Está cientificamente comprovado que jogos de artes marciais desenvolvem os nossos reflexos e a nossa mente... particularmente no que diz respeito à capacidade de sonhar

Qualquer jogo moderno de “porradona” um contra um deve o seu sucesso ao Lutador de Rua Quatrão, que foi bem sucedido em fundir gráficos modernos com uma jogabilidade simultaneamente clássica e fluída. Desde então, porém, a empresa Nipónica CAPCOM(E) tem-se limitado a lançar expansões e enfurecer fãs com conteúdos adicionais a preços ridiculamente constrangedores… e a um Marvel VS Capcom desenvolvido sem qualquer fã da Marvel em mente!

Dois anos depois, porém, chegou finalmente a altura de planear a próxima grande iteração da mais popular franquia de luta Birtual de sempre, e chegou finalmente a altura de fazer amor com os jogos puramente tridimensionais, acabando com as fantasias surrealistas das bolas de fogo e punhos inflamados:

para manter o secretismo, algum malandreco

mudou os títulos dos trailers para “Smackdown vs RAW 2011″

À semelhança do sucedido com o seu antecessor, a respeito dos visuais peculiares, também Street Fighter V tem gerado a sua quota de polémica dentro das comunidades de nerdos internacionais, acusando a equipa de deturpar tudo aquilo que definiu a série de culto como um marco na Bida dos jogadores, desde as fantasias às caricaturas. E onde alguns antevêm desilusão total, outros procuram o sucesso: a SEGA encarou esta oportunidade para anunciar que Virtua Fighter, considerado um dos videojogos mais tácticos e realistas dentro do género, irá inverter os papeis com o outro “Fáitare” da manada:

aquele Shoryu-BEEP foi muito bem colocado!

Um Street Fighter realista e um Virtual Fighter com bolas de fogo… que se passa com este mundo, gente?!