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O meu Final Fantasyzão um JRPG? Blasfémia!
Por: | 6 de Maio de 2009 às 12:55 | 8 Comentários

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Yoshinori Kitase é um tipo importante na Square Enix, tendo tido um papel importante na criação de importantes jogos deste género:

– Eu agora vou-te bater!

– Está bem. Eu fico à espera então, enquanto continuo aqui aos saltinhos feito canguru.

– Espera só mais um bocadinho. Estou indeciso o que escolher destes menus.

– Pronto já está. Agora já me podes bater.

– Desculpa, mas eu vou-te matar já. É que tenho o mundo e mais além para salvar das trevas e da escuridão enquanto fico apaixonado pela gaja japonesa boazona do jogo.

Estão a ver quais são? Sim, aqueles jogos em que tudo é espectacular enquanto vemos os vídeos com as personagens de pistolas em punho a matarem-se uns aos outros, mas quando passa para a acção e descobrimos que apesar de tudo parecer ser um FPS, mas na realidade não é, a nossa boca fica com aquele sabor de quando comemos marmelada com pão e bebemos leite quente com chocolate. Uma explosão de sensações amargas.

Cinco anos a fazer o jogo, tecnologia para trás e para a frente e as personagens do FXIII ainda estão aos saltinhos nas batalhas. Ai, estes japoneses, parece que estão a precisar da ajuda do senhor osso para ver se acordam…

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Mas hoje estamos aqui por causa do Yoshinori Kitase. É que ele a partir de hoje, passou também a ser um grande maluco, atentem:

There’s a trend these days to strictly categorize games as western RPGs or Japanese RPGs, but Final Fantasy is something that we don’t try to categorize as either/or.

Final Fantasy um JRPG? Lá agora… Gajas com cabelos com as cores do arco-íris, andrógenas salvadoras (ou o camandro) de um universo onde a magia é mais normal do que numa história do Harry Potter… é que nem pouco mais ou menos o FF é um JRPG.

São apenas pequenos pormenores que em nada definem a essência do jogo…

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Fonte [ Joyshit ]

Por: Abul-Fadl Nadr al-Atrabulusi


8 Comentários no “O meu Final Fantasyzão um JRPG? Blasfémia!”

  1. Acho que a única explosão de sensações amargas que me ocorre quando jogo boa parte de JRPGs é o de pedir um buffet anal a uma prostituta vietnamita (hint: don’t do it guys).

  2. Terebi-kun diz:

    Há quem não se importe com os pulinhos, os arco-iris e as personagens andrógenas =3

  3. BigLord diz:

    Pic final = RESPOSTA ÉPICA

  4. hyourinnmaru diz:

    indeed terebi-kun
    btw wrpg hater here!

  5. Os meus RPGs favoritos sãos os bons! :3

  6. “pedir um buffet anal a uma prostituta vietnamita”

    gente com infâncias destruídas é assim,, acham fixe essa badalhoquice. enfim.

  7. São lições de vida que nunca se esquecem :P

    Ou muito me engano ou eles estão a tentar sugerir que as diferenças entre as divisões W/JRPG podem estar a acabar. Bem… o Elder Scrolls já deve satisfazer uma boa parte dos furries de armário que há por aí. Quero ver é o Mass Effect 2 com summons de 30 minutos e toda a gente a usar penas e xailes. Horray for fashion oriented intergalactic genocide \o/

  8. Paulo Munir diz:

    duh, defina-se está a elogiar ou criticar FF “gajo”?,
    anyways, o “facto” é que, J-RPGS não existem e são invenção das softhouses americanas, que, apesar de se inspirar pesadamente em jogos japoneses, insistem que ports de PC (sua especialidade) como Fallout e Oblivion são “true” Rpgs e que todos os outros RPGS de console (algo em torno de quase-tudo) passem a se chamar de “jota”-RPGs.

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