Metal Gear Solid – Retro-Análise

Pela primeira vez no blog vai ser postada uma retro-análise! E começa logo com Metal Gear Solid, um jogo da PSone lançado em 1998 pela Konami. Espero que gostem!
O protagonista de Metal Gear e Metal Gear 2, Solid Snake, volta em mais um jogo em que mais vale ficarmos escondidos dos inimigos do que lutarmos logo contra eles. Metal Gear Solid é um jogo fantástico que entrou para a minha lista de preferidos, fiquem a saber porquê:
A história do jogo é das melhores de sempre e o objectivo de Snake é salvar o mundo de uma arma nuclear. Os inimigos de Snake são alguns membros da FOXHOUND, liderados por Liquid Snake.
Neste jogo o objectivo não é derrotar os inimigos, mas sim avançar pelos caminhos sem que eles te descubram. Pode-se esconder atrás de paredes ou esconder-se dentro de uma caixa de cartão, entre outras coisas. Tudo isto para não seres descoberto por guardas que vêm mal, são meio surdos e um bocado burros, porque logo que Snake é descoberto, basta uma pequena fuga para estes se esquecerem por completo do inimigo. Obviamente, se assim não fosse, o jogo ficaria difícil demais.
Para lutar contra os inimigos podemos esgana-los, usar um combo de três golpes para os atacar, ou usar armas como a SOCOM ou a FAMAS. A câmara do jogo é diferente das dos TPS’s e está posicionada mais em cima. Normalmente dá o melhor ângulo de cada sitio onde o Snake está, mas em algumas partes onde o radar, que nos mostra a posição dos inimigos, não está disponível, este tipo de câmaras não é muito bom. Se der mais jeito a algumas pessoas, quando for preciso pode-se clicar num botão para mudar a câmara para a 1ª pessoa, mas é impossível mover-mo-nos ou atacar-mos desta maneira.

Os gráficos do jogo eram bons para a altura em que saiu, até porque eu nem me importei com a obvia diferença para com os jogos actuais e gostei bastante do jogo desta maneira. Quanto ao som, o jogo tem bons efeitos sonoros, excelente banda sonora e um adequado voice acting que nos ajuda a entrar mais na história do jogo.
Mas nem todos os jogos são perfeitos, MGS é um jogo curto se passarmos à frente as cutscenes, e provavelmente passamos mais tempo a vê-las do que a controlarmos a nossa personagem. Mesmo assim teremos dois finais, e quem quiser pode passá-lo outra vez para ver o outro final e para usar o item que ganhou quando o acabou da primeira vez (cada final dá-te um item diferente). No menu, entre outras opções, ainda existem também as VR Missions, que funcionam como missões de treino.
As boss battles do jogo são incríveis e variadas, e quem jogar este jogo e esquecer a luta contra o Psycho Mantis está maluco, porque é uma luta diferente e acontecem coisas que nem parecem ser próprias do jogo.
Resumindo: Metal Gear Solid é um jogo fantástico e diferente do habitual, com uma grande história e boss battles espectaculares. Mesmo assim peca por ser um bocado curto. Aconselho a toda a gente que goste de jogos de aventura e que não se importe por ser um jogo antigo, vão adorar!
Gráficos: 96/100
Jogabilidade: 98/100
Som: 97/100
Pormenores: 99/100
Valor: 94/100
Total: 97/100
Bom:
-História fantástica!
-Jogo diferente, não existem muitos stealth action games e este foi dos primeiros do género.
-Boss battles espectaculares!
-Grande quantidade de itens.
-É um jogo quase perfeito e ninguém o pode negar!
Mau:
-Nem sempre a câmara é boa como o resto do jogo.,
-Curto se saltarmos as cutscenes que são enormes (mas como são de boa qualidade não me importo)…


