As festividades já passaram, as funções academico-laborais de cada entidade social recomeçaram, e as nossas carteiras estão praticamente Bazias. Todavia, se este não for o Bosso caso, o momento musical de hoje será de exímio valor — digam olá à faixa mais icónico do clássico Dead Rising, da Capcom:

– Sim, iremos falar de centros comerciais! (e um pouquinho de zombies) –

Ironicamente, a banda sonora oficial deste jogo está repleta de temas de Heavy Metal e batidas pesadas, todas elas pouco inseridas no contexto da obra propriamente dita. As músicas realmente dignas de destaque são as ambientais (identificadas como “mall music“), como a disponível no Bídeo em cima, as absolutas responsáBeis pelo clima satiricamente irónico no desenrolar da acção. Contrariamente a Resident Evil e companhia, em Dead Rising somos brindados com um ambiente aterrorizador e impositor acompanhado de temas tão tranquilizantes que transmitem um cariz muito próprio à experiência interactiBa — a sério, conseguem sequer imaginar um jogo de terror com uma musiquita daquelas?

– é simultaneamente aterrador e cómico: tal conflito emocional conBerte-se nalgo fascinante! –

… Hum? Eu não expliquei do que se trata o gigante Dead Rising? Basicamente, imaginem-se presos num centro comercial, casino ou outro espaço delimitado onde tenham à Bossa disposição um vasto leque de itens e electrodomésticos, como brinquedos, roupa e armamento. Juntem-lhe um objectivo aparentemente honroso, como descobrir o mistério por detrás de um holocausto ou a salvação de uma criança – completamente opcionais — e aí têm a receita do franchise, também conhecido como o Grand Theft Auto dos mortos-BiBos:

– tanta linha de texto resumida num excerto de quadradinhos –