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Conferência sobre a Indústria dos Videojogos em Portugal
Por: | 15 de Abril de 2010 às 14:55 | 19 Comentários

No próximo dia 20 de Abril, às 19 horas, a Restart, Instituto de Criatividade, Artes e Novas Tecnologias, vai realizar no auditório do Instituto uma conferência sobre a Indústria dos Videojogos em Portugal.

Eis algumas premissas da conferência:

Qual é o panorama português neste mercado? Quem são os criadores portugueses? Que jogos desenvolvem e para que públicos? Podemos falar de uma indústria portuguesa de videojogos?

A entrada nesta conferência é livre, por isso marquem já nas vossas agendas caso estejam interessados em descobrir tudo sobre a Indústria dos Videojogos em Portugal cujo paradeiro permanecia desconhecido mas que, com a existência desta conferência, confirma-se a sua existência, não é um mito.

A titulo de curiosidade, também é de referir a existência de um Workshop em Game Design na Restart nos dias 8, 9 e 15 de Maio. O formador é António Saraiva, Produtor e Game Designer da Biodroid. Para quem não o conhece, é possível encontrar na página do workshop alguma informação sobre o formador nomeadamente alguns links como o da Pixelbox Academy, para assim melhor conhecerem o seu trabalho.

Curioso, ia jurar que já tinha ouvido falar da Pixelbox Academy no Rumble Pack. Mas devo estar a fazer confusão, o link da Pixelbox Academy nem sequer funciona…

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=bPiZptATdGc]


19 Comentários no “Conferência sobre a Indústria dos Videojogos em Portugal”

  1. Industria dos videojogos em Portugal é quase nula e mesmo assim consegue cheirar a corrupção. O link para a Pixelbox Academy parte tudo.

  2. ShaCa diz:

    Tecnicamente não existe indústria de videojogos em Portugal. Existe sim algumas pessoas que gostam imenso de videojogos e que lutam há anos para construir uma indústria e depois temos outras pessoas que há anos lutam para arrebentar com o trabalho que as outras pessoas estão a fazer.

    A começar por esta coisa horrorosa chamada de Pixelbox Academy nome ligado a um caso de burla que por razões estranhas não chegou, penso eu, aos tribunais mas que devia de chegar para punir quem burla. Não sei o nome da “coisa” que tentou sacar dinheiro (por acaso sacou e não foi pouco) nem me quero lembrar.

    Depois temos o caso do Ugo Volt, criado por dois irmãos da Madeira que por sinal são excelentes pessoas para “gamar” dinheiro ao Estado. Ora vejamos, primeiro sacaram vários subsídios ao Governo Regional da Madeira para criarem o primeiro videojogo feito na Madeira e até compraram um fato especial. O jogo nunca foi desenvolvido e o dinheiro nunca foi devolvido. Depois vieram para Lisboa e sacaram mais dinheiro para criarem o Ugo Volt… e desapareceram. Tirem as vossas conclusões.

    Falemos de quem tenta criar a indústria…

    Filipe Pina – É uma pena que o trabalho do Pina não seja mencionado mais vezes. Há anos que luta para reunir uma equipa capaz de desenvolverem videojogos. 2010 vai ser o seu ano e logo com um jogo para a PlayStation 3. Trabalhou na Sigma 3 e já aí a sua paixão pelos videojogos era evidente, é talvez um dos melhores modelistas 3D que existe em Portugal.

    Pedro Costa – Conheci-o na E3 em 2005 e logo aí notei que a sua determinação para desenvolver videojogos em Portugal era mais forte que todas as dificuldades. Tem aposta e muito bem nos jogos para telemóveis com sucesso.

    E depois temos o Tiago Silva da Crytek cujo trabalho vos vai surpreender ainda mais no Crysis 2 (tomem nota aos efeitos gráficos vindo da mente deste menino), temos uma rapariga que não me lembro o nome e que é grafista 3D na Blizzard, temos um português na iD Software e uma portuguesa na Lionhead Studios.

    O único que tem o objectivo de um dia regressar a Portugal e criar um estúdio de videojogos é o Tiago Silva, todos os outros nem pensam em regressar.

    Finalmente temos uma imprensa especializada muito esquisita. A escrita tem apenas um defeito que foi lançarem demasiadas revistas no mercado nacional. Bastava a BGamer com a Maxiconsolas integrada na revista-mãe, a ROP como revista exclusiva de uma marca e a Smash. Para quê inundar o mercado com lixo igual às revistas matrizes?

    A imprensa online é na minha opinião um verdadeiro caixote de lixo. Vejamos…

    Eurogamers – Quando começarem a criar notícias próprias e a escrever em “Bom português” talvez consigam me mudar de opinião.

    Mygames – O que dizer de pessoas que trabalham sem receberem nada e que roubaram com êxito o lugar aos verdadeiros patrões? E por amor de Deus, cortem o cabelo, arranjem-se melhor e tenham aulas de dicção e de português!

    Hi-Gamers – Nada a assinalar, são talvez os melhores que temos actualmente no Online.

    Planeta dos Jogos – Antiga PTGamers se conseguirem podem ser novamente grandes. Pelo menos pessoas que sabem escrever e criar bons artigos eles têm.

    Não falo de mim porque eu sou apenas um Opinion Maker, ou seja eu emito opiniões pessoais que valem os anos e os locais que já trabalhei em videojogos. Não me incluo portanto neste nicho de mercado.

    Tudo o resto é lixo, aliás é interessa ver que qualquer um hoje em dia cria um portalito de videojogos e depois sádicamente telefona para as editoras a exigir jogos gratuitos com ameaças que começam a falar mal deles. Interessante mesmo…

    Eu quando comecei, só ao fim de 3 anos é que comecei a receber jogos para analisar e já tinha saído da redacção da Superjogos e estava no final do primeiro ano do Gamespot. Hoje qualquer gato pingado cria e exige jogos e depois que os que realmente se interessam e trabalham nos videojogos que se lixem.

    Isto é a minha opinião e estou a pensar em ir a essa conferência até porque tenho muito para dizer e muito para perguntar sobretudo a esse senhor da Pixelbox Academy

    Nota: aos meus queridos amores que adoram atacar-me, beijinhos e abraços gostosos.

  3. “Isto é a minha opinião e estou a pensar em ir a essa conferência até porque tenho muito para dizer e muito para perguntar sobretudo a esse senhor da Pixelbox Academy.”

    Ias de rato a rei. Do it, NOW!

    Anyway, nunca esperei vir a ler um comentário do shaca minimamente sério. Estou surpreendido.

    “Hoje qualquer gato pingado cria e exige jogos e depois que os que realmente se interessam e trabalham nos videojogos que se lixem.”

    É verdade sim senhor. No outro dia descobri este: http://www.g4mers-zone.com/
    O nome é-me familiar, mas devo estar a fazer confusão…

  4. Miguel Tomar Nogueira diz:

    Olá Shaca,

    Foi interessante ler a tua análise sobre o panorama português.

    Quanto à Seed Studios concordo que são um óptimo exemplo (e um dos melhores) no panorama português, mas depois de muito tentarmos que o Filipe Pina estivesse presente não aceitaram o convite. Esperemos que em acções futuras possamos ter o seu contributo também porque era uma das pessoas que primeiro seleccionámos.

    Um abraço

  5. ShaCa diz:

    Tony_tha_Mastha, como eu logo procurei destacar, eu não me enquadro no actual panorama português.

    O meu papel é bastante diferente, como disse sou um Opinion Maker, eu em base dos anos em que trabalhei para várias revistas escritas e portais de jogos, emito opiniões que tanto podem ser sobre videojogos que estão a ser lançados no mercado como opiniões sobre o estado actual do mercado e novos produtos.

    Vais poder ler em breve diversos artigos meus.

    Caro Miguel Tomar Nogueira, obrigado pela sua opinião. A presença do Pina no vosso evento é dificultada pelo facto da equipa estar em fase de preparação para o lançamento do primeiro jogo. É uma fase muito complicada e trabalhosa por isso não é de admirar que ele tenha recusado a sua presença.

  6. Tu diz:

    ShaCa a colaborador do rumble!!

  7. BigLord diz:

    Se o ShaCa REALMENTE falar com o tipo da PixelBoy, acho que vai ter um royal pardon… que deus que serias!

  8. Alarka diz:

    ^ I see what you did there!

  9. castigadordaparvoice diz:

    Nao há industria de videojogos em Portugal pelo simples faCto de O PORTUGUÊS NAO GOSTAR DE JOGAR! Ninguem chegou ainda a esta conclusao. O povo português é um povo que pouco gosta de fazer e a maior parte dos jogos sao uma dor de cabeça ou demoram muito a desenvolver, entao, para evitar certos contratempos, jogam aquilo mais simples o que estiver mais á mao (playstation com PES e outros jogos de competiçao).

  10. çpç diz:

    Parabéns, Shaca. Para variar não disseste asneirada atrás de asneirada. Estás a melhorar. :)

    Abul, desafio-te a ires à conferência, de câmara em riste, e confrontares o tipo da Biodroid. Há tomates?

  11. Queremos lá a comitiva do Rumble e uma entrevista como a outra à senhora da Microsoft!

  12. BigLord diz:

    @castigador

    O português -comum-, fachavor, que eu orgulho-me de ser português.

  13. rarakic diz:

    caro castigadordaparvoíce.. a parvoíce é que te castiga a ti.
    Desde quando é que o português não gosta de jogar?! ainda neste momento estou a meio de uma aula e está o meu colega do lado a jogar warcraft. Achas isso normal no Português que referes?

  14. juma diz:

    Se metessem o pessoal que gosta só da paxatation na conferencia, era seria um sucesso!!1

  15. castigadordaparvoice diz:

    Caro rarakic, o teu mIgUh nao é a populaçao inteira, como em tudo há excepçoes, eu proprio sou uma excepçao mas, nao compares com outros países com milhoes de jogardores a dar dinheiro a todas produtoras e nao apenas ás de jogos de desporto.
    E jogar no meio da aula é muito fEiUh, é um rebeldezinho esse teu mIgUh.

  16. rarakic diz:

    castigado,
    sugiro que pesquises acerca do número de vendas, em relação à extensão do nosso país. Aí verás que estás um pouco enganado. o meu MigUh é mesmo um rebelde..só lhe falta a consola em casa.

  17. BigLord diz:

    ^Wat. A ideia é que ele seja o português comum. Se é um rebelde, tás a atacar o teu próprio argumento :lol:

  18. rarakic diz:

    Eu só conheço rebeldes OMG :s hehe

    Mas voltando ao tema principal e à ideia de haver ou não jogadores e indústria em Portugal de videojogos, estarei nessa conferência para tirar as minhas dúvidas. Parece que isto vai dar mais que falar… ;)

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