Review parasite eve

12 07 2010

Review: Parasite eve
Plataforma:Psone
Editora:  Square Enix

Capa americana do jogo

Já os sonyistas europeus babados por terem finalmente um final fantasy na europa, a square soft(que nos dias de hoje é intitulada por square enix ) tinha lançado um jogo que para muitos jogadores foi o melhor rpg de sempre, tu jovem sabes bem qual estou a falar…”DING-DING!” claro final fantasy VII, mas ouve muita gente que não se deixou levar pelo hype e não agradado (incluindo eu) a maneira de ser do final fantasy 7, começando pelos combates por turnos que podem quebrar a paciência aos jogadores que gostam mais de acção directa , os inimigos sempre aparecerem aleatoriamente durante os níveis que limitam a nossa vontade de exploração , os boss que são completamente estupidamente mais poderosos que nós obrigando o jogador a fazer o famoso griding(aumentar os níveis de experiência das nossas personagens de maneira que fiquem a altura do boss neste caso) …mas a square enix queria chamar outro tipo de jogadores, pricipalmente aqueles que estão habituados a jogos mais lineares.

Final-Fantasy-VII

Em 1998 um ano após o lançamento do “épico” final fantasy 7, a square lança um titulo que muita gente pensava que iria ser um clone de resident evil mas parasite eve tem bastantes diferenças, como nós sabemos são poucos jogos ou simplesmente não existem jogos de acção da square enix ,parasite eve apesar de ser um jogo mais focado na acção é natural que este jogo tenha um cheirinho a rpg.

Este jogo fala-nos de uma experiência que afectou uma moça chamada eve que para alem de conseguir entrar no corpo de outras pessoas têm ainda têm capacidade de fazer pessoas ficarem arder por si só, basicamente a história anda a volta disso e controlamos a Aya a policia que descobre que é imune as queimaduras provocadas por eve…se querem descobrir o resto vão jogar o jogo vale mesmo apena

Como já tinha referi que a square tinha deixado um cheirinho a rpg no parasite eve, e vocês perguntam….”mas foram por outra-vês introduzir um sistema por TURNOS!??!” e a minha resposta é “mais ou menos” ,não sei se considero por turnos porque não és “obrigado” a levar dos ataques dos inimigos ao ponto que podes passar bosses sem perder vida, isso torna os combates algo mais fácil mas claro tens de ter uns bons reflexos para conseguires fugir dos ataques mas por outro lado temos uma barra azul temos de esperar que fique cheia para atacar-mos , os combates ficam-se espécie arena fechada mas que podemos movimentar livremente como já referido, para atacar esperamos que a tal barra azul enche depois clicam no x e aparece uma bola imaginária que mostra até que limite podem disparar com a vossa arma (e esqueçam as espadas gigantes ),dentro dessa bola imaginária podem dar 1,2 ou 3 tiros ou mais  isto vai dependo dos upgrades e das armas que tiverem á mão, se tiveram mais do que um inimigo uma arma que possa dar 2 tiros por cada ronda podem atacar 2 inimigos mas claro que vão tirar menos vida a ele, e por fim ainda podemos utilizar os nossos poderes utilizando chamados os p.v. que vão desde cura , a um ataque especial ou mesmo um poder para identificar as fraquezas dos inimigos claro que cada ataque destes tiram a vossa hipótese de usar a pistola e tiram de aguentar até a barra azul encher outra vês um sistema que agradou-me bastante.

Depois temos um sistema que é habitual nos rpg´s mas neste jogo de implementado de forma mais simples ondem podemos fazer upgrades das nossas armas,ou aos nossos coletes(esqueçam os escudos os coletes é que estão na moda :P ) que pode facilitar na alguns bosses ect ,temos também um sistema de níveis da nossa personagem que curiosamente apesar de existir neste jogo não é levado muito asério ou seja nem precisam de fazer griding para sentirem-se fortes o suficiente para os boss´s.
A exploração é bastante importante pois muitos dos melhoramentos para armas são encontrados nos cenários e a square enix fez questão de facilitar, apesar de ter incluindo os combates aletórios são mais raros de acontecer e quando aconteçe por exemplo numa determinada area apareçerem um inimigo só apareçe outro nessa mesma area se sairem dela e voltarem.

Junta-se também uma história algo interessante acompanhada com umas gdc´s regulares que dão mais enfase a história ,pena não haver haver qualquer tipo de voice acting(hey square enix já estavas na fase dos cd´s não percebo o porquÊ de não haver voice acting!!), o estilo gráfico é bastante agradavél apesar dos cenários serem pré renderizados e eu achar um bocado “batota” mas sinceramente é algo que era puxado correr cenários daquele detalhe e dimensão numa psone dai usarem os cenários pré renderizados.
A longevidade é algo curta e aqueles jogadores que só jogam para conhecer a história não vão querer repetir.

Positivo:
Sistema de upgrade bastante simples e eficaz
Os combates são inovadores
Qualidade gráfica decente ao estilo final fantasy 7

Negativo:
Não existe voice acting só letras
Longevidade Curta


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