Diário de Bordo 28-03-2011 “Responsabilidades”

Nesta crónica deambulo pelo significado de ser estudante-jogador e coisas do género, especialmente uma introspecção do que quero realmente com o blog. Sem preconceitos, sem merdas. Atentem!

Videojogos. Ah! Essa maravilha da tecnologia que nos faz sonhar em mundos impossíveis e longínquos. Essa maravilhosa forma de arte (sim, porque os videojogos SÃO arte!) que junta o melhor do cinema, fotografia, música e afins. Esse veneno que nos consome, de uma maneira por vezes demasiado literal, e que nos faz esquecer algumas das nossas responsabilidades deste mundo. Não considero que este seja o meu caso. Tenho notas baixas (isto é, sem negativas, mas também sem nada do outro mundo) e não acho que se não fosse videojogador as tivesse. Mas sendo que esta é uma das paixões da minha vida, é claro que o castigo tem de ser aplicado num dos sítios que doi mais. Sinceramente, prefiro que os meus pais me impeçam de jogar do que, por exemplo, praticar basquetebol, considero que essa é uma actividade mais importante do que estar uma ou duas horas em frente de um ecrã. Entendo porque é que é assim. Estou agora no 10º ano e a partir de agora tudo conta. Mas mesmo assim, sinto-me triste, e acho que é totalmente desnecessário.

Lamechices e parvoíces à parte, tenho as minhas consolas semi-apreendidas (isto é, já não posso jogar quando bem me apetece). Gostava então de lançar um debate. Vocês, jogadores-estudantes e ex-jogadores-estudantes, falem. Já alguma vez foram castigados por maus desempenhos escolares, com a privação da vossa consola? No meio disto tudo, há coisas boas. Comecei a jogar mais GameBoy, porque nestas bandas não ser reconhecido como “ENTRETENIMENTO ELECTRÓNICO”, e ainda bem. Já devo ter afirmado aqui que ando a jogar o Wario Land 2 (que cheguei ao final só para me aperceber que só tinha jogado metade do jogo, portanto, esperem mais uma semana pela análise), e Pokemon Challenge. Este último tem um grande sentimento nostálgico. Jogos de puzzle com Pokemon é orgasmicamente bem pensado.

Cagando para esta estória toda, devem ter reparado que temos tido falta de posts. Falta um podcast, que deixem que vos diga, estava completamente pronto e foi simplesmente deitado ao lixo por sermos uns idiotas (eu e o Xavier). Agora vai ser particularmente difícil de gravar seja o que for, portanto, vai ser um mês sem eles, provavelmente. É uma enorme pena, quem me dera ter mais tempo. Outro segmento que desaparaceu, e desta vez definitivamente, é o filme da semana, cortesia do nosso amigo Rui. Simplesmente não vale a pena. Somos um blog de jogos, não de filmes. E quem quer saber os filmes que vão sair tem sites melhores para o fazer. Depois à o problema de ocupar o espaço de destaque durante uns dias, coisa que não me agrada. Vamos jogares é uma estória caricata. Tenho um gravado com um primo meu (esse está espectacular) à algum tempo no Iphone do meu pai, porque o meu headset está estragado. Pois, o meu pai deixa o cabo no local de trabalho e portanto estou meio pendurado. Para aí na quinta devo conseguir postar no blog. Meto as coisas no youtube antes, portanto sigam-nos lá.

Finalmente, não tenho nada a acrescentar se não sigam-me no Twitter. É uma vergonha ter lá meia dúzia de gatos-pingados a seguir aquilo quando eu gosto bastante de twittar coisas com (pouca) importância. Comentem! Ah, e o facebook do blog também é importante. Temos lá 7 pessoas. Tirando eu, o Rui e o pedobear, são 4 pessoas que gostam lêem o blog! ZOMG!

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