– (não) o jogo em questão… mas serão importantes para a sua compreensão! –

Sky Island não pode ser analisado sem referenciar obras como Super Manel de Papel ou o tal FEZ (Bídeos acima), onde um jogo de plataformas a duas dimensões (à moda antiga) é deturpado por uma terceira dimensão. Sempre desejaram saber o que está por detrás daquele túnel ou árvore? Será que as escadas que ascendemos estão localizadas no mesmo espaço? A inserção da terceira dimensão num espaço bidimensional acarreta consequências, e seremos brindados com respostas para perguntas cuja existência fora, até então, completamente desconhecida!

É nesta teoria da treta e digna da Quinta Dimensão que assenta o principal foco de destaque entre Sky Island e um tradicional Mario “old-school”.

– Je suis très content, parce que cet jeu est très retrô… mais c’est aussi très 3D! –

Os gráficos são deBeras agradáveis, a música nem tanto (torna-se irritante demasiado rápido). E como muitos jogos gratuitos das “Internétes”, é uma simples aplicação onde um boneco, controlado via setas do teclado(com o “cima” a exercer a função de salto), terá de se deslocar até ao seu objectiBo. Depar-nos-emos, porém, com algumas metas inalcançáveis sem uma mudança de perspectiva (sendo essa a função do rato, neste jogo).

Apesar da minha pessoa ainda não ter concluído esta pandeireta retro-moderna, está na hora de Sky Island ser sujeito a um Beredicto:

… MAS COMO ASSIM, NÃO HÁ Beredic… oh wait…

– o PM foi despedido! –