Quando um “nerdo” da geração Playstation pensa em jogos casuais, ele pensa em Nintendo. Mas quando um gajo Nintendo pensa em jogos casuais, o que ele pensa é em pan*l**r*c*s como estas:

Aqui o Senhor dos Bês ainda não teve oportunidade de se reunir com o senhor primeiro “menistro”, o qual tem estado bastante ocupado a bater punh*tas a justificar o não-abandono do seu actual cargo. Nada de Indianálises complexas, portanto. Contudo, que tal não nos impeça de usufruir dos frutos do Entretenimento Gratuito distribuído pelas Internétes: reiniciemos esta nova era “pós-piratões” e analisemos dois jogos simples e acessíveis ao ser humano comum, sem que este requeira uma dose diária de sangue tipo Charlie Sheen.

Farei algo especial, até: depois de ter passado umas férias nos confins do Inferno Espartano, aprendi a importância de, ocasionalmente, confrontar produtos numa competição sem dó nem piedade — porque a malta gosta! –, pelo que hoje serão analisados, muito breBemente, DOIS JOGOS pelo preço de um… ahem, nenhum!

Tudo isto à distância de um clique, já a seguir!

O primeiro candidato veio directamente dos Óscares da Academia, e não necessariamente dos deste ano:

– para jogar, clicai no logotipão em cima! –

Quem aqui nunca foi vítima do “jogo da forca”? Recorrendo a um número limitado de tentativas, temos de adivinhar uma certa palaBra sabendo apenas, a início, o número total de letras. Depois temos de ir adivinhando quais as letras correctas, e preencher a palavra antes do limite ser atingido.

Alguém considerou a ideia de aplicar o paradigma aos filmes, com uma dica adicional: a representação da película em causa por intermédio de um símbolo. O número máximo de letras falhadas é 2;  depois disso, é tentar a nossa sorte com o próximo desafio.

Para além da interface simples e agradáBel (esperada de um jogo que recorre somente às letras do teclado, como um simples editor de texto), convém destacar o facto de se tratar de um projecto aberto a novas sugestões, pelo que vão gradualmente sendo acrescentados mais filmes à base de dados, para tornar a experiência “casual” menos repetitiva…

… pressinto alguma dúBida em Bós, meus caros leitores. Ter-me-ei esquecido de algo? Ah, uma imagem da interface em questão?

– prezo pela satisfação dos meus meninos! –


Bug Hunt é o segundo jogo da lista!

– majukéist? A Amazónia digital dos anos 80? –

Esta obra é simples: deslocando somente cursor via rato, controlam a distância para onde a língua do lagarto protagonista está estendida, língua esta apta a capturar os insectos no ar. Para engoli-los, basta retornar o cursor para a boca do animal. Quantos mais insectos engolidos de uma só Bez, melhor a pontuação, mas maiores os riscos: quando o “instrumento orgânico do paladar” é picado por uma malBada abelhuda, o jogo acaba.

E daí, só um destino Bos espera: o quadro de pontuações!

– ya can’t be a part of tha hood, unless ya beat ma high score! –


Fica agora somente uma questão a responder. Qual dos jogos sairá Bitorioso?

  • O hino à cultura geral ou o hino à cultura retro?
  • O teclado ou o rato?
  • O poster do filme… ou o sapo das abelhas?

A resposta é… AMBOS! São os dois grátis, logo podem simplesmente experimentar os dois, nã-é Berdade?

– “d’OH-is pelo preço de um… ouch!” –

Línques Úteis: