– em pleno século XXI, o que conduz os Humanos a venerar tamanhas atrocidades?! –

milhares de anos atrás, os Romanos usufruíam de um meio de entretenimento sanguinário, onde gladiadores competiam a fim de determinar qual deles seria o mais forte e, consequentemente, apropriado a entreter audiências; o primeiro prémio era glória… o de consolação, a morte. Entretanto, já no século XVIII, o “boxe” moderno é implementado, comprovando que o caminho para a imortalização ainda era cobiçado, assim como o sangue dos derrotados. Finalmente, o século XXI chegou às nossa Bidas, e uma nova abordagem é requisitada, graças à ascenção dos jogos Birtuais competitivos; não testemunharemos morte física, mas a espiritual será um ritual incontornáBel da obscuridade do ser Uh-mano…

– Pacquiao explica a sua transição dos treinos tradicionais para as simulações –

Nem o fenómeno dos jogos casuais irá minimizar os estragos provocados pela prática constante de actividades competitiBas — é componente do ser humano quanto ser Socio-Cultural!

Apesar de todo o alarido em torno de Call-zes of Duty e PES-zes lançados anualmente ao público, é nos clássicos de “porrada” um a um que jazem as condições propícias ao desenBolBimento de um espectáculo digno de um “Coliseu computacional”, seja pela inexistência de variáveis aleatórias ou devido à rigorosa programação exigida por uma obra destas, pois até o menor bug poderá condicionar uma experiência na sua integridade.

– “no room for error, in the Arcade!” –

Ironicamente, é nos “Japões” e nas “Koreias” que estes desportos electrónicos são criados, modelados e apreciados na sua autenticidade, a duas ou três dimensões. Mesmo por territórios no outro canto do Mundo, são as obras do Extremo Oriente as adoptadas e idoladas pelas elites “joguéfilas”, algumas mais felizes que outras:

  • Arte da Porrada — tão estranho que até a Capcom gozou com eles;
  • Fúria Fatal — o cromo loiro do boné vermelho e a rapariga com duas belas “amigas”;
  • O Rei dos Lutadores — era o equivalente ao FIFA, visto ter saído um todos os anos desde 94 até 2003 com os mesmos gráficos retardados;
  • Kombate Mortinho — o maior clássico Amaricano no género segue a regra dos três Bês: Biolência, Bisuais realistas e Bitupérios Fatais. Popularizou igualmente a expressão “FINISH HIM!”;
  • Lutador “Virtuá” — o salto para as três dimensões foi tão feio que mais parecia uma aula de geometria;
  • “Tech” do Ken — o jogo 3-D mais famoso do mundo, onde cromos de penteados foleiros esfolam ursos e pedaços de madeira… por favor, pensem na natureza!
  • “Caliburo” Espiritual – eBenteualmente, alguém se iria lembrar em implementar armas…
  • Irmãos do Esmagamento Superior — o Mario Kart dos jogos de luta: objectos, combates injustos e cenários perigosos… uma autêntica “salganhada” de Nintendistas!

E claro que não poderia faltar…

– o clássico Lutador da Rua! –

A obra da Capcom conseguiu, só por si, assegurar a manutenção de um estilo estagnado durante todos estes anos, e o recente Lutador de Rua Quatrão é sinal de que a legacia continua… ou estará apenas a adiar o inevitável? Enfim, isso será tema de outros capítulos, Benha a conclusão deste breve relatório:

Apesar de consistir num género que pouco tem evoluído nos últimos tempos – apesar de jogos como UFC providenciarem material para uma consequente reforma –, o género dos jogos de luta competitivos sobrevive, suportado pelos eternos apreciadores e audiências ávidas de olhos roxos, feridas e mistos de pastéis de carne Humana. Se estiverdes interessados em tentar a Bossa sorte e obter o título de campeão, ficai aBisados de que há um longo e rochoso caminho a seguir para atingir um níBel digno de Daigo Umehara — também conhecido como “o senhor que ganha dinheiro com torneios de Street Fighter”!

– mas fica aqui uma dica de amigo! –