Zombie Bites é um jogo que não poderia ser mais simples. Recorrendo às setas do teclado e ao ESPAÇO a fim de controlar uma versão pixelizada ao de um boneco LEGO, há-que morder o máximo de Humanos possível, transformando-os em seres tão verdinhos quanto nós – e o mais impressionante é que nem exibem sinais de resistência, nem mesmo os soldados; limitam-se apenas a afastar-te com tiros de pistolinhas de brincar!

– Paint ‘em GREEN”: soon-to-be Street Fighter Zombie Minifigs, by levork –

Uma pequena análise encontra-se depois do clique, mas se conter a fome por CÉREBROS não for um cenário a ser ponderado, experimentai-no aqui!

Com alguns dos visuais à moda antiga mais carismáticos de sempre — apesar de relativamente pouco autênticos –, convém perguntar: então, que raio tem este jogo em termos de dificuldade? Para além do facto do nosso querido zombie-zito necessitar de se alimentar para sobreviver (e, desse modo, impedir que a sua barra de energia se esvazie), convém destacar um mínimo mas deveras influente pormenor: a concorrência!

Cada humano mordido é, à semelhança dos filmes e como já mencionado anteriormente, convertido num zombie; zombie este o qual, por sua Bez, também se alimenta de pobres e inocentes seres Humanos, a nossa fonte original de comida. E estes zombies, compostos por materiais sem qualquer valor nutricional, ainda se dão ao luxo de se queixarem caso os tentemos saborear! Como ser inumano, o nosso funcionamento biológico está condenado, do mesmo modo que estamos predestinados a eventualmente perder num jogo de Tetris. Cabe a nós deixar a maior marca possível da nossa presença neste impune planeta digital, que simplesmente nos relembrará não por estátuas de bronze, mas sim por pontuações.

  • Que gráfiques!
  • Que música… não tão boa quanto os gráficos, mas tolera-se bem!
  • Que jogabilidade… boa quanto a de qualquer jogo de plataformas!
  • Aquela luz… excelente animação!
  • Um segredo bem escondido do jogo: O Óscar, da Rua Sésamo, marca a sua presença… oops!

  • Uma cidade escura e repleta de pessoas, uma luz e um caixote do lixo… prédios? Quem ser prédios? – diferentes tonalidades de preto no cenário não contam!
  • Porreiro de se jogar uma ou duas vezes… naturalmente que cansa, mas como é para ser jogado “casualmente” — competição casual… o equivalente aos jogos Hardcore Casuais!

Não seria perfeito quanto jogo pago – pelo menos, com apenas um modo de jogo –, mas quanto gratuito é uma forma de entretenimento digna do vosso tempo… mas esperem lá:

se o tempo é dinheiro, e se um jogo gratuito consome tempo... fará sequer sentido falar de "jogos gratuitos"?

Links