Intruded é, muito resumidamente, uma experiência assombrosa e misteriosa devido ao seu aspecto sombrio e sons ecóicos. Porém, o que mais arrepia neste jogo são as câmaras.

Durante os primórdios da primeira geração PlayStation, onde muitos ícones dos Bideojogos transitaram para um aspecto poligonal e movimentação tridimensional (e não delimitado a andar para a frente e para trás), muitas obras sofreram de um mal comum: perspectivas, ou seja, as câmaras eram difíceis de controlar e, na maioria dos casos, inapropriadas a compreender o grau de profundidade dos diferentes elementos da paisagem. Intruded sofre desse mal, só que propositadamente… e parte da piada está aí, pois é quando menos esperamos que a perspectiva irá mudar e complicar-nos a Bida.

 

Porque tenho uma câmaras amadora apontada ao meu rabo?

Como uma homenagem aos clássicos jogos de terror dos anos 90 (particularmente às séries Resident Evil e Silent Hill), a seta para cima é usada para mover o protagonista para a sua frente (e não a nossa, da perspectiva da câmara), sendo a para trás a necessária para recuar, e as laterais para o personagem rodar. Era um sistema retrógado frequente nos períodos de outrora, mas que assenta aos diferentes níveis (mais de Binte) que compõem esta experiência.

Mas então, no que consiste esta obra afinal? Tentar descobri-lo é parte do que torna esta experiência tão emocionante: a de uma personagem misteriosa, perante armadilhas num ambiente de suspense, que apenas se consegue deslocar…

Como jogar?

 

boa sorte... Bemo-nos no Outro Mundo!