Filme da Semana – O Turista

Informações:

Data de estreia: 2011-01-06
Título Original: The Tourist
Realizador: Florian Henckel von Donnersmarck
Actores: Angelina Jolie, Johnny Depp, Paul Bettany, Timothy Dalton, Steven Berkoff
Produção: Sony
Distribuidora: Collumbia Tristar Warner
País: França/ EUA
Ano: 2010
Género: Drama/ Thriller
Classe Etária: M12
Duração (minutos): 103

Sinopse:

Frank Tupelo é um turista Americano que está a viajar por toda a Europa, como forma de curar o seu coração destroçado. No comboio que o leva de Paris a Veneza, conhece Elise Clifton-Ward, uma misteriosa mulher que intencionalmente cruza o seu caminho. Com a belíssima cidade de Veneza como cenário, o romance entre estas duas personagens rapidamente evolui, ao mesmo tempo que se vêem envolvidos num perigoso jogo do gato e do rato.

Assassin’s Creed: Brotherhood – Análise


Quase um ano depois do lançamento de Assassin’s Creed II, que revolucionou a série da Ubisoft, chega-nos Assassin’s Creed Brotherhood, a continuação da estória de Desmond Miles e, claro, Ezio Auditore. Portanto, prepara-te bem, põe as tuas hidden blades e o capuz e segue-me nesta aventura pelos telhados de Roma!

Comecemos pela estória. Logo no início do jogo temos uma pequena explicação do que se passou no último AC, mas para ser sincero, um novo jogador da série não entenderá lá muito bem o que se passou anteriormente. Quanto ao jogo propriamente dito, desta vez temos um foco maior do que é habitual no que se passa em Itália do século XXI, com Desmond e o seu grupo. Não quero dar demasiada informação, mas Montgiornni é agora a base destes Assassinos. Já no renascimento, a estória começa mesmo quando acaba ACII, e temos um Ezio cançado, que apenas quer voltar a casa e desfrutar uma vida calma e serena. Digamos que, depois de acção na banheira com Caterina Sforza, tudo corre mal e Ezio vê-se obrigado a ir a Roma para vingar o que se passou. Desta vez, os visados são Cesare Borgia, que quer conquistar toda a Itália e o seu irmão, Rodrigo Borgia, o papa, ambos templários.

Senti que esta estória era mais leve do que ACII, no que toca a conspirações e reviravoltas. Existem algumas, mas não tantas como no último jogo. No entanto, acho que as personagens estão melhor caracterizadas, e como só temos quatro ou cinco grandes alvos a abater, estive muito mais concentrado na estória e no quando é que teria oportunidade de acabar com a vida destes “sacanas”. O final é típico de um jogo de Assassin’s Creed, deixou muito em aberto, não se entende metade e há um grande momento “mas que raio?”. Agora, é esta estória a melhor da série? Não necessariamente, é diferente. Quer a de AC:II, quer a de Brotherhood são imersivas e espectaculares, cada uma  na sua maneira.

No que toca a novas introduções, AC:Brotherhood é uma boa sequela, tendo em conta que apenas passou um ano, e sabendo a imensidão do jogo. Pequenas-grandes migalhas como a inclusão de uma besta, o modo multi-jogador,  uma guild de assassinos que pode ser chamada sempre que quisermos e as missões de Realidade Virtual formam um grande pão de novidades.  E  também temos muita variedade. Lembram-se daquela máquina voadora feita pelo Leonardo da Vinci que temos a oportunidade de pilotar em ACII? Pois bem, agora temos umas quantas missões secundárias com novas máquinas de guerra executadas pelo nosso companheiro, onde se inclui uma espécie de tanque, a máquina voadora versão 2.0, e muito mais.

A grande nova adição deste jogo é mesmo a guild de assassinos. Ezio agora pode recrutar membros do povo oprimidos para se juntarem à sua causa. Depois de os recrutar pode enviá-los por missões por toda a Europa (incluindo Lisboa) para os fazer aumentar de nível e reduzir a influência templária nessas cidades, ou então deixá-los em Roma, e utilizá-los para matar alvos e ajudá-lo em algumas missões. É uma excelente adição e trás mais profundidade ao jogo. O modo de Realidade Virtual é também uma excelente adição. Podemos lá completar desafios e partilhar o nosso tempo com os nossos amigos. É engraçado e leva-nos a, de x em x tempo, ir ver como é que eles se estão a sair e tentar bater os nossos próprios recordes. O cavalo dentro da cidade também é uma boa adição, e dá um jeitão quando queremos viajar por um território tão grande como é Roma.  Muito mais foi adicionado, o que torna este jogo, como já disse anteriormente, uma excelente e completa sequela, dadas as circunstâncias.

Os gráficos estão ainda melhores que os últimos títulos da série! Há partes em Roma que são de ver e chorar por mais. Roma é também uma cidade muito diversificada. Para além do montão de igrejas, temos o Panteão, o Coliseu e, claro, o Vaticano. É engraçado ver os contrastes entre a Roma mais cosmopolita (no que ao século XVI diz respeito) e as partes mais rurais, com as ruínas da Roma antiga. Gostava de poder revisitar Florença e Veneza, sem dúvida, mas Roma vale por todas as outras cidades que visitamos em AC:II. Claro que isto tudo tem um preço, e a versão da PS3 têm problemas ainda maiores do que no último jogo, no que ao frame-rate e a pop-ups diz respeito. Preferia ter tido um jogo com gráficos inferiores e que corresse bem melhor porque, apesar de não serem problemas gritantes e que nos impeçam de jogar, são algo chatos e por vezes até ridículos. Nota para que a minha consola crashou uma vez ao jogar a campanha. A música é a melhor da série. É apropriada e ajuda a criar um ambiente espectacular.

O multi-jogador também é uma boa adição, e sobe o nível de rejogabilidade astronomicamente, comparando com os títulos anteriores da série. Nele podemos competir sozinhos ou com um grupo, numa espécie de jogo de escondidas mortal. É muito menos face-paced do que, por exemplo, um multijogador de um qualquer FPS, mas estes são jogos diferentes. Eu, pessoalmente, prefiro mais o ambiente frenético de um Call of Duty, mas é sem dúvida uma boa distração. E o meu ritmo cardíaco chegou a aumentar quando corria pelos telhados atrás da minha presa. Os níveis são bons, balanceados e tiram algumas ideias da campanha. Apesar do meu medo, acabou por ser mais uma maneira de completar um jogo já por si gigante.

Apesar do medo de muita gente (incluindo eu) de que este poderia apenas ser um Assassin’s Creed 2,5, Brotherhood é muito mais do que isso. É uma mão cheia de novidades que fazem com que o último título da série pareça algo incompleto. Uma campanha que demorará 10 horas a completar, mas com mais 10 horas de exploração e missões secundárias, com um bom multijogador que, apesar de tudo, é uma excelente maneira de desanuviar de outros mais arrebatadores, e um modo de RV que te deixa competir com os teus colegas, Assassin’s Creed Brotherhood dá-te muito pelo teu dinheiro. Se tivesse de simplificar este jogo numa frase, seria algo do tipo: Melhor Assassin’s Creed até à data e um dos melhores sandeboxes desta geração. Sim, tens de o jogar.

Diário de Bordo 30-12-2010 “…”

Passou muito tempo desde que escrevi a minha última crónica. No penúltimo dia de 2010 (passou rápido, ‘né?) trago-vos o último post deste ano. Para manter a tradição, será tão enfadonho como os outros.

Começando pelo natal e estas pequenas férias, não estive em casa durante estas duas semanas, portanto, não consegui “meter os dentes” em nenhum dos jogos novos que tenho aqui para casa. Brotherhood? Estou mesmo mesmo a acabar (análise para breve), mas ainda quero explorar um pouquito mais para clarificar algumas dúvidas. Black Ops? Bem, estou apaixonado. Não tenho os problemas de conexão no MP que muitas pessoas tem, mas mesmo assim sofro de alguns bugs e glitches, nada que a Treyarch não acabe por tratar, e a campanha, até agora, é quase tão boa como a de Call of Duty 4. Epic Mickey? Joguei muito pouco, até agora estou a adorar. Saliento uns puzzles inteligentes e o não abuso de abanicos ou chocalhos ou seja o que for que abuse das capacidades de deteção de movimento da Wii. Ainda tenho para aqui o God of War 2, que terá de esperar até eu encontrar um cartão de memória para a minha PS2, e o Darksiders, comprado ontem, que estou ansioso para experimentar. Pode ser que logo à noite quando chegar a casa tenha essa oportunidade.

Portanto, tenho jogos para meio ano, e pouco tempo para os jogar, com o inicio das aulas (e do mais importante período do ano escolar) vou ter de definir prioridades. Chega de falar de coisas chatas e passemos aos jogos de 2011.
Apesar de ter falado de alguns no ÚLTIMO PODCAST, queria fazer algumas previsões, qual Professor Bambu, do que me parece das experiências passadas e do que temos até agora (trailers, gameplays, bla bla bla). Tenham em atenção, que são opiniões pessoais.

Começando por Crysis 2, espero ter aqui um shooter com o melhor grafismo possível para um jogo multiplatadorma, com uma excelente jogabilidade mas uma estória fraca. Little Big Planet 2 tem a dificuldade de superar o seu antecessor. Conseguirá? Estou convencido que sim, tudo o que vi até agora é prometedor e demonstra ser um jogo bem maior do que o primeiro. Killzone 3, penso que será o grande exclusivo da PS3 para 2011. Um FPS do melhor que há, com níveis variados, e grafismo espectaculares. O MP não será tão mediático como o da série Call of Duty, mas será muito jogado. Por Portal 2 estou muito ansioso, assim como Uncharted 3, mas esperem um post completo para estes dois jogos.

E portanto, o próximo ano será um bom ano para ser jogador, e promete ser tão bom como 2010 e 2009. Apesar dos problemas financeiros, prevejo um bom ano para a indústria. Mas mais importante que tudo, desejo-vos um bom ano, a nível escolar/profissional e pessoal, com tudo o que desejam para vocês e para os vossos entes queridos!

Feliz Natal!

O Natal é já esta noite! O tempo passa depressa…

FELIZ NATAL A TODOS OS LEITORES DO PIOR MELHOR BLOG DO RUMBLE PACK DE SEMPRE!!!!

YEY

Que é que irão receber? Um monte de roupa ou/e o Black Ops? Ou pediram um Assassin’s Creed ao Pai Natal? Também vais comprar prendas para ti próprio? Pois o DSP tem uma prenda para vos dar:

MUITOS POSTS DE QUALIDADE EM 2011!!!

FELIZ NATAL!!!

Podcast nº 5 Don’t See… Play! “Especial Natal”

Aqui está o último podcast do ano, um especial de natal. Nele fazemos uma retroespectiva do que foi este excelente ano de 2010, e o que virá para o ano, assim como falamos de alguns prémios que já saíram (sobretudo os VGA), assim como as nossas próprias recomendações. Votos de bom natal para todos vocês, e excelente ano novo. Ah! Não se esqueçam de deixar uma sugestão para o nome do podcast.

Parte 1:

Parte 2:

Kingdom Hearts Birth by Sleep – Análise

Depois de vários jogos a série Kingdom Hearts chegou finalmente à PSP, o resultado foi talvez o melhor jogo desta famosa franchise. A história volta atrás no tempo, e mostra-nos a origem de Xehanort. Os protagonistas são Terra, Ventus e Aqua, que terão que lutar contra um novo tipo de inimigos, os Unversed, para conseguir cumprir os seus objectivos.

A jogabilidade não está muito diferente, mas o sistema de combate mudou e agora o menu onde estão as opções de combate está modificado. Em vez de termos opção para ataque normal, magias, items, etc. isso está tudo junto em commands (excepto o ataque normal), à medida que vamos aumentando de nível podemos ter mais commands equipados ao mesmo tempo. Cada Battle Command tem uma barra, que se esvazia quando é usado e que vai enchendo até poder ser usado outra vez. Mas não é só assim que combatemos, neste jogo temos uma habilidade nova: os Shotlock Commands, que nos permitem atacar vários inimigos ao mesmo tempo. Se usarmos ataques de tipos diferentes, podemos ficar mais poderosos e ganhar diferentes finishers, dependendo dos diferentes ataques que fazemos.

Além destas habilidades, os Action Commands permitem-nos fazer coisas como contra-atacar, ou ter um duplo salto, e quanto à falta de um analógico…não existe nenhum problema, já que a Square-Enix conseguiu tornar a jogabilidade excelente com o movimento da câmara a ser feito com os botões L e  R.

Além das três histórias (cada uma dura mais ou menos 10 horas) e do episódio final, há muito a fazer. Quem gosta que os jogos durem tem aqui uma opção muito boa, o UMD deve estar praticamente cheio, o unico problema disto são os loadings, que ficam um pouco grandes (mesmo assim existe uma opção para instalar o jogo na consola para eles ficarem mais pequenos, não sei se funciona porque não fiz isso). Então o que há mais para fazer? Podemos coleccionar todos os items, cofres, stickers (que podem ser usados para ganhar novas habilidades), e acabar o jornal. Podemos desbloquear o final secreto, e podemos também lutar na Mirage Arena, onde fazemos vários desafios contra grupos de inimigos até chegar um boss no final. Este mundo faz o mesmo que os desafios do Coliseu faziam em jogos anteriores.

Mas ainda há mais, no mundo Disney Town existe um grande conjunto de bons mini jogos e até um local secreto para explorar. O multiplayer local ainda dá mais longevidade ao jogo, apesar de ser mais divertido com mais que dois jogadores. Para terminar ainda temos o mini jogo Command Board, que mistura um jogo de cartas com Monopólio. Este jogo é divertido e ainda nos ajuda a aumentar o nível dos nossos Commands.

Os gráficos estão muito bons e a banda sonora fantástica, quanto ao voice acting…também está muito bom excepto em algumas partes onde as vozes de Terra e Aqua estão um bocado más. Mesmo assim à medida que vamos avançando no jogo as vozes dessas personagens melhoram, com os actores a entrar mais nas personagens.

Nem toda a gente acha isto, mas para mim este jogo é o melhor da PSP entre os que já joguei, com boa jogabilidade, gráficos, banda sonora e uma história ao nível das histórias dos outros jogos na série. Com muita coisa para fazer e um UMD praticamente cheio este jogo é bastante recomendado para toda a gente, até porque não precisas de jogar os outros jogos para perceberes a história deste.

Gráficos: 96/100
Jogabilidade: 97/100
Som: 98/100
Pormenores: 94/100
Valor: 97/100

Total: 96/100

Bom:

- História fantástica
- Bons gráficos
- Longevidade do jogo e variedade de coisas a fazer
- Mini jogos
- Novo sistema de combate

Mau:

- Loadings grandes
- Voice acting de Terra e Aqua nas partes iniciais do jogo

Antevisão de Dezembro

Chegou Dezembro, chegou mais uma foleira antevisão deste blog, que com o seu nome incentiva os seus leitores a nao virem aqui, por isso se quiserem podem ir jogar os vossos joguinhos, mas perdem as novidades natalícias no mundo dos video jogos.

Donkey Kong Country Returns

Uma das personagens mais famosas da Nintendo está de volta e na Wii num jogo de plataformas 2D com muitos níveis e diversão!

World of Warcraft: Cataclysm

A expansão mais esperadas do ano chegou finalmente, pronta para adicionar ao mundo de WoW muitas novidades que os fãs vão adorar. A não perder para todos os jogadores de WoW.

Golden Sun: Dark Dawn

Depois de receber muitos RPG’s fantásticos como The World Ends With You e o remake de Chrono Trigger, o novo Golden Sun chega à DS. Um jogo a ter em conta para os fãs de RPG’s e uma boa prenda de Natal.

Battlefield Bad Company 2 – Vietnam

Mais tiros e acção para um dos melhores FPS’s deste ano! Agora é no Vietnam que irá haver um grande festival de tiros e destruição! Sai no dia…não sei…Pesquisem!!! Muahaha!

Tron: Evolution

Será mais uma desilusão ou conseguirá ser uma boa adaptação? As famosas lutas com discos e condução de rápidas motas são coisas que aparecerão neste jogo, tal como aparecem nos filmes desta famosa franchise.

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