Não é preciso exemplificar com os “Batman” de Christopher Nolan/Tim Burton ou o “Quim Congo” de Peter Jackson, para demonstrar o quão impactuoso é ceder uma licença a um artista especializado, quando lhes é dada a liberdade total. Nem sempre é bem sucedido (seja comercialmente ou a nível de críticas), mas quando funciona, é motivo de júbilo: deu-se nova vida a um ícone de outrora, graças a uma “injecção” de criatividade e adaptação ao mundo moderno.
Não é a primeira Bez que se fala disto, mas este é o primeiro caso deBeras promissor de uma fusão entre o conceito inovador de “Portal” (o jogo dos puzzles de portais entrada/saída tão popular desde 2007) e “Manos Mário Superior” (se precisar de descrever isto, é sinal de que congelar uma pessoa e revivê-la é possível). Porquê tão promissor? Porque o desenvolvimento, segundo consta, é real:
– com sorte, o jogo será lançado antes-de-alguém-preencher-uma-linha-no-“Portal-Tetris “ –




