Para os que desesperavam e pensavam que o blog tinha morrido, aqui está a nossa firme resposta! O terceiro nesta série, neste Vamos Jogar faço algo diferente, não avançando muito, para dar a conhecer ao pessoal da Portuguese Gaming o nosso projecto. Sim, decidimos internacionalizar-mo-nos e também podem aceder ao vídeo no canal deles aqui.
O segundo podcast (que não é bem o segundo). Temos novamente o problema do senhor Xavier não gostar nada de microfones, e falar baixo e longe desse elemento fundamental na execução de um podcast, mas prometo que para a próxima agrido-o rapaz. Quanto ao podcast propriamente dito, falos desta vez sobre as portáteis, o passado e o futuro. Nesta semana tivemos apenas um comentário, que foi feito depois de termos gravado o podcast, portanto, vai ser lido no próximo *sadface*, e no fim temos uma surpresa no fim. Sem mais demoras, aqui está o podcast, num player e em formato .mp3 para a comodidade do ouvinte:
Parte dois do Vamos Jogar Final Fantasy VI. Nesta, falo um bocado de emuladores e coisas que interessam a pouca a gente. Peço desculpa por causa do microfone, vou ter de comprar um novo…
Data de estreia: 2011-02-10
Título Original: The King’s Speech
Realizador: Tom Hooper
Actores: Colin Firth, Helena Bonham Carter, Derek Jacobi, Robert Portal, Richard Dixon, Paul Trussell
Produção: See Saw Films
Distribuidora: ZON Lusomundo Audiovisuais
País: Reino Unido/ Austrália
Ano: 2010
Género: Drama
Classe Etária: M12Q
Duração (minutos): 113
Sinopse:
O filme narra os primeiros anos do conturbado reinado de George VI (Colin Firth) que subiu ao trono após o seu irmão mais velho, Eduardo VIII (Guy Pearce), ter abdicado. George VI teve de enfrentar o seu problema de gaguez que só foi ultrapassado com a ajuda de Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta da fala.
Informações:
Data de estreia: 2011-02-10
Título Original: The Fighter
Realizador: David O. Russell
Actores: Amy Adams, Christian Bale, Mark Wahlberg, Melissa Leo
Produção: The Weinstein Company
Distribuidora: Valentim de Carvalho Multimedia
País: EUA
Ano: 2010
Género: Biografia
Classe Etária: M12Q
Duração (minutos): 115
Sinopse:
Dicky Ecklund é uma antiga lenda do pugilismo que desperdiçou os seus talentos e deitou fora a sua oportunidade de grandeza. Micky Ward), o seu meio-irmão, é um pugilista batalhador que viveu toda a vida na sombra do irmão. The Fighter é a história verídica e inspiradora destes dois irmãos que, contra todas as expectativas, se aproximam para treinar para um histórico combate pelo título que irá unir a sua família desfeita, redimir os seus passados e dar finalmente à sua cidade aquilo por que esta tanto espera: orgulho.
A série Call of Duty é a que actualmente mais vende anualmente. Com um estilo muito próprio, campanhas exorbitantes e multiplayers muito concorridos são a face, para o bem e para o mal, de uma franquia muito conhecida dos jogadores. Modern Warfare 2, da “extinta mas não extinta” Infinity Ward lançamento de 2009 bateu recordes de vendas, e em 2010, foi a vez de Black Ops, desenvolvido pela Treyarch, quebrar novamente os números previamente estabelecidos. A imagem de marca foi a proximidade da Treyarch com a comunidade, equilíbrio no multiplayer e um novo modo de zombies. Será que conseguiram estar a par das expectativas?
As campanhas dos COD’s têm vindo a diminuir de tamanho. Começaram por ser o foco principal, passando a ser apenas algo secundário. Apesar de tudo, a qualidade tem se mantendo alta e ano após ano os jogos vão ficando cada vez mais frenéticos. Neste campo, Black Ops não consegue inovar. Continua a ser apenas uma campanha de 7 horas, mas este é a única grande queixa que eu tenho. O modo estória é espectacular! Estamos na pele de Mason, um ex-militar das “Black Ops”, sendo interrogados por uma qualquer sombra. São os flashbacks que Mason sofre durante este mesmo interrogatório que nos levam ao passado, a momentos espectaculares e sítios exóticos. Sim, se uma vez estamos numa batalha na Segunda Guerra Mundial, noutra já podemos estar no Vietname, e ainda noutra situação, podemos estar a participar numa fuga de um Gulag Nazi na Russia, em Vorkuta, o meu nível favorito e, para mim, o segundo melhor da série (quem não se lembra de Chernobyl?).
As personagens são excelentes, cheias de carisma, e algumas são sem dúvida memoráveis, mas infelizmente, volta aquela mania da série em fazer-nos jogar por várias personagens, algo que pode ser um bocado confuso, mas sendo que as nossas personagens todas falam, é fácil entender as diferenças. Também há muita diversidade, porque o jogo parece estar sempre a dar-nos razões para fazer algo diferente, e, claro, aquele sentimento cinematográfico de um filme de acção de Hollywood, está mais do que presente, com explosões, momentos em câmara lenta e humor a aparecerem aqui e ali. Também senti que é um jogo com um bocadinho mais de gore, algo que sem dúvida que é de louvar. Finalmente, devo dizer que não tem a mesma mestria que os outros COD’s. Apesar de não ter visto nada aberrante, viram-se alguns pop-ups e texturas mais fracas. A IA têm picos e os NPC’s por vezes fazem coisas impensáveis. Se por vezes se escondem, atiram granadas, atacam em grupo, outras simplesmente vêm contra nós sem nos atacarem, e mais aberrante, os nossos colegas por vezes avançam deixando inimigos nas suas costas, levando a algumas mortes embaraçosas.
A nível visual, o jogo é muito bonito. Paisagens luxuriantes e diversificadas, personagens muito realistas e os veículos também. Apesar de este ser o mesmo motor desde 2007, este não dá qualquer sinal de envelhecimento. Porém, não posso dizer que não esteja cansado. É preciso inovação neste sector, mas quando se tem de publicar um jogo de dois em dois anos é obviamente mais complicado.
Passando agora ao multiplayer, este é, sem dúvida o mais equilibrado e bem mais difícil. Para os que jogaram Modern Warfare 2: Sim, acabaram-se os lança granadas a inundar as partidas, acabou-se as perks “overpowered” e tudo o que fazia do jogo da Infinity Ward chato e por vezes quebrado. Depois temos também uma pequena revolução. Em vez de termos de “grindar” uma arma, temos agora CODPoints, a moeda do jogo. Ainda temos níveis para certas armas, mas depois de as desbloquearmos só temos acesso a elas comprando-as com estes pontos. E ao desbloqueá-la, todos os attachments estão desbloqueados, e mais uma vez, basta comprá-los De resto é o que estamos habituados, e o que nos prende durante tanto tempo. Mapas diversificados e montes de armas por onde escolher. Em cima disso, há também o novo modo de jogo Wager Mode.
Wager Mode é um multiplayer dentro do multiplayer. Nele podemos “competir” em quatro modos diferentes de jogo, por uma quantia de COD Points. Sticks and Stones dá-te uma besta com flechas explosivas, três facas balísticas e um tommahawk (uma espécie de faca para atirar). Gungame é o gungame que todos conhecemos do Counter-strike. Níveis, com cada um com uma arma, ser esfaqueado faz com que desçamos um nível. One in the chamber dá-te uma bala e três vidas. Matas com um tiro e recebes sempre uma bala quando matas alguém. Finalmente, Sharpshooter tem 45 segundos de uma arma qualquer que muda para toda a gente ao mesmo tempo. É, portanto, um jogo dentro de um jogo. É muito divertido e já passei boas horas lá.
Temos também o modo de Zombies. Temos dois mapas, um que aparece logo no início do jogo, e outro desbloqueado após a campanha ser completa. É basicamente mais do mesmo, ou seja, mais do bom. Praticamente é tudo igual. Estão de volta as ondas de zombies intermináveis, está de volta o modo cooperativo com muitos adeptos, estão de voltas as horas gastas a fazer dos mortos-vivos, “mortos-mortos”. E no segundo nível (o tal desbloqueado após o final da campanha) as personagens jogáveis são nada mais, nada menos do que J. F. Kennedy, Fidel Castro, Robert McNamara e Richard Nixon. O que eles dizem, e especialmente o que Kennedy diz no meio do jogo é simplesmente hilariante e muito inteligente.
Call of Duty: Black Ops dá-te muito pelo dinheiro que gastas no jogo. Para além de uma campanha que, apesar de pequena, é exuberante e muito boa, um multiplayer quase com horas infinitas de diversão, um Wager Match com muito por explorar, muitos zombies e finalmente um modo Dead Ops Arcade, que é um top-down shooter, parecido com um jogo que se encontra na PSN “Zombie Apocalipse”, onde, à imagem do modo de zombies, o jogador têm de enfrentar ondas de mortos-vivos cada vez mais difíceis. É espectacular, tem uma música que faz lembrar a da geração de 16 bits, e acima de tudo, não era necessário. Ninguém compraria o Black Ops pelo DOA, nem por outra mão cheia de easter egs que se encontram ao longo do jogo, e certamente que não traria nenhuma reclamação não termos nada disto. No entanto, os produtores do jogo decidiram fazê-lo, e isso demonstra o cuidado com que este jogo foi feito.
Deverá ser essa a palavra-chave de Black Ops, cuidado. Apesar de tudo o jogo tem falhas, e peca claro, pela falta de novidade propriamente dita. Tem um multiplayer balanceado (coisa nunca vista antes num COD) e uma campanha com a melhor estória da série. Se havia dúvidas, a Treyarch desfê-las. Venham mais Call of Duty’s desta produtora (visto que a Infinity Ward já não é bem a Infinity Ward). O preço é mais do que o correcto por um jogo gigantesco, há para todas as plataformas imagináveis (infelizmente não saiu para a Atari 2600) e é mais do que fácil de arranjar. Portanto do que estás à espera? Prepara-te primeiro para gastares uns três meses da tua vida em Call of Duty: Black Ops!
Data de estreia: 2011-02-03
Título Original: Black Swan
Realizador: Darren Aronofsky
Actores: Natalie Portman, Mila Kunis, Winona Ryder, Vincent Cassel, Ksenia Solo, Sebastian Stan
Produção: Fox Searchlight
Distribuidora: Castello Lopes Multimédia
País: EUA
Ano: 2010
Género: Drama/ Thriller
Classe Etária: M16Q
Duração (minutos): 108
Sinopse:
Um thriller psicológico que se desenrola no mundo do New York City Ballet, CISNE NEGRO tem como protagonista Natalie Portman no papel de Nina, uma bailarina que se vê enredada numa teia de intriga competitiva com uma nova rival na Companhia (Mila Kunis). Um filme da Fox Searchlight realizado pelo visionário Darren Aronofsky (THE WRESTLER), CISNE NEGRO leva-nos numa viagem excitante e por vezes aterradora através da psique de uma jovem bailarina cujo papel de Rainha dos Cisnes resulta num desempenho para o qual ela se torna assustadoramente perfeita.