Bayonetta foi uma obra desenBolBida pela Platinum Games, cujas raízes provêm da defunta Clover Studios (responsável por Okami e God Hand, duas obras deveras originais e únicas cujas vendas não corresponderam). Muito resumidamente, esta obra trata uma bruxa com mania de “professora marota”. Imaginem Devil May Cry, mas com uma gaja sempre a despir-se e cujo cabelo/roupa se transforma num monstro parecido ao de um Anime qualquer…

Uma das características mais interessantes deste jogo é o seu factor “Nostalgia” — aquela uma sensação agradável de déjà-vú, onde são reconhecidas referências a experiências passadas. Bayonetta é, de facto, uma homenagem à empresa que garantiu o seu financiamento, visto estar recheado de momentos “Seguistas”:
1 — Outrun e Afterburner
Tirando proveito de uma intensa sequência rodoviária (logo durante o início do capítulo acima exibido), a equipa de desenvolvimento da obra decidiu exibir a sua própria versão da música Spash Wave, da banda sonora de de Outrun, um clássico da SEGA também conhecido como “Aquele-jogo-com-o-ferrari-descapotável-e-a-gaija-loira”. E após um conjunto de batalhas, a nossa miúda encontra-se envolvida numa “perseguição” com mota, acompanhada desta vez pelo tema principal de After Burner – ironicamente, um jogo de aviões… não podiam ter aproveitado para colocar uma referência a HANG-ON, no lugar desta?
Contudo, o melhor destes momentos nostálgicos de Bayonetta é somente evidente num capítulo bem posterior da aventura…
2 — Space Harrier
A homenagem a Space Harrier procura ir mais além, não se limitando a uma mera música ou citação característica — “Welcome to MY Fantasy Zone… GET READY!” –, mas procurando transmitir a sensação e adrenalina do jogo original, por meio de uma jogabilidade e perspectiva semelhantes… até nos bosses!
Desconheço se existem ou não mais referências do género, mas é curioso constatar que estas três obras homenageadas eram todas jogáveis na saga do Shenmue… e por falar no Diabo, parece que teremos finalmente um novo capítulo da série…

– … poderá todaBia não ser o que esperam! –


