Numa “tentativa merdosa” de conquistar o coração dos pais-dos-meninos-que-não-querem-seus-meninos-a-jogar-Bideojogos, o Mário Superior procurou demonstrar ser uma entidade sempre disposta a contribuir para o bem no mundo. Com esse objectivo em mente, foi a seu bem entender tomar a iniciativa de embarcar na missão mais nobre possível para um personagem de fantasia: salvar a América – não os países sub-desenvolvidos ou sujeitos a atentados, mas sim o grande responsável pela maioria das guerras no planeta… bem jogado, amigos!
– “But America’s in the real world”… meh, who cares? —
Neste vídeo, descoberto num sítio algures por nenhures, há-que tolerar as animações medíocres para serem descobertos factos deBeras peculiares:
- América = E.U.A. – quem ser Brasil?
- Aos 16 anos, as meninas amadurecem e passam a preocupar-se com com temas politico-sociais: em crianças reinavam fantásticos castelos de princesas Disney, e agora desejam conquistar a América;
- Os irmãos martelo eram aqui conhecidos como “Smash Bros.”… mera coincidência? Sim, proBaBelmente!
- O presidente não sabe nadar — nem falar, como o Link… — e hesita em sair de sua cadeira ou em remover seu telefone… um resultado simbólico da fusão entre culturas Ocidentais e Nipónicas;
– “This is Duh-LICIOUS!” –
- Afogar Casa Branca = Afogar América;
- Uma transformação do Mario em sapo envolve um número musical ao nível do Crazy Frog — ainda bem que as capacidades sonoras da NES eram limitadas!
- Serviços de canalizadores (quase) Italianos >> Serviços secretos “Amaricanos”;
- Os esgotos da Casa Branca são capazes de a elevar — tomem notas, senhores terroristas!
- O presidente dos Estados Unidos tem amigos — só mesmo num desenho animado…
- Analogamente a qualquer jogador de Bideojogos, o Super Mario não lê manuais de instruções;
- Moral da história: “ser pai não é facil, nem para Humanos nem Tartarugas que disparam bolas de fogo!”
Sem descurar a importância das lições acima listadas, não posso deixar de classificar este episódio como uma produção, invocando agora uma hipálage do grande Eça, realmente “triste”: atribui uma falsa esperança aos E.U.A. e ao planeta, assente no princípio de que, quando mais precisarmos, personagens fictícias virão a salvar uma comunidade decadente. Não funcionou por estas bandas com o D. Sebastião, não há-de funcionar para o Super Manel!




