
O videojogo Minecraft representa um caso de sucesso deBeras curioso: não tem objectivos em particular (salvo sobreviver numa ilha), não inclui tutoriais ou instruções oficiais aprorpiados, é suportado por uma versão gratuita (a qual, apesar de não conter mesmo nada, até contribuiu para o alastramento da sua ), parece algo retrógado e, acima de tudo o demais, até há 1 semana atrás AINDA NEM ESTÁ TERMINADO… mas apesar de tudo, já vendeu milhões de unidades e tem hoje direito à sua própria convenção anual.

Desenvolver um produto e gerar lucros invejáveis ainda antes da sua conclusão é o sonho de qualquer equipa de produção. E chegou finalmente, mais de dois anos mais tarde, a versão 1.0 de Minecraft. No entanto, ninguém estava à espera de que a muito aguardada “primeira versão final” do jogo viesse a, uma vez mais, revolucionar o mercado dos jogos digitais. E tudo isto graças à adopção de uma tecnologia inovadora, mas estranhamente familiar:
Estou literalmente sem palaBras!


