
Informações:
Data de estreia: 2011-01-27
Título Original: Biutiful
Realizador: Alejandro González Iñárritu
Actores: Guillermo Estrella, Hanaa Bouchaib, Javier Bardem, Maricel Álvarez
Produção: Focus Features
Distribuidora: Castello Lopes Multimédia
País: Espanha
Ano: 2010
Género: Drama
Classe Etária: M16Q
Duração (minutos): 147
Sinopse:
Biutiful é uma história de amor entre um pai e os seus filhos. Esta é a história de Uxbal, um homem em conflito, que luta para reconciliar a paternidade, o amor, a espiritualidade, o crime, a culpa e a mortalidade entre o perigoso submundo da Barcelona moderna. O seu meio de subsistência é ganho com biscates, os seus sacrifícios pelos filhos não têm limites. Tal como a vida, esta é uma história circular que termina onde começa. À medida que o destino o cerca e que vão sendo ultrapassados limites, um caminho fusco e redentor que se vai iluminando. Iluminando as heranças outorgadas de pai para filho, e a mão paternal orientadora que guia os caminhos da vida, sejam bons, maus – ou belos.
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Sim, o número 1. Ano novo, contagem nova. Com o termos o podcast no blog, chegou a novidade e coiso. Este podcast falamos sobre media dos video-jogos. Infelizmente tivemos alguns problemas (som demasiado baixo e músicas fora do lugar). Comentem!
Podcast: Play in new window
| Download (Duration: 28:15 — 25.6MB)
LINKS:
Está aqui o link para o video do trailer de Duke Nukem Forever:
httpvhd://www.youtube.com/watch?v=x_lF-wQZODgLink
Para o video da NexGenTactics:
httpv://www.youtube.com/watch?v=wXzp3Ru8VQY&annotation_id=annotation_874881&feature=iv#t=11.6s
Link para Pushstart:
http://www.scribd.com/doc/46436487/PUSHSTART-N5
Novo ano, novo Football Manager. Nunca tinha jogado um jogo do género mas adorei este, se quiseram saber porque comprar este jogo basta lerem a análise (não se esqueçam de comentar!):
Para começarmos a jogar temos de escolher a data de nascimento, nome, nacionalidade, etc. do treinador que vamos controlar, depois escolhemos uma equipa entre os montes de equipas disponiveis e fazemos o possivel para nos tornarmos o melhor treinador à face da Terra. Parece fácil, mas não é! Jogadores lesionados, muitas conferencias de imprensa e não só vão dificultar-te a vida e tornar a tua aventura mais dificil, tudo depende de ti. É preciso fazer as transferencias o melhor possivel, tentar aproveitar a ajuda da tua equipa técnica, escolher as tácticas mais adequadas para a equipa, ter cuidado com o dinheiro gasto e, nunca esquecer, ter bons resultados nas partidas e competições, se quiseres ter sucesso.
Para ter bons resultados não é preciso apenas bons jogadores e uma boa táctica, o seu moral vai afectar a maneira como se comportam em campo, um jogador desmotivado não vai jogar tão bem como um jogador motivado. As palestras antes, a meio e no final do jogo e as conversas que podes ter com os jogadores podem ajudar-te a subir o moral de um jogador que esteja descontente. Outra coisa que também influencia o moral dos jogadores, mas não só, são as conferencias de imprensa. Temos de ter cuidado com o que dizemos, ou seja, temos que agradar aos adeptos e não desmotivar os jogadores ao mesmo tempo. Quem for impaciente pode não participar nelas, apesar de poder prejudicar o jogador. Durante as partidas em que a equipa participa podemos dar instruções à equipa para ela jogar de maneira diferente.

Procurar jogadores ou staff para a equipa é fácil. Pesquisar não custa nada e temos à disposição uma grande quantidade de filtros para encontrarmos o que quisermos. Com a ajuda dos observadores ainda é mais fácil escolher os jogadores necessários para a equipa. Mesmo assim os mais preguiçosos podem apenas espreitar os rumores de transferências, o que não é uma solução muito boa…
Os gráficos são simples e básicos, tanto nos jogadores e campo como nas bancadas. Quem der mais importância aos gráficos não vai gostar muito de o motor de jogo ser tão simples, mas assim uma maior quantidade de pc’s aguenta este jogo, em que tanto faz se o nivel de detalhe dos gráficos é alto ou não. O som é quase inexistente em Football Manager 2011, mas também totalmente desnecessário. Tudo o que ouvimos são sons básicos durante as partidas. Ou seja, os sons são muito razoaveis, mas não são nada importantes neste jogo. Em termos de apresentação os menus estão bem estruturados e é fácil “navegar” neles. A jogabilidade é acessível e quem for novo no género não vai ter dificuldades para se habituar a ela.
Não tem grandes gráficos nem grande trabalho sonoro, mas FM 2011 é dos melhores jogos do género e um dos melhores jogos para PC de 2010. A jogabilidade está excelente e este jogo é talvez um dos mais viciantes que já joguei, e não é preciso ter uma placa gráfica de alta qualidade para conseguir jogar este jogo sem problemas. Recomendado a todos os fãs de futebol, a todos os que querem experimentar este tipo de jogos e a todos os que já tinham jogado FM’s anteriores.
Análise por Rui Santos
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Informações:
Data de estreia: 2011-01-20
Título Original: Hereafter
Realizador: Clint Eastwood
Actores: Matt Damon, Cécile De France, Thierry Neuvic, Cyndi Mayo Davis, Jessica Griffiths
Produção: WARNER BROS
Distribuidora: Collumbia Tristar Warner
País: EUA
Ano: 2010
Género: Drama
Classe Etária: M12Q
Duração (minutos): 125
Sinopse:
| George (Matt Damon) é um operário norte-americano com uma ligação especial com o Além. Do outro lado do mundo, Marie (Cécile de France), uma jornalista francesa, tem uma experiência de vida ou de morte que a faz questionar toda a sua realidade. Marcus (Frankie McLaren), um rapazinho de Londres, perde a pessoa que mais ama e procura respostas. Cada um trilha o seu caminho em busca da verdade, tocados pelo mistério do que vem depois da morte, e as suas vidas intersectam-se. |
E preparem-se pessoal! Hoje à noite / fim da tarde vai ser postada uma nova análise !
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Sim, aqui está mais um Diário de Bordo! Atentem:
Quero começar por explicar mais ou menos o que se passa com a ausência de podcasts. Infelizmente, quando fiz o vídeo do podcast para meter no youtube, fiz acidentalmente duas partes com a segunda parte do podcast, e só me apercebi mesmo quando já estava no Youtube. Quando fui para emendar o erro, puff, tinha desaparecido tudo do disco rígido do meu computador. Infelizmente, está também a começar a época dos testes, quer para mim, quer para o Xavier, portanto ainda não tivemos oportunidade para fazer nenhum. Próximo podcast? Para a semana provavelmente não será, não passando das duas semanas. Ah, e seguramente que o próximo já será (finalmente) hospedado aqui no blog.
Passando agora ao real assunto desta crónica, hoje quero falar-vos de rage quit, ou em bom português, desistência algo enraivecida. Para os mais desatentos, rage quit é, nos vídeo-jogos online, quando um qualquer jogador sai a meio de uma partida porque está a apanhar uma abada. Isto pode levar a que o jogador que está na mó de cima perca o jogo e os stats inerentes. Pois bem, esta é das coisas que mais me irrita num vídeo-jogo. Posso ser sincero, não sou das melhores pessoas em qualquer tipo de jogo online, e mais vezes sou eu que estou a ser owned do que os meus adversários, mas muito raramente faço rage quit, e fico irritadíssimo quando alguém o faz.
Só costumo fazer rage quit, e entendo quando alguém faz também, quando a culpa de eu estar a ser humilhado é do jogo, ou por batota. Mas quando o mérito está por parte de uma equipa bem organizada de oponentes, ou apenas um jogador muito talentoso, que remédio tenho eu do que lutar para tentar superar o meu adversário. Imaginem se pudesse fazer rage quit a meio de um teste para o qual não estudei, ou fazer rage quit do blog por, actualmente, ainda não termos muita aderência por parte do leitor? Imaginem que os meus pais tivessem feito rage quit quando eu os fazia estar acordados toda a noite quando era bebé? Ou imaginem que os ingleses tivessem feito rage quit durante a segunda guerra mundial?
Com isto em mente, a Capcom está a trabalhar num sistema (outrora) secreto para o Marvel vs Capcom 3, em que consiste numa espécie de ranking interno, em que a cada desistência a meio da partida baixa o nosso status, e jogadores com status baixo jogaram com jogadores com status baixo. Isto leva a que jogadores que habitualmente fazem rage quit joguem com jogadores que habitualmente fazem rage quit. Isto tudo, sem conhecimento do jogador (isto é, não há tabelas online para saber quem é o melhor ou pior). Parece-me uma excelente ideia no papel, mas na prática, onde as coisas interessam, pode-se tornar algo que não funciona. Temos de nos lembrar que a a vida de quem joga não se resume ao acto de jogar. Muitos de nós temos família, filhos ou pais e afazeres mais importantes do que uma luta online entre super-heróis. Ou também podemos ter diarreia. Sim, é verdade, as necessidades fisiológicas existem.
Falando mais asério, digam-me quais são as vossas opiniões no assunto, e se acham que isto é exequível ou não. Fiquem atentos para mais novidades, teremos análises do FM (Rui) e COD: Black Ops (eu) assim como o primeiro podcast de 2011 (Xavier e eu) durante as próximas semanas.
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Informações:
Data de estreia: 2011-01-13
Título Original: TRON: Legacy
Realizador: Joseph Kosinski
Actores: Olivia Wilde, Michael Sheen, Jeff Bridges, Garrett Hedlund, James Frain, Bruce Boxleitner,Serinda Swan
Produção: Walt Disney Pictures
Distribuidora: ZON Lusomundo Audiovisuais
País: EUA
Ano: 2010
Género: Acção/Aventura
Classe Etária: M12
Duração (minutos): 126
Sinopse:
Tron O Legado é uma aventura high tech em 3D, passada num mundo digital como nunca antes vimos no grande ecrã. Sam Flynn, um rebelde de 27 anos, é assombrado pelo misterioso desaparecimento do seu pai, Kevin Flynn, um homem que ficou conhecido como líder mundial na criação de videojogos. Quando Sam investiga uma estranha mensagem enviada do antigo escritório de Flynn – uma mensagem que só poderia ter sido enviada pelo seu pai – ele é atirado para um mundo digital, o mesmo para onde Flynn foi arrastado há 20 anos. Com a ajuda da destemida guerreira Quorra, pai e filho vão embarcar numa derradeira jornada de vida ou morte através de um ciberuniverso visualmente assombroso e colossal – um universo criado pelo próprio Kevin, muito mais avançado, com veículos, armas e paisagens nunca antes imaginadas e um implacável vilão que vai fazer tudo para impedi-los de escapar.
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ATENÇÃO:
Tivemos enormes problemas com a gravação do último podcast, e por azar desapareceu tudo do meu computador. Infelizmente assim, não sabemos bem quando faremos outro. Esta semana é complicada quer para mim, quer para o Xavier, portanto, peço imensa desculpa e compreensão. Sabemos que já faz três semanas que não saí nenhum podcast, mas, mais uma vez pedimos compreensão. Vou dando notícias pelo twitter (juicy690)
Pedro Lourenço
E amanhã é o meu aniversário! Yey! Será que vou receber algum jogo fixe? Espero que sim… :) Bem, mudando de assunto: Olá pessoal daqui fala o Rui que não é o Outro Rui Santos mas sim o Rui do DSP e como isto está a precisar de posts aqui está um para os interessados lerem.
Vamos falar sobre os melhores lançamentos deste mês:
- Dead Space 2 – A sequela de um dos melhores jogos de terror desta geração sai, se não me engano, dia 28! Grande jogo, toca a aproveitar se quiserem apanhar uns grandes sustos, e já podem fazer download da demo!
- Mass Effect 2 – Agora na PS3, e com um comic interactivo com a história de Mass Effect (1), um dos GOTY’s do ano passado está de volta e com gráficos ligeiramente melhores. Os DLC’s são grátis para compensar o tempo de espera de quem não tem Xbox 360 nem Mass Effect (1) e uma grande opção para começar o ano!
- Kingdom Hearts re: coded – Não é para todos mas é para mim! KH de volta e espero que seja o melhor jogo da série em consolas da Nintendo! Quem for fã tem que comprar, claro!
Para acabar vou-vos dar a minha opinião sobre…

Depois de adorar AC 2 e o seu final impressionannte estava com grandes expectativas em relação a este jogo, e “Credo, um Assassino! Irmandade” é mesmo um dos Jogos do Ano de 2010. A jogabilidade está parecida mas com melhorias no combate, andar de cavalo dá mais geito agora e Roma é uma cidade enorme e bonita e variada. Infelizmente os gráficos estão um pouco datados e várias vezes conseguimos ver coisas como árvores a aparecer de repente no ecrã, se não me engano uma vez quase que ia contra um guarda que apareceu de repente! Apesar disto a história está excelente e Cesare Borgia é um bom vilão. Este jogo ainda dá mais importância a Desmond que os dois anteriores e podem ficar à espera de muitas surpresas e um final espectacular! Para acabar gostava de vos dizer que a duração do jogo é enorme e além da história temos imensos objectivos secundários para cumprir, como a destruição das máquinas do Leonardo (Da Vinci), que controlamos antes de destruir. Além disso ainda existe o online, que é diferente do habitual e tem uma boa variedade de cenários. Existem várias personagens para usar e à medida que jogamos vamos evoluindo de nivel e ganhando mais habilidades para podermos usar nos diferentes modos de jogo.
Gráficos: 94/100
Jogabilidade: 98/100
Som: 98/100
Pormenores: 94/100
Valor: 97/100
Total: 96/100
Bom:
- História muito boa
- Mais partes com o Desmond
- Longevidade do jogo
- Trabalho sonoro
- Jogabilidade
Mau:
- Podiam ter feito mais melhorias em comparação com o jogo anterior
- Gráficos datados
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