornecer. Na parte superior direita do ecrã estão as duas opções de ajuda: ao clicar-mos na que está do lado esquerdo recebemos uma imagem que nos dá apenas uma pista. Para conseguirmos a outra ajuda precisamos de completar um dos dois mini-jogos muito irritantes que este jogo tem. Nesse mini-jogo controlamos uma chave que avança da esquerda para a direita a uma velocidade lenta, até chegar (lentamente) ao final do jogo temos que mover a chave para cima e para baixo sem bater em nada, enquanto disparamos contra aranhas que nos podem “matar”. O que recebemos em troca é um walkthrough completo do puzzle que estivermos a resolver, mais uma vez em apenas imagens. Apesar de ser util o mini-jogo é demasiado irritante e a ajuda no final não compensa, por isso mais vale ir ao Youtube…
Uma das melhores características deste jogo são os seus visuais únicos e o seu mundo interessante coberto de cores acinzentadas, substituindo as cores mais claras que aparecem em jogos como Psychonauts e Final Fantasy XIII (Pode haver melhores exemplos mas ando a jogar estes dois e têm uma variedade de cores muito maior do que o Machinarium). Isto, juntamente com a Espectacular banda sonora (“espectacular” com “E” maiusculo claro, porque está mesmo Espectacular, juro!) queria uma boa atmosfera, talvez não tão boa como a de Bioshock, mas não deixa de nos fazer querer explorar ainda mais este universo.
E é graças ao seu universo e protagonista unicos que Machinarium consegue ser diferente dos outros point & clicks, e também um dos melhores jogos do género. Não é muito longo, mas também é mais barato que um jogo normal. Além disso faz pensar , e sem um walkthrough pode ser impossível para algumas pessoas completarem este jogo. Mas não sejam preguiçosos e vão ao site do jogo jogar a demo, e se gostarem, toca a comprar o jogo completo! Vale a pena, sem duvidas.
Ah! O cinema e os video-jogos são industrias que andam de mãos dadas desde o nascimento de filmes como Tron e The Wizard. Neste podcast falaremos da interacção de ambos os meios, como que uma pequena análise ao porquê de os filmes de videojogos serem uma porcaria, assim como os videojogos de filmes. Mais, falamos também na falta de uma obra que nos represente como meio artístico. Mas o mais emocionante está guardado para o fim, aconselho-vos a ouvir o podcast todo. Só uma pequena errata, não foi o videoclip da música Into the Light dos Utter que foi gravado na Dinamarca, mas o “In the End”. Enjoy!
Metal Gear Solid (MGS), MGS 2 e MGS 3 são três dos melhores jogos de sempre e não há muitos ao seu nível, especialmente dentro do género de stealth-action. Mesmo assim Metal Gear Solid 4 é um desses jogos, descubram o que tem este exclusivo PS3 de especial lendo esta análise, e se já souberem leiam na mesma só para eu ficar feliz :) .
A história do jogo passasse já depois de Metal Gear Solid 2, Snake está a envelhecer depressa e está cada vez mais fraco. Apesar disso continua a ser um dos soldados mais fortes de sempre, e tem agora a sua ultima missão. Liquid Ocelot é uma ameaça para o mundo e tem de ser travado pelo famoso herói. A história é, tal como esperado, uma das melhores num video jogo, e as enormes cutscenes do jogo estão espectaculares, tal como o voice acting, especialmente o de David Hayter (Solid Snake). Fan service também não falta, muitas personagens dos jogos anteriores voltam para este grande final juntamente com novas persoangens como o esquadrão Beauty and The Beast, com que Snake luta em várias boss fights.
A jogabilidade é parecida com a dos jogos anteriores, o objectivo é passar despercebido sem ser apanhado, para isso temos à nossa disposição uma grande quantidade de armas e items como é habitual, mas não só: agora há duas novidades que nos vão ajudar muito ao longo desta aventura. A primeira é o OctoCamo, um tipo de camuflagem parecido com os fatos de MGS 3. Com esta camuflagem Snake pode enconstar-se ao solo, a uma parede ou a algo e ficar com a cor, padrão e textura da coisa ou do lugar a que se encostar. Isto é muito util e torna muito mais dificil o trabalho dos inimigos. A 2ª novidade é o Metal Gear Mk. II, um pequeno Metal Gear criado pelo Otacon e pela Sunny que consegue electrificar inimigos e avançar no terreno sem ser visto antes de Snake fazer o mesmo.
Os gráficos de MGS 4 até para este ano não são nada maus, e tanto nas cutscenes como no próprio jogo os cenários e personagens estão detalhados o que nos ajuda a “entrar” dentro do jogo. A banda sonora também é espectacular, tal como o voice acting, e numa das fantásticas boss battles deste jogo torna a luta ainda mais épica do que seria sem ela, e por isso é uma das melhores partes deste jogo.
Para mim MGS 4 é, sem dúvida, o melhor MGS lançado até agora e também o melhor jogo de sempre da PS3, talvez seja até o meu jogo preferido de todos o que joguei, superando jogos como Kingdom Hearts 2 e Mass Effect 2. Mas mesmo que não seja o melhor jogo da PS3 para quem o jogar, este jogo deve ser jogado por toda a gente que tenha acabado os capítulos anteriores desta saga, porque junta uma grande história com um final épico a uma boa jogabilidade, um bom trabalho sonoro e bons gráficos. Este jogo só tens trêss falhas: as cutscenes enormes, a não existência de troféus e o pouco tempo em que jogamos, porque tem uma longevidade curta e infelizmente faz-nos lembrar dos FPS’s actuais, como CoD, que têm uma campanha muito curta. Mesmo assim os fãs de jogos online podem experimentar Metal Gear Online, o modo online do jogo que, pelo menos a mim, não me viciou.
A primeira conferência das três maiores companhias de hardware de videojogos foi a da Microsoft. Com um grande foco em jogos para o seu Kinect, algo previsível, o que “salvou a noite” (ou a manhã, visto que a conferência foi às 9:00 horas de L.A.) foi o anunciar de Halo 4, com data de lançamento marcada para o Natal de 2012. Vejamos então os jogos que foram apresentados.
Call of Duty: Modern Warfare 3
Ah! Call of Duty e as suas entregas anuais! Sinceramente, começo a ficar bastante enjoado desta franquia, e parece-me que Battlefield 3 está a dar luta, mas no fim, Call of Duty é Call of Duty e certamente que baterá novos recordes. O trailer apresentado não apresentou nada de novo, é certo, mas o que apresentou é sem dúvida o que nós gostamos numa campanha de COD, momentos de grande tensão e de grande acção também.
O primeiro objectivo da missão que foi apresentada é explodir com um submarino, enquanto que o jogador está debaixo de água. Se isto não é acção suficiente, o que vemos quando o mergulhador vem à tona deve chegar. Ver Nova Iorque em chamas é algo iconográfico e sem dúvida que nos deixa chocados, algo de admirar. Depois, o jogador entra no submarino, dá cabo de uns quantos mauzões e finalmente uma fuga num barco estilo salva-vidas.
É mais do mesmo, para o bem e para o mal. O mesmo engine, os mesmos gráficos, as mesmas animações, o mesmo gameplay, o mesmo inimigo, enfim, dá para entender onde quero chegar. Não estará numa hora de mudança? Já vimos isto pelo menos três vezes, e sim, foi muito bom, mas queremos algo novo. Desde o barco salva-vidas que faz lembrar o final de Modern Warfare 2 da câmara lenta ao arrombar de uma qualquer porta, isto já foi feito. No entanto, não estou à espera de um mau jogo, apenas um jogo igual.
A reinvenção de Tomb Raider também esteve presente na conferência da Microsoft. Vemos uma Lara bastante mal tratada e bem diferente do que estamos habituados. Uma das impressões que tive foi que este jogo esta cheio de quicktime events. Apesar de numa entrevista para a GameSpot, Carl Stewart da Crystal Dinamics ter afirmado que a quantidade de QTE que vimos na demo não ser nenhum indicador do que veremos no jogo completo, parece-me que estes são demasiados e utilizados por tudo e por nada.
Não tenho nada contra eles, alias, God of War, uma das minhas series favoritas, e composta por bastantes QTEs, mas não e de uma forma abusada. Para além deste pormenor, gostei do que vi. Os visuais estão fantásticos e as animações também. O único Tomb Raider que joguei foi o Anniversary para a PSP, e prefiro uma Lara Croft menos “sexualizada” e mais vulnerável do que a que nos tem sido apresentada. O jogo será lançado em 2012, portanto, ainda á tempo para se limarem algumas arestas.
Enquanto espero pela altura ideal para saltar para dentro do universo Mass Effect, o terceiro (e provavelmente ultimo) capitulo esta a chegar ao mercado. A demonstração que nos foi mostrada estava cheia de acção e mostrava um Sheppard acompanhado por varias personagens que apareceram no segundo jogo. Desta vez, ME terá suporte para Kinect, podendo o jogador dar ordens aos seus colegas e escolher o diálogo, tudo por causa do reconhecimento de voz. Kinectiquisses a parte, parece-me algo um pouco gimmicky, se bem que pode contribuir, se for bem feito, para uma maior imersão. Leiam mais sobre este jogo no post da conferência da Electronic Arts.
Tom Clancy’s Ghost Recon
Mais um jogo em que o foco foi o Kinect. Desta vez, foi nos demonstrado como e que com o Kinect, a personalização das armas e facilitada. Mas o mais espantoso foi ver o Kinect ser usado para se jogar mesmo o jogo, mesmo que tenha sido num campo de tiro para demonstração apenas. Apesar de se ficar ridículo a jogar o jogo, e não ser tão fácil e intuitivo como segurar um comando, posso dizer que parece-me interessante. Imaginem as possibilidades, e o quão imersivo poderia ser um jogo assim. Se bem que talvez achasse melhor o uso de algo físico, como na Wii e PS3. Para saberem mais sobre o jogo propriamente dito, leiam o nosso resumo da conferência da Ubisoft.
O maior exclusivo da Xbox 360 para este ano não poderia faltar, e desta vez, depois de um excelente trailer com uma musica do Ozzy Ozbourne (algo sempre positivo), tivemos acesso a uma demo de uma parte da campanha. Matar uma criatura enorme dentro de um barco e tao épico quanto soa, e este jogo parece ser uma das boas razoes para se ter uma Xbox 360. A nível de gameplay não foi demonstrado nada, assim como a nível de noticias. Acho estranho não ter sido demonstrado nada com o Kinect.
Ryse
Apenas um trailer deste novo jogo da Crytek e Microsoft Studios, exclusivo para o Kinect. Vindo de quem vem, deve ser bom. A palavra de ordem e deve, porque o trailer não mostra gameplay.
Halo: Combat Evolved Anniversary
Uma reedição em HD do primeiro jogo da serie pela qual a Xbox e conhecida. Esta na moda, e e sempre engraçado ver os jogos “do antigamente” com altos grafiques. O online também estará de volta, com os mapas que apareceram no priemeiro jogo também. Ah, isto fez-me lembrar que tenho de comprar o jogo “normal” para a minha Xbox “normal”. O jogo sai dia 15 de Novembro.
Forza Motorsport 4
Mais um trailer, desta vez apenas com gamplay do jogo. O detalhe e estonteante, a altura do encontrado em Gran Turismo 5. Depois de na E3 de 2010 ter sido mostrada a integração com o Kinect, no trailer ficamos a saber que teremos, no que toca ao Kinect, voz e headtracking. Sai a Outubro de 2011.
Fable: The Journey
Peter Molyneux esteve mais uma vez a promover um jogo seu, e mais uma vez um Fable. A demo, completamente jogada com o Kinect, era uma espécie de shooter on rails, em que o jogador veste a pele de magico. E difícil exprimir por palavras o que raio se passou, mas posso dizer que me agradou. Infelizmente, não tivemos grandes explicações apos a demo, portanto, não há muito mais a dizer.
Kinect Disneyland Adventures
Quando fui a Disneyland Paris era bastante novo. Quem me dera la voltar. Não tenho o dinheiro. Ou será que tenho? Com este jogo poderemos visitar (ou revisitar) o parque tematico Disneyland. Uma compilação de mini-jogos para os miúdos, basicamente, não há muito que se lhe diga.
Kinect Star Wars
Hell yhea! Isto sim, e um jogo feito para o Kinect, que realmente tem sentido a sua implementação. Finalmente poderemos utilizar a nossa Jedi Sword para derrotar o Império! Brincadeiras a parte, este foi o primeiro jogo que me pareceu que a introdução do Kinect não era algo forçado e que poderia verdadeiramente ser uma mais valia. Sinceramente, não me parece que, se estivéssemos a jogar com um comando normal este jogo se destacasse ou fosse minimamente divertido. Visualmente não e do melhor, as animações são fracas e os inimigos burros, mas poder finalmente ter uma Jedi Lightsaber nas mãos (mesmo que virtualmente) deve ser uma sensação fantástica.
Tim Schaffer ganhou há algum tempo o estatuto de guru nesta indústria. Ele e o pessoal da Double Fine tem mais um jogo para apresentar, e novamente em DLC, depois de Costume Quest e Stacking. E com a Rua Sesamo como inspiração para este jogo, o que tem para falhar? Um jogo para toda a família, exclusivo para Kinect.
Kinect Sports Season 2
O seguinte jogo na serie Kinect Sports. Desta vez com basebol, esqui, golfe, dardos, ténis e futebol americano.
Dance Central 2
Mais um jogo para os nossos amigos fazerem figuras tristes lá em casa.
Halo 4
Sim, meus amigos, o Master Chief esta de volta e será no Natal de 2012. Apenas um trailer cinemático, que na verdade salvou uma conferencia algo secante da Microsoft. De qualquer maneira, todos os possuidores de uma Xbox devem estar contentes, porque avizinha-se um dos jogos mais esperados desta geração. Comecem lá a aumentar esse hype!
Portanto, foi isto. Não me sinto desiludido, só esperava um pouco mais, mas com uma eventual nova consola da Microsoft a sair dentro de dois ou três anos, os novos jogos vão começar a escassear. Vejamos se para o ano, na E3 2012 teremos informação sobre a próxima geração de consolas. Ate lá, bom ano vídeo-jogavel para todos os caixistas!