Portal – Análise

Na altura do seu lançamento, em conjunto com os outros dois jogos da Orange Box, Portal foi muito bem recebido. Era apenas um extra naquele conjunto de jogos, mas foi o favorito de muitos gamers que o compraram. Como é que o jogo menos importante de um conjunto de três conseguiu isto? Descubram nesta horrível excelente análise!

 No jogo controlamos Chell, uma cobaia da Aperture Science. A dar-nos instruções está GLaDOS, uma das personagens mais engraçadas que já vi num video jogo. O jogo está muito bem escrito e muitas das falas desta I.A. vão fazer-nos rir. Desde referências a um bolo até frases sobre tentiva de assassínio, tudo o que esta personagem diz está muito, mas muito bem escrito. A música dos créditos é também engraçada, e é uma excelente recompensa por terminarmos este jogo. Quanto a Chell, a protagonista do jogo não diz uma única palavra, será que é muda? Eu não sei…

 Baseado num jogo indie chamado Narbacular Drop (Em que também utilizamos portais para avançar nos níveis), em Portal utilizamos a Portal Gun, uma máquina que cria portais para resolver os puzzles do jogo. Nos primeiros puzzles vamos aprendendo a utilizar portais e como os utilizar. Por exemplo, se entrarmos no portal a uma rápida velocidade, saímos do outro portal com a mesma velocidade. Isto permite-nos fazer grandes saltos e chegar a locais a que nao podiamos chegar de outra maneira. O desing dos níveis é inteligente e todos os puzzles estão bem feitos. Os ambientes são simples e não exitem objectos e coisas desnecessárias que nos possam confundir a resolver o puzzle, o que é bom. Para avançarmos nos níveis não temos apenas de nos descolar pelos portais: necessitamos também desviar o caminho de bolas de energia e colocar cubos em cima de butões.

 Apesar dos diálogos excelentes e da jogabilidade perfeita, Portal também tem os seus pontos baixos. No dia em que comecei este jogo acabei-o e demorei apenas umas duas horas. Além destas horas que vamos gastar a passar o jogo, temos apenas alguns desafios mais difíceis para passar a aumentar a longevidade do jogo.

 Mesmo assim o problema da longevidade não afecta assim tanto o jogo e a sua mecânica de jogo original e as falas de GLaDOS tornam Portal um dos melhores jogos de puzzles feitos até agora.

A análise ficou minúscula -.- :@ Bah! Análise por Rui Santos

There are 2 Comments to "Portal – Análise"

  • Francisco says:

    Tem havido alguma discussão entre os que gostam e os que não gostam.. ainda estou indeciso, detesto comprar um jogo e depois ser demasiado curto e sem replay value. Já agora, jogaste a versão consola ou pc do jogo?

  • Rui Santos says:

    Joguei a versão PC, houve uma altura em que fizeram uma promoção e durante uns dias este jogo esteve disponível de graça.

Write a Comment

XHTML: You can use these tags: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Shortcuts & Links

Search

Latest Posts