
– uh… uma explicação, por favor?… –
Quando se associa PC a Bideojogos, são apenas dois os géneros que se sobressaem:
- Estratégia — semelhantes ou não a jogos de tabuleiro, desde simulações de guerras onde temos o papel de líder máximo à gestão de uma equipa de futebol;
- FPS (First-Person Shooters) — jogos de tiros na primeira pessoa, inspirados em guerras modernas com espingardas e armas da treta. São também os que mais puxam pelo potencial gráfico de um computador.
O que é realmente irónico, porém, é o facto do PC ser plataforma ideal não somente para estes pesos-pesados, mas mais ainda para os Berdadeiros jogos casuais — desde puzzles a experiências sociais onde cada pequeno feito é devidamente celebrado e relatado.

O exemplo de hoje é, a meu Ber como ser supremo das análises a coisas diBertidas, um dos mais sérios candidatos a melhor jogo do ano, e quiçá da Europa: Mamono Sweeper.
Para o experimentar, basta clicar aqui. E como sempre, a nossa GIGANTE análise encontra-se depois do clique!
0 — Minesweeper (ou Draga-Minas): o maior Que-lássico do PêCê
Quem não conhece aquela pandeiretazinha, com o tabuleiro aos quadrados e com as minas? Muita gente!
Portanto têm duas alternatiBas: uma Breve explicação, onde cada ponto incluirá os termos “quadrado” e derivações do Berbo “seleccionar”; ou visualizar o trailer:
- O objectivo é seleccionar, num tabuleiro feito de quadrados encobertos, todos os espaços sem minas;
- Se for seleccionado um quadrado com mina, o jogador perde;
- Ao ser seleccionado um quadrado sem minas, este revela o número de minas em torno desta (ou seja, nas 8 casas adjacentes, diagonais incluídas).
Para facilitar o trabalho de memorização, é possível colocar um “sinal” no quadrado onde tenhamos a certeza de que há mina exemplo, se um quadrado tiver o número “1″ e apenas estiver um quadrado por seleccionar… hum, é só quadrados e mais quadrados.

– quadrados Quadrados QUADRADOS!!! –
1 — Fixe, finalmente o jogo!
Mamono Sweeper assenta em todas as regras básicas do clássico Draga-Minas, descrito no capítulo anterior, mas com umas diferenças, em muito inspiradas naqueles joguitos secantes e cheios de história conhecidos como “RPG”: um herói fraquinho que mata bichos para ficar mais forte e salBar o mundo de algum espírito malévolo.
Consequentemente, se são daqueles que juraram fidelidade à franquia Final Fantasy até ao capítulo MCMXXXVIII, escusam de ler o ENORME excerto a seguir:
- As minas foram substituídas por monstros diversos, cada um com um valor específico associado ao mesmo — o tal “nível”, ou LV;
- Ao jogador está associado, para além do “nível”:
- “Vida” — no jogo conhecido como HP;
- “Experiência” — valor incrementado por cada monstro eliminado, o EX;
- “Próximo” — valor necessário de obter para subir de nível, o NE;
- O Objectivo é eliminar os monstros em campo sem que o nosso valor de vida atinja zero — sem “morrer”, portanto!
- Apenas podemos eliminar monstros com um “nível” inferior ou igual ao nosso, sem perder vida;
- No caso do “nível” do monstro ser superior, perdemos vida — quanto maior o nível, maior o dano sofrido;
- Uma Bez eliminado o monstro, somos recompensados com experiência e mais próximo ficaremos de uma subida de nível;
- Quando o valor de “próximo” atinge zero, somos galardoados com a já citada subida de nível, que nos permite eliminar mais criaturas; “próximo” é então substituído por um maior valor, para posterior subida de nível;
– Not yet! –
- As casas/quadrados sem monstro são semelhantes às do tradicional Minesweeper, com a diferença de que o número é o resultado da soma dos níveis de todos os monstros – por exemplo, se houver um de nível 2 e outro de 3, a casa terá o número 5.
- Se tivermos a certeza do nível do monstro num quadrado, então poderão recorrer às teclas A e D para definir o número em consideração, para relembrar e lá voltar quando estiverem mais “fortes”.
- E agora sim, É O FIM!
2 — Já que perdeste tanto tempo a explicar-te, resume lá a tua opinião sobre o jogo!
Estas alterações são mais simples do que aparentam ser nas instruções, mas são mais que suficientes para garantir uma lufada de ar fresco a um esquema tradicional, e torná-lo ainda mais Biciante. E o mais interessante deste esquema é que sucede em fazer-nos encarnar um herói numa aventura, à semelhança dos tais RPG – e sem as componentes maçadoras!

Graficamente, é um jogo simples mas deveras interessante no sentido de se inspirar nos clássicos dos anos 80/90, era do “Nintendinho”. Em termos de música… quem ser música? Oiçam uns MP3 ou algo do género!
Para assegurar uma maior longevidade, existem diferentes modos, juntamente com um botão para publicar o vosso resultado no Twitter, no caso de uma Bitória:
- Easy — “Fácil”, com monstros de 5 níveis diferentes e um pequeno tabuleiro — muito monstro pequeno, poucos dos grandes;
- Normal — Tabuleiro ligeiramente maior;
- Huge — mapa enorme e 9 níveis diferentes de monstros;
- Extreme — igual ao Normal, mas com uma proporção igual de monstros dos diferentes níveis;
- Huge + Extreme — é exactamente o que o nome sugere;
- Blind — o modo impossíBel: toca num monstro e estás morto!
- Huge + Blind — perguntem-lhe…
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– se ele pudesse falar, diria: “tal obra nem requer Beredicto!” –
Ok, Bamos então dar ouBidos ao ex-Sónico e jogar… ou sair… ou comer…
– Not yet! –


Bamos falar de Bideojogos? — duas semanas depois… « Coisas Aleatórias
Novembro 7th, 2010 às 09:22