Ai que hoje nã tenho descanso, e estaBa eu já a escrever a carta ao Pai Natal…
Há coisa de pouco tempo, um site anunciou que outro site anunciou que outro site (pronto, uma rede social, para ser mais exacto) anunciou que… será anunciado o anúncio da data de lançamento do jogo de corrida deste milénio milenar… muito em breve — seja lá quando isso for.
Portanto poderão contar com o tal — cá Bai de novo — “anúncio”… uh, ainda hoje, talBez!
Porque esta história da fibra óptica está por todo o lado — excepto por cidades não grandes, que ainda são… muitas –, os meninos da MEO decidiram que Pré-tugal é país apto à exploração do conceito de jogos sem consola nem instalação, assentes num “potentíssimo” serBiço de internet. Mês amigos, estamos perante o novo milagre de Fátima!
Dos responsáveis pela tentativa de propagação do 3D por malta que nem HD tem, temos agora o MEO Jogos, o clone do On-Live do nosso país. Por uns meros 10 euros mensais — e consequente mensalidade para uma fibra suficientemente capaz de suportar tal serviço –, terão acesso a jogos previamente lançados no PC e já sacados pelos “malévolos piratas nacionais” (serviço este funcional até “num daqueles ACER fraquinhos“, segundo Celso Martinho na apresentação em baixo). Destaque especial Bai para Seterite Fáitare Quatro, Dirt 2 e um joguito de motas que não interessa a (quase) ninguém!
Segue-se a “lista de vantagens e requisitos oficial”:
(B)antagens MEO Jogos
Não necessita de instalar os jogos, é só escolher o jogo e começar a jogar;
Apenas necessita de um computador com ligação à internet MEO Fibra ou SAPO Fibra – isto é vantagem?
Jogue os seus jogos favoritos por apenas uma fracção do preço de loja – esqueceram-se de mencionar que apenas jogam a uma fracção do jogo;
Requisitos do MEO Jogos
Cliente internet MEO Fibra ou SAPO Fibra – pois, tava a ver tudo muito bonito, sim!
Microsoft Windows XP ou superior (brevemente disponível para MAC OS)
Porta USB livre — well, duh!
Router ligado ao PC através de um cabo ethernet (RJ-45) — WIRELESS? QUEM SER WIRELESS?!
Gamepad (comando) certificado e fornecido pela PT Comunicações na adesão ao serviço
– pronto, esqueçam lá o Street Fighter! –
“Que fazer quando a ligação cair? Que fazer quando não puder pagar a fibra? Que fazer quando constatar que deveria ter comprado uma consola e jogos com caixa e manual? Esqueçam lá isso!” Mas de qualquer modo, é deBeras interessante constatar que o aparecimento destas iniciativascopiadas dos Estados Unidos estão em alta pelo nosso país. Quem sabe, se o catálogo de facto evoluir, não seja esta uma alternativa óptima a quem não tem hardware para correr certos clássicos… mas para simplesmente elogiar as coisas, não estou cá eu!
– “era só o que faltaBa!” –
Se estiBerem interessados em aderir ou saber mais detalhes, nada melhor que o Bideojogossite oficial.
As avozinhas e tias, de mala mortífera ao ombro e incapazes de não espalhar murmúrios acerca de dilemas das vedetas que admiram, chegam agora aos Bideojogos com uma “nu-tícia” digna de fazer inBeja a qualquer Tristiano Reinaldo!
O alvo foi um “Japa” de nome Shinji Mikami, figura ilustre dos Bideojogos que, como qualquer outro seu compatriota (fora o Miyamoto), não se destaca particularmente dos demais cromos com nomes esquisitos. De qualquer modo, é o “crânio” responsáBel por pandeiretas pouco difundidas, como… sei lá: Resident Evil, Vanquish… mas isso agora “nã” importa!
Qual será então esta magnífica nu-vidade, de proporções suficientemente astronómicas para merecer destaque num site como a Eurogamer? O facto de Mikami ter sido Bítima de Biolência infantil, por parte do seu papá. Segue-se um excerto:
AVISO: para um maior efeito de dramatização, proponho que leiam o seguinte discurso acompanhado de um clássico das novelas Pré-Tuguesas, do omnipotente vozeirão de Tói.
“Tirou-me da cama no meio da noite, e que eu tinha que sair de casa.
Descalço e de pijama fui para a rua,
onde o meu pai disse-me para colocar-me à frente do carro.
Após isso começou a perseguir-me
e corri entre cinco a seis quilómetros
até à costa.”
Sem retirar as minhas sinceras condolências ao senhor Japonês, creio que a única notícia aqui é o facto disto se ter tornado nu-tícia!
Estamos a um dia do lançamento de Super Mari… perdão, do Sonic ColoUrs, considerado por muitos a grande esperança para uma ressurreição da mascote Seguista, mas não por todos!
– A letra “U” no título é conteúdo exclusiBo para a comunidade Europeia; “A SEGA pensa em nós!” –
Até compreendo as reBoltas de certos e determinados “facciosos”, indignados pela submissão do ouriço às premissas Nintendistas do canalizador mais limpo do mundo — como é que o Mario nunca se suja? Tal questão será debatida noutro capítulo.
Com isto em mente, considerei apropriado demonstrar-Bos, lórdes Seguistas, que não há motivos para preocupação: todos os elementos-chaBe fundamentais para a execução de um produto à-la SEGA foram testemunhados à-la SEGA foram testemunhados, graças a este Bídeo!
Como evidenciado, permanece um jogo apropriado ao selo de qualidade da empresa de logotipo azul:
Diálogos foleiros – muito resumidamente, “o Sonic fala”… não funcionou durante 11 anos, nem irá agora!
Proto-História – muito resumidamente, same as above!
Teatralização — Gesticulações ao níBel dos dois pontos acima;
Ideais retrógados — “Bou salvar os aliens porque… pá, sou fixe e tal…”
Tentativa fútil de inserir um personagem único — os 3 “S”: Shadow, Silver and… Something;
Momento único: Sonic, the Moonwalker — repletos de homenagens a defuntos artistas e tradições humanas, os primeiros 5 segundos são mais que suficientes para surpreender qualquer fiel à fasquia do Sonic; ninguém sabe disto, mas esta é uma referência a um clássico 16-bit, onde o Miguel Já-que-som recorria a seus poderes coreográficos a fim de salBar criancinhas inocentes…
… oh, Bá lá. Não é tão mau quanto aqueles eventos no Sonic The Hedgehog lançado em 2006, lembram-se?
– Gran Turismo será um senhor… nem que o seja dos mortos-vivos! –
Um recente vídeo de um aparente lórde das interétes e cuja veracidade não foi “oficialmente” garantida, fez-me chegar à única aceitável conclusão para o anterior lançamento de Gran(de) Turismo 5, previamente planeado para o início de Novembro. Naturalmente, tal dedução apenas será fiável se a seguinte representação o for.
– A resposta é: terá uma apresentação grande comó caneco! –
Berídico ou não? Como mencionara, não tenho provas de nada. De qualquer modo, os motivos para preocupações sobre futuros adiamentos acabaram, pois as coberturas dos discos já estão a ser impressas — cof cof!
– “Tendes paciência, pois o Pai (Natal) já Bai!” –
Continuamos sem data oficial, porém. Dia 30, pessoal?…