“Man, Japan is over. We’re done. Our game industry is finished.”

Keiji Inafune é um homem tão cheio de problemas — quem não os tem? — que chegou ao ponto de revelar, numa entreBista encontrada no site Kotaku, o seu desejo de se reformar o mais cedo possível, visto detestar o seu trabalho. E a culpa é toda do estado “retrógado e troglodita” do mercado de Bideojogos Japoneses — mercado sacana!
Isto não é surpresa para ninguém, pois INAKING não é conhecido apenas como mero produtor de jogos da Capcom (como Dead Rising); ele é um autêntico Bisionário, qual profeta do livro do Apocalipse, confirmador do iminente destino da indústria de entretenimento originária do Extremo Oriente: está TERMINADA!

Pessoalmente, diria que pouco mudou na terra do Godzilla; salvo o pormenor da Nintendo se consagrar como indiscutível Bencedora da actual geração de consolas — caseiras e portáteis –, as restantes equipas/empresas “Japas” de renome internacional continuam na mesma:
- Tecmo — jogos de gajas com mamas luta, Ninja Gaiden e… e…
- Square-Enix — eles não fazem bons jogos, mas sim boas histórias — end of story!
- SEGA — quem NÃO troça da SEGA, actualmente?
- K(u)nami – Pessoal, a saga principal do Metal Gear já acabou! Há mais produtos, mas…
– julguem por Bocês próprios! –
- Koei — quem ser Koei?
- Nippon Ichi — a criar RPGs de qualidade PlayStation 1 desde 2003… 2003?!
- Mistwalker — porque nunca há RPGs suficientes no mundo, pois não…?
- Atlus — por cada 5 jogos que produzem, 6 são RPGs;
- Clover Studios — um excelente exemplo de uma empresa de qua… mas como assim, já fecharam?…
- Capcom — Bons jogos, desde que pertençam a franchises do milénio passado.
Encaremos a realidade: com excepção da gigante empresa do Super Manel Manos e da Platinum Games (responsável por obras deBeras originais), as gigantes Nipónicas aparentam mesmo ter ficado na mesma. E é provavelmente aqui que reside o problema: esquemas “retardados”, comandos pouco funcionais, objectivos pouco apelativos e mínima atenção ao feedback dos utilizadores, especialmente no resto do mundo. Mas não são “choros desmotivados” que irão ressuscitar uma indústria outrora louvada, não Bos parece?
Há-que perceber o que está mal, mas sem nunca descartar aquele factor de criatividade, definidor de (quase) qualquer clássico Japonês:

– uh… criatividade? –


