Se existe algo em que podemos sempre contar com os “Japas”, é certamente para fazer músicas agradáveis até ao ponto em que compreendemos a pimbalhada que por lá paira. Por isso mesmo, é frequentemente melhor permanecer na nossa ignorância e, simplesmente, apreciar a tonalidade da coisa. Ora atentai a esta maraBilha:
– mas quem é este palhaço Iôsouia-san… coiso?! –
Fica a questão em aberto: seria melhor ou pior saber o que realmente andam por ali a dizer? Seria a interpretação de algo Bisualmente e sonoramente apelativo – isto Retroanaliticamente falando — um inibidor, o qual nos impediria de poder apreciar a sua superficialidade? Acabaríamos nós por sair prejudicados por dominar uma determinada língua Estrangeira?

– Fazer mal? Isto?! Na-aaaaaaaaaah! –
Bós saberdes, melhor que ninguém, de Bossa própria justiça!







