Histórico

    Procura


Afinal a Blueshark não morreu, ficou só mais pequena
Por: | 16 de Setembro de 2010 às 00:19 | 8 Comentários

Calma galera, afinal de contas o processador CELL não resolve todos os problemas da humanidade, tio Kutagão nos enganou!

Resposta do processador CELL para a extinção dos dinossauros,
um exemplo de como nem sempre se pode confiar no super chip.

Parte da mensagem foi mal desencriptada, o que foi o suficiente para não ficar totalmente bem contada. Tiago Carita saiu de caneta na mão (salvo seja) colocando os pontos nos “is” e já revelou a verdade dos faCtos. O que aconteceu não foi uma falência, mas sim um redimensionamento da Blueshark que implicou o fecho do estúdio em Alfragide. Significa isto que a sede em Carnaxide vai continuar viva. E vivo é o contrário de estar morto, faCto!

Leiam com os vossos olhos e aprofundem a verdade!

A empresa encontra-se em dificuldade desde que terminaram os grandes projectos externos da GI, que coincide com o apertar da crise internacional. (…) O que acontece é que não existe grande mercado de jogos em Portugal para um outsourcer de arte como nós, os nossos valores pela especialização e qualidade são altos cá dentro mas somos pequenos demais para operar lá fora onde que nos exigem redundância dos recursos.
O que nos aconteceu é que por razões de custos e dificuldade de arranjar trabalho continuo tivemos que reduzir drasticamente o tamanho e fechamos o estúdio que tínhamos em Alfragide, a empresa mantém-se a operar a partir da sede em Carnaxide que é bem mais pequena e os elementos que a compõem também são menos.

Uma empresa como a nossa, pequena, sem capitais exteriores ou de risco, tem de se reinventar para se manter no mercado, esta decisão de downsizing foi muito difícil de tomar, mas é um mal necessário para mais tarde podermos voltar a ter os lucros de à 5 anos atrás.

São os negócios, o fluxo e o refluxo da reinvenção quando no nosso quintal temos piscinas com água em vez de dinheiro. Antes assim do que estarmos agora a escolher o caixão.

P.S. – A vindima é algo sério onde vivo e provavelmente derivado ao elevado cheiro a vinho que paira no ar, associei o jogo do Cristiano Reinaldo como feito pela Blueshark. Tiago Carita, da Blueshark, foi o responsável pelo desenho do gameplay e conteúdo bem como de toda a arte durante a fase de pré-produção e de concepção. O jogo foi produzido pela YDreams. Assim é que é, corrijam no vosso cérebro os danos que causei!


8 Comentários no “Afinal a Blueshark não morreu, ficou só mais pequena”

  1. [...] BOMBA-BIMBA: Blueshark deu o berro? Por: abul-fadl nadr al-atrabulusi | 15 de September de 2010 às 02:00 | 5 Comentários O Rumble Pack é um blog de humor acutilante e corrosivo sobre videojogos. Subscreve o RSS Feed e fica sempre a par do cascalho cuspido pela nossa betoneira rumblepackiana!Vejam esta notícia actualizada aqui. [...]

  2. Pedo_Bear diz:

    cérebro corrigido

  3. Jeremias25 diz:

    Indo contra a minha religião vou ter de comentar esta posta.

    A explicação para a extinção dos dinossauros é a melhor que já ouvi e a que mais sentido faz. Obrigado Rumble Pack! aI <3 iÚ

  4. chico diz:

    Ainda acho que a Ydreams é a melhor empresa do genero em Portugal,
    ainda tou com esperanças nos ugo volt.
    E ainda bem que a blueshark nao fechou com sorte ainda fica a par da Ydreams

  5. iloveps3 diz:

    lol rumblepack.

  6. Sabão diz:

    Eu não sei se a Blueshark morreu mas eu já estou a ver os abutres a voar em cima do Rumble Pack… :(

  7. passarinho diz:

    @Sabão
    A eurogamer está a finalizar as negociações com o rumble para o adquirir.
    (conteudos passados e futuros)

  8. Sabão diz:

    @passarinho
    LOL opá essa foi muito boa XD

Deixa um comentário

Comenta