Errar é humano. Todos nós erramos, e isso é uma Berdade praticamente dogmática. TodaBia, algo que deveria ficar bem claro seria constatar que há erros…
– … e Erros! –
É normal enganarmo-nos nas plataformas para as quais os jogos são lançados: podemos até ser induzidos em erro e ponderar um Gears of War na Playstation 3, um jogo lançado na Wii mas sem Bersão DS como tendo sido planeado para a portátil, um jogo ser lançado na PSP mas não na já mencionada gigante da Sony — até porque, eBentualmente, praticamente tudo o que é lançado na primeira acaba por lá parar…
… ou um Super Mario com Wii no título para a Xbox 360… say what?
Este testemunho foi encontrado aqui, e uma Bersão-testemunho está aqui — para o caso de já terem actualizado!
O jogo mencionado no título acima foi uma aposta da Sony para o desenvolvimento de um jogo capaz de recriar… jogos de plataformas, com diferentes temas e desafios — a sequela, aparentemente, expandirá os horizontes para jogos de corrida e luta, capazes de rivalizar com Grandes Turismos e Tekken-zes.
Esta ideia de jogo caixa-de-surpresas, com inúmeras opções disponíveis ou mesmo edição de objectos, não é inédita. O trailer oficial de Mega Man Universe, um dos títulos mais aguardados da Capcom para este ano, aparenta simbolizar uma reforma numa das sagas mais conservadoras de sempre, tanto em termos de aspecto e mecânicas. O motivo por detrás destas teses reside na variedade exibida, com bonecos de plasticina a se transformarem inclusivé nalguns dos ícones mais famosos da gigante nipónica, tais como Ryu, o famoso lutador do Street Fighter.
Imaginem que a ilustração acima – Suzuran, DeviantArt – era uma hipótese: Mega Man a derrotar o Homem-Aranha, absorvendo a sua capacidade de lançar teias; combater com as garras do Wolverine, disparar os raios do Cyclops… tanto potencial reside neste conceito. Teríamos um novo esquema de “MarBel vs Capcom”:
Teremos de esperar até ser lançado nos serviços online PS Network e Xbox Live Arcade para Ber o que irá sair desta sopa de letras.
Peter Molyneux, o génio por detrás de experiências associadas à evolução da inteligência artificial em Bideojogos — ainda à espera de se justificarem –, finalmente apresentou uma demonstração relativamente convincente e ao vivo do seu “noBo” bebé, o puto inteligente Milo, numa conferência TED. As comparações para com o computador supermaléfico coleccionador-processador de informações Skynet já são imensas, pois aparentemente este joBem irá aprender a interagir e interpretar diferentes situações em função dos dados obtidos pelas interacções dos jogadores por todo o mundo — creio que via cloud computing, mas que importa isso?
– “what matters is that… WE’RE SCREWED!” –
Hum, isso não implicará que, posteriormente, todos os Milos educados se comportarão de forma igual? PossiBelmente não, pois ele disse que tal até iria contriBuir para a autenticidade individual de cada “vivência” com uma inteligência artificial. Aparentemente, isto irá funcionar… mais ou menos! A minha principal questão, porém, não é a sua fiabilidade, mas sim o entretenimento resultante de tal investimento: tanto dinheiro investido nisto, em períodos de crise, para ensinar um puto a atirar pedras contra um lago? Naturalmente, pelo menos no meu caso, a minha atenção permanece toda dedicada ao grande Dues de todos os Bideojogos, o indiscutível lórde Porkémon Branco/Preto!
Depois de, simultaneamente, derrotar o Joker pela 127ª Bez e desvendar o segredo por detrás do fantasma que assombra o Asilo, parece que ainda havia mais um segredo, muito Bem preservado, no condecorado jogo Batmuma: Arkham Asylum. Curiosamente, este brinde apontará para detalhes ligados à sequela, recentemente denominada de Arkham City e agendada para o Outono de 2011.
– que marotos, tinham planeado fazer-nos gastar mais dinheiro desde o início! –
Quando for programador também quero fazer algo parecido: planear uma sequela ainda antes de saber se o jogo foi um sucesso comercial ou não e, em caso positiBo, espalhar por aí que há pistas sobre a mesma. Era como se o Beifica, ainda antes de ser campeão, já tivesse planeado as tácticas e transferências para vencer a Liga dos Campeões do ano seguinte.
TodaBia, é aí mesmo que reside a chave para o sucesso.
Independentemente do MEDIA em causa, uma saga apenas atinge o estatuto de eterna se, no meio do seu processo de integração no quotidiano dos consumidores, conseguir propiciar experiências inéditas e regularmente recheadas de “nuvidades”, de modo a não atingir o ponto de saturação, sem que se perca a essência do seu sucesso.
E a RóqueStar está bem consciente desse princípio dogmático da filosofia socio-cultural predominante no mundo “muderno”.
– mundo este fomentado por novos meios de estimular Biolência infantil e discriminação… –
Por isso mesmo optaram por transferir a liberdade urbana do seu maior clássico — juntamente com todos os seus erros de programação — para o Faro-Oeste, com Red Dead Redemption. Cidades, criminosos SerBos, drédes e HaBaianos, veículos com rodas, facas e pistolas da treta… estava finalmente na hora de mudar. E ao que parece, a próxima iteração de GTA irá, por sua vez, improBisar sobre o futuro da raça Humana: e para tal contam agora com as colaborações de George Lucas e Goichi Suda, o senhor por detrás de No More Heroes.
Planeado a ser lançado na sucessora da Xbox 360 e Playstation 3 — a qual não irá precisar de descendente, segundo especialistas condecorados com notícias e entrevistas em sites deBeras fiáveis –, Grand Theft J. aparenta estar realmente sublime, com um trailer semelhante a um Bídeo qualquer daqueles publicados num serviço humorístico como o College Humor:
– a início, eu não acreditei: um GTA sem p*tas quadradas? Como era possíBel? –
Apesar de ainda nada se saber sobre a data de lançamento deste Berdadeiro espectáculo Bisual, é caso para perguntar se alguém continua interessado naquela sequela do clone do não-sei-quantos na sua jornada contra o Lado Nigga da Força…