É já amanhã que se darão as conferências de imprensa da EA, Ubisoft, Sony e Microsoft! Estejam atentos porque está a chegar uma inundação de conteúdo ao blog (para vos compensar pela falta dele ultimamente). Se quiserem estar a par dos últimos trailers e notícias mais relevantes da E3 2011, sigam-nos no Facebook! Ah, e claro, vejam os ultimos trailers e gameplays no nosso canal do Youtube, ja la estao bastantes.

Qual é, actualmente, a mascote da Sony? Não, não é Solid Snake, nem Kratos, nem Ratchet ou Nathan Drake. A mascote da Sony é o Sackboy, ou em bom português, o Sack Coiso! E ele (ou ela) está de volta, com o segundo jogo de plataformas exclusivo da Playstation 3, Little Big Planet 2. O primeiro jogo da série foi imediatamente um êxito, e levou a palavra comunidade a um novo nível. Será o segundo um bom sucessor?
Numa primeira abordagem, o jogo parece ter mudado pouco. O estilo inconfundível, a cor e a criação estão, novamente, de mãos dadas. Se deixassem alguém jogar apenas 5 minutos deste jogo, diria talvez que se tratava do primeiro Little Big Planet, e não a sua sequela. Mas, com algum tempo de jogo, notamos que nos encontramos enganados. E que bem sabe estar enganado!
Passando para o modo estória, temos aqui uma das mudanças benéficas ao jogo. Enquanto no primeiro esta tomava o segundo plano para os níveis online, considero que desta vez a maior diversão está neste modo. Basicamente, tudo está bem no mundo de Little Big Planet, até que um monstro gigante, de nome Negativitron, ameaça acabar com tudo e escravizar os seus habitantes. E cabe a ti, Sack Coiso, e se quiseres a mais três dos teus amigos, acabarem com a raça desta máquina maquiavélica. Enquanto tentas completar esta demanda, vais conhecer bastantes personagens, todas muito silly, mas intrigantes e cheias de humor. Posso mesmo dizer que há uma ou duas que são memoráveis.
Com esta estória palerma, mas que cabe no ambiente também palerma do jogo, com níveis espectaculares e bastante inteligentes, cada mundo toma agora o papel de te introduzir a uma nova máquina. Num nível, podes estar a deitar bolos da cabeça, noutro a apagar incêndios, noutro a conduzir um gerbilo eléctrico, ou um coelho. Todos eles terão papel na destruição do Negativitron, que nos leva a um dos níveis mais épicos da série. É jogo para te durar 5 horas ou 50, porque à sempre pontuação para bater, goodies para recolher, ou simplesmente a vontade de se repassar um nível muito bom. E acredita que isto vai acontecer bastantes vezes.
No modo de criação, tudo está mais fácil, com as dezenas de tutoriais que te ajudarão e muito. Não passei muito tempo neste modo porque, sinceramente, ainda consome muito tempo, e mais importante de tudo, ideias, que são por vezes difíceis de concretizar. No entanto, a julgar pelos níveis que temos disponíveis online, esta é uma boa altura para se ser criador.
Finalmente, o online. Engane-se quem pensa que Little Big Planet 2 é um jogo de plataformas. Na verdade, ele é também um shooter. E um brawler. E um simulador de veículos. E um fighter. Na verdade, LBP2 é o que tu desejares. Podes passar de um jogo de basquetbol, ao Lunar Lander. E há níveis que simplesmente são magníficos, com cutsceans, estórias e sequelas. Este é um exemplo fantástico de que, se os produtores derem as ferramentas necessárias, uma boa comunidade pode fazer o seu próprio jogo.
Os níveis encontrados no primeiro LBP estão também aqui, e é fácil distinguir os bons dos maus. Sinceramente, se tiver jogado 50 níveis online, 5 são simplesmente maus ou inacabados. Infelizmente, nem tudo são rosas. Jogar com mais do que um jogador em níveis que não sejam versus (níveis em que até quatro Sack Coisos se defrontam) pode ser frustrante por problemas de câmara. Também, o online sofre de alguma lentidão, ao carregar jogos, e mesmo durante, acontecendo demasiado frequentemente não conseguirmos seguir os nossos amigos quando há telas de carregamento a meio dos níveis.
Graficamente, o jogo não é nada de mais. No entanto, onde LBP2 brilha, é sem dúvida a nível estético. Um jogador mais desatento pode dizer que o jogo pouco mudou esteticamente, mas apenas a nível visual, porque a nível sonoro o jogo é espectacular. A juntar ao estilo muito próprio está uma trilha sonora espectacular com um ou dois temas memoráveis. Quanto à dobragem portuguesa, Nuno Markl está de volta, como narrador, com tiragens muito engraçadas e acima de tudo, sentimos que há uma boa entrega e que não estamos a perder nada ao optarmos por não ouvir a versão original. Quanto às vozes dos personagens durante alguma das cutsceans do jogo, há umas melhores que outras, mas todas fazem um trabalho decente a dar vida a estas, à excepção da irritante Victoria, que simplesmente tem uma voz… irritante!
Este não é um jogo perfeito, nem o tenciona ser. Mesmo que por vezes queiramos ficar chateados com a câmara instável ao jogarmos com amigos, ou com os controlos nem sempre perfeitos, o que fica, no final, são os sorrisos de orelha a orelha, são as gargalhadas, é a diversão que partilhamos com os nossos amigos, com os nossos familiares. É, sem dúvida, um daqueles jogos que é direccionado dos 8 aos 80 anos. Como jeito de resposta à pergunta inicial, não, este não é um bom sucessor. É mais do que isso! É mais do que um jogo! É uma sequela fantástica, e é milhões de jogo num só! Do que estás à espera? Junta-te a nós!
Será verdade? O podcast do blog está de volta! Não, não se trata de nenhuma brincadeira, nós estamos mesmo de volta, e neste podcast falamos sobre a controvérsia que os video-jogos trazem à sociedade cívil. Ouçam aqui ou façam download para os vossos leitores de MP3, IPod’s ou telémoveis, para ouvirem na rua!
Podcast: Play in new window
| Download (Duration: 35:00 — 32.0MB)
Links:
Trailer Dead Space 2
httpv://www.youtube.com/watch?v=avnmmr9zYxE
Gameplay Custer’s Revenge
httpv://www.youtube.com/watch?v=MMjeCF_Gtiw
Gameplay das execuções Manhunt
httpv://www.youtube.com/watch?v=PGuhX5AmjuA
http://www.escapistmagazine.com/videos/view/extra-credits
Damian Marley – Wellcome to Jamrock
httpv://www.youtube.com/watch?v=xlCmQcRPtRg
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Nota: os jogos não aparecem por nenhuma ordem específica.

1. inFamous 2 (PS3)
Depois de inFamous ter sido um grande sucesso, a sequela deste jogo chega à PS3 este ano! Novos poderes, uma nova cidade para explorar e boss battles brutais são só algumas das coisas que inFamous 2 nos vai trazer! Desta vez, além da eletricidade, Cole vai ter poderes de fogo e de água, o que vai melhorar os combates e aumentar a variedade de ataques. Mais uma vez podemos lutar pelo lado do mal e pelo lado do bem e a história voltará a ter dois finais diferentes, dependendo da maneira como jogamos. Mas será que isso é o suficiente para inFamous 2 ser um grande jogo? Claro que sim, mas a Sucker Punch ainda acrescentou mais uma coisa ao jogo. Mais ou menos à Little Big Planet, vamos poder criar as nossas próprias missões e partilhá-las com os outros utilizadores da PSN, que vão criar também várias missões que nós podemos completar. Isto irá aumentar a longevidade do jogo e ajudar a tornar inFamous 2 um dos candidatos a GOTY de 2011.

2. The Elder Scrolls V: Skyrim (PC, PS3, XBOX 360)
Ainda não se sabe muito, mas este Elder Scrolls, com um novo motor de jogo a acompanhar, promete ser um sério candidato a RPG do ano (e também a GOTY)! Como os jogos desta série costumam ter uma longevidade muito grande, suponho que o mesmo acontecerá neste jogo. Neste jogo enfrentaremos dragões e muitas outras criaturas, todas elas num mundo de jogo enorme com um bom nível de detalhe. O lançamento deste aguardado jogo está marcado para 11 de Novembro de 2011 (11/11/11).

3. L.A. Noire (PS3, XBOX 360)
Pode parecer um GTA dos anos 40, mas L.A. Noire não é nada disso. Apesar de ter parecenças com Grand Theft Auto, como o mundo aberto, os carros que podemos utilizar para o explorarmos e os tiroteios, este jogo é bastante diferente. Vão haver combates e tiroteios, mas a parte principal do jogo é investigar-mos os casos e tornarmo-nos um grande detective como o Sherlock Holmes. Temos de explorar o local do crime e também interrogar os suspeitos, com atenção às suas detalhadas expressões faciais (capturadas de actores reais com um grande número de câmaras para ficarem muito realistas no jogo) para descobrirmos se eles estão a mentir ou não antes de nos arriscarmos a prender a pessoa errada e ficarmos em sarilhos. Desenvolvido pela Team Bondi, este jogo vai ser publicado pela Rockstar, que fez um dos melhores jogos do ano passado: Red Dead Redemption.

4. Uncharted 3: Drake’s Deception (PS3)
O 3º jogo de uma das melhores séries desta geração chega este ano. Passado principalmente no deserto, este jogo com Nathan Drake e Victor Sullivan mais uma vez como protagonistas promete ser um dos melhores exclusivos para a PS3 de sempre! O combate corpo a corpo vai ser melhorado e a I.A. e o online também. Uncharted 3 vai ter compatibilidade com tv’s 3D e com o PS Move e é um dos favoritos à conquista de vários prémios GOTY de 2011.

5. Duke Nukem Forever (PC, PS3, XBOX 360)
Para acabar a lista temos o regresso de uma das mais famosas franchises do mundo dos video jogos! O rei está de volta e com ele vem muito humor e diversão! Boss battles brutais, um online muito bom e até veículos para conduzir, vem tudo incluído neste hilariante jogo. Os aliens que se cuidem porque vão levar uma grande tareia a partir de 10 de Junho, data de lançamento do jogo na Europa. And remember to wash hands after playing.
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A PSN já está em baixo à algum tempo. Para vocês os sonyistas que apenas possuem uma consola desta geração, será bastante difícil viver durante o bastante tempo que a PSN estará desligada. Por isso, juntando pozinhos de perlimpimpim, um estudo intensivo e alguma cerve.. Coca-Cola, aqui está o TOP 7 Coisas Para Fazer Enquanto A PSN Está Em Baixo.
7 – Sair de casa – Podem dizer que sair de casa é overrated, mas ir apanhar um bocado de ar fresco de vez em quando nunca fez mal a ninguém. Quem sabe, praticar um qualquer desporto (não, Magic não é um desporto). Passear o cão, andar de bicicleta, e tudo isso são actividades recomendadas. Vejam isto como uma sequela. Antes, estavas nos Sims 2, onde não conseguias sair do teu quintal. Agora, tens todo um mundo à tua espera. May the force be with you!
6 – Jogar uma qualquer consola antiga – Aí, que saudades da minha velhinha PS1. E a Saturn? Mostrem algum amor à vossa GameCube. Eu, por exemplo, tenho a minha PS2 a preencher o lugar outrora ocupado pela PS3 (se bem que não a considero uma consola antiga). Já expandi a minha colecção de jogos para ela para o triplo. Junta-se agora ao God of War 2 o Final Fantasy XIII e o Virtua Fighter 4 Evolution. Ah, e que bom está a ser!
5 – Dar de comer às vaquinhas (farmville) – Farmville. Ah! Farmville! Tu, que estás a mudar a face dos vídeo-jogos actualmente (e, na minha opinião, a arruiná-la). É pá, passem por lá. Ouvi dizer que é bom. Mas não precisa ser só Farmville, outros jogos de browser (cheguei a jogar Ikariam mais de ano e meio) são dignos de se gastarem algumas horas neles. Tenta é não ficar viciado.
4 – Acabar aquele jogo que tens deixado esquecido na prateleira – Para mim, esse jogo tem um nome, Darksiders (provavelmente não será agora que o acabarei). De certeza que tens aí em casa algum jogo que não tenhas acabado, ou sequer começado, que merece uma segunda jogadela (jogadela, a nova palavra oficial do blog)
3 – Cosplay! – Os Japoneses adoram-no, e toda a gente sabe que o que os Japoneses fazem é bom (nota: o meu conhecimento da cultura japonesa está confinado a alguns filmes de hentai). Porque não vestires-te de Super Mario? Ou de Mega Man? Deixa o Link que há dentro de ti expressar-se livremente! Diz ao patrão que, para além das sextas-feiras informais, tens de começar a ter as terças dedicadas ao cosplay.
2 – Jogar um qualquer MMORPG grátis – Nas férias de natal, quando estive ausentado da minha bat-caverna, e portanto privado de qualquer dispositivo que me permitisse dar uma jogadela (para além do GameBoy Color), joguei Mapple Story, coisa que durou dois dias, até me fartar. Para quem gosta, há alguns jogos que são populares do género, e que são tendencialmente grátis. Runescape, Metin, Tibia, League of Legends, enfim, é só procurar!
1 – Deixar crescer um bigode (só aplicável a membros do sexo masculino) – Isto vai-te dar pontos junto do público feminino, vai-te fazer mais homem, e, se formos a ver, todos os tipos com sucesso transportam orgulhosamente um. Super Mario, Chuck Norris, Ned Flanders, Solid Snake, Salvador Dali e Albert Einstein são apenas exemplos de um mar de gente bem-sucedida com bigodes.
Portanto, já têm aqui um guia do que fazer enquanto não podem aceder a Playstation Notwork! Comecem pelo número sete, ala que se faz tarde! Mais uma coisa, para a semana, poderemos ter de volta o nosso querido podcast. Poderemos! Digam lá se já não têm saudades do Xavier? Eu sei que tenho!
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A Electronic Entertainment Expo está a apenas um mês de distância. A melhor altura para se ser vídeo-jogador está a chegar, e há muita especulação, e alguma certeza, do que é que se vai falar este ano, de 7 a 9 de Junho, em Los Angeles. Infelizmente, os CTT’s perderam o nosso convite para estar presentes, mas mesmo assim, esperem uma cobertura totalmente em português, e com a “qualidade” que vos temos habituado. Mas antes de tudo, fica aqui as minhas especulações do que vamos poder ver este ano.
Comecemos pela Nintendo. A melhor conferência de imprensa do ano passado foi, indiscutivelmente a da companhia japonesa. Poderíamos pensar que os cartuchos já estão todos esgotados, se não fossem os rumores já confirmados pela Nintendo de uma nova consola, intitulada de Project Café (Natal, Café, o que virá a seguir?). Com o lançamento previsto para depois de Abril de 2012, esta suposta Wii2 está envolta em algum secretismo, apesar de alguns rumores apontarem para que esta seja mais poderosa que a PS3 e Xbox360 (nada de admirar). O que promete espantar é o comando, que é tido como um cruzamento entre um Ipad e um comando normal, numa espécie de cazamento entre um tradicional d-pad e botões com um grande touchscreen. No entanto, esta consola também terá suporte para o Wiimote, assim como retro compatibilidade com Wii e Gamecube.
Depois de ter lançado a 3DS há pouco tempo, não será um pouco arriscado meter já uma consola no mercado? Sim, e não. A Nintendo está a tentar chegar à frente da concorrência (leia-se Sony e Microsoft), visto que apenas em 2014 é que é esperada uma nova geração por parte destes dois fabricantes de hardware, o que é uma excelente ideia. No entanto, a 3DS não está, pelo menos para já, a ter o sucesso que a DS teve. Pode dever-se a ainda uma pequena biblioteca de jogos, ou ao preço. E a Wii tornar-se-à a tecnicamente mais fraca na próxima geração, novamente. Para além do Project Café, é claro que veremos também alguns jogos para a 3DS (um novo Mario e Pikmin 3) e Wii.
Passando à Sony, penso que este será o ano Sony. Teremos mais notícias sobre a NGP, talvez com uma data de lançamento e preço anunciados, e claro, alguns dos títulos que saíram com a consola. Quanto à PS3, este ano vamos ouvir falar muito do Move. Não sei bem em que situação estão as vendas, mas é certo que o Kinect leva vantagem. No entanto, espero ouvir mais jogos exclusivos para este “comando” (Sorcery?), assim como exclusivos da PS3 com suporte para Move. No que toca a jogos, o meu jogo mais esperado do ano, Uncharted 3: Drake’s Deception terá, sem dúvida, um lugar de destaque no evento da Sony. Veremos nova informação ser lançada, e quem sabe, a data de uma possível demo. Para além deste título, termos também os outros grandes exclusivos. Resistance 3, Sly Cooper 4, Infamous 2, Twisted Metal, e quem sabe, um teaser de um novo projecto da Santa Monica (God of War 4?).
Finalmente, a Microsoft. Acho que no que toca à Xbox360, haverão três palavras de ordem. Kinect, Kinect e Kinect. Sem dúvida que, depois de ter vendido o hardware, a Microsoft quererá vender o software. E nisto aposto numa abordagem mais “hardcore”. Se repararmos as diferenças entre os jogos para o Move e para o Kinect, veremos que a Sony tem o seu SOCOM, o seu Heavy Rain e o seu Killzone 3 com cobertura para o comando do abanico, enquanto que a Microsoft ainda não tem nada direccionado a um público mais maduro, para a sua câmara do abanico. Veremos o que saí daqui então. Em termos de jogos, veremos algo sobre o novo Call of Duty, o suposto Modern Warfare 3, assim como a habitual parceria para a Xbox Live receber os DLC’s primeiro que a PSN (leia-se PlayStation NotWork). Quanto a jogos, obviamente o Gears of War 3 estará presente, Mass Effect 3 (provavelmente também com o mesmo esquema de DLC’s antecipados à Sony), Forza 4 e algumas novidades.
E é isso que a E3 é feita, de novidades. Infelizmente, não vou puder ver, pelo menos em directo, a transmissão deste ano, por ainda estar em aulas. Mas, como já disse anteriormente, estejam atentos ao blog, porque teremos uma cobertura assim-assim ao maior evento sobre vídeo-jogos do mundo (e arredores)!
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Na altura do seu lançamento, em conjunto com os outros dois jogos da Orange Box, Portal foi muito bem recebido. Era apenas um extra naquele conjunto de jogos, mas foi o favorito de muitos gamers que o compraram. Como é que o jogo menos importante de um conjunto de três conseguiu isto? Descubram nesta horrível excelente análise!
No jogo controlamos Chell, uma cobaia da Aperture Science. A dar-nos instruções está GLaDOS, uma das personagens mais engraçadas que já vi num video jogo. O jogo está muito bem escrito e muitas das falas desta I.A. vão fazer-nos rir. Desde referências a um bolo até frases sobre tentiva de assassínio, tudo o que esta personagem diz está muito, mas muito bem escrito. A música dos créditos é também engraçada, e é uma excelente recompensa por terminarmos este jogo. Quanto a Chell, a protagonista do jogo não diz uma única palavra, será que é muda? Eu não sei…
Baseado num jogo indie chamado Narbacular Drop (Em que também utilizamos portais para avançar nos níveis), em Portal utilizamos a Portal Gun, uma máquina que cria portais para resolver os puzzles do jogo. Nos primeiros puzzles vamos aprendendo a utilizar portais e como os utilizar. Por exemplo, se entrarmos no portal a uma rápida velocidade, saímos do outro portal com a mesma velocidade. Isto permite-nos fazer grandes saltos e chegar a locais a que nao podiamos chegar de outra maneira. O desing dos níveis é inteligente e todos os puzzles estão bem feitos. Os ambientes são simples e não exitem objectos e coisas desnecessárias que nos possam confundir a resolver o puzzle, o que é bom. Para avançarmos nos níveis não temos apenas de nos descolar pelos portais: necessitamos também desviar o caminho de bolas de energia e colocar cubos em cima de butões.
Apesar dos diálogos excelentes e da jogabilidade perfeita, Portal também tem os seus pontos baixos. No dia em que comecei este jogo acabei-o e demorei apenas umas duas horas. Além destas horas que vamos gastar a passar o jogo, temos apenas alguns desafios mais difíceis para passar a aumentar a longevidade do jogo.
Mesmo assim o problema da longevidade não afecta assim tanto o jogo e a sua mecânica de jogo original e as falas de GLaDOS tornam Portal um dos melhores jogos de puzzles feitos até agora.
A análise ficou minúscula -.- :@ Bah! Análise por Rui Santos