Mass Effect 2 – Análise

 O primeiro Mass Effect só foi lançado para PC e Xbox 360. O 2º capítulo desta saga espacial foi lançado primeiro para essas duas plataformas, mas este ano foi feito um port para PS3, com um motor gráfico melhorado e com DLC’s incluídos e um comic para fazermos as escolhas mais importantes do primeiro jogo da série.

 Em termos de jogabilidade, Mass Effect 2 é parecido a um TPS normal, mas com vários elementos presentes em RPG’s. Depois de uma introdução muito boa, é hora de escolhermos o aspecto e sexo da nossa personagem, o seu passado, e a classe do nosso (ou da nossa) Shepard. Das várias classes escolhi Vanguard, que nos dá a possibilidade de usar poderes bióticos. Durante as missões somos acompanhados por dois membros da nossa equipa, à escolha. Nos combates podemos parar o tempo para trocar de arma, usarmos poderes especiais e dar ordens aos nossos companheiros. A I.A. deles não está muito boa, mas também não está má. Os combates são divertidos e a variadade de inimigos no jogo é grande. À medida que passamos missões, principais e secundárias (existem montes de missões opcionais que aumentam a longevidade do jogo!), vamos evoluíndo de nível. Além disso ganhamos pontos para aumentar o poder das nossas habilidades. Depois de as evoluírmos até um certo nível podemos escolher entre duas variáveis mais fortes desses poderes. A história está excelente e nos diálogos existem várias escolhas, algumas podem até mudar a história e as decisões irão alterar algumas coisas em Mass Effect 3. Além dessas escolhas existem outras menos importantes, que apenas nos ajudam a ganhar pontos Paragon e Renegade. Esses pontos permitem-nos noutras alturas fazer escolhas importantes, que podem, por exemplo, fazer com fiquemos ou não com a lealdade de um membro da nossa equipa.

 Em termos de gráficos os planetas e as personagens estão detalhados, apesar de as expressões faciais não estarem tão boas como eu esperava. Os ambientes nos vários planetas são diferentes e variados, o que é um ponto positivo no jogo. Outro ponto positivo de ME 2 são algumas das suas cutscenes, que estão espectaculares. Em termos sonoros o jogo não desilude, tanto em música, como em sons das armas, naves, explosões, etc. e voice acting (foi feito um grande trabalho de voz para este jogo!).

 Apesar de ser um jogo comprido e com várias razões para voltar a ser completado, os DLC’s ainda aumentam mais a longevidade do jogo. Lair of the Shadow Broken é o que eu considero o melhor daqueles incluídos no jogo e no cartão com código para ser usado nos jogos novos (nos usados vão ter que comprar um código na PSN se ele já foi utilizado pelo dono anterior do jogo). Além de duas boss battles excelentes a história está boa e volta a personagen Liara, de ME 1. Recentemente foi lançado Arrival, o DLC que liga a história de ME 2 com a de ME 3. Quem estiver à espera do próximo capítulo desta saga espacial que compre, para se divertir mais um tempo com este jogo e perceber melhor a história da sequela. Destaco também a parte de stealth action existente neste último DLC.

Cumps e espero que tenham gostado
Análise por Rui Santos

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