Durante esta Odisseia “Sonic-cista”, já se falou obras independentes, ligadas ou não ao ouriço azul, dentro de vários sub-géneros. Para terminar, serão subtilmente analisadas mais duas obras peculiares — sem Beredicto, desculpem!
A primeira representa uma tendência, evidenciada já na edição passada desta exposição, em desenvolver jogos Sonic em 3D, manuseados, à semelhança de um jogo na primeira pessoa, com rato e teclado: teclas “W”,”A”,”S”,”D” para movimentos rectilíneos e rato para os rotacionais.
Sonic The Hedgehog 3D – título simples e sugestiBo, não?

– HAHA! Olhem só, o Painatalméne enganou-se na foto! Colocou uma do Sonic Adventu… oh wait! –
O motor gráfico é deBeras surpreendente, tendo em consideração o facto de se tratar de um projecto independente sem fins lucrativos. Em termos de jogaBilidade, admito que me surpreendera a implementação precisa dos comandos em causa, mas penso que ainda não será desta que teremos um Sonic tridimensional tão diBertido como os clássicos — apesar de, no ano passado, um jogo em 3D ter sido consagrado como o melhor da SAGE.
E o segundo é um… como é que se diz, mesmo?
– hum… é mesmo? –
Sonic Arena 2
Com obras como World of Warcraft, os jogos de sociedades Birtuais, onde uma pessoa se insere por meio de um personagem fictício, com propriedades específicas para que se possa integrar nesse mesmo mundo. Ao contrário dos Bideojogos tradicionais, aqui nem tudo roda em torno de nós: teremos eBentualmente de lidar com outras pessoas, por meio dos seus “alibi”, para resolver desafios e actividades, conhecidas pelo seu equivalente Inglês: “Quests”. Imaginem as possibilidades: um território medieval, em conflitos com Humanos guerreiros ou magos, elfos, ogres, ladrões… ou uma urbanização dominada pelo crime e onde uma crescente legião de heróis contribui incansavelmente para minimizar a intermináBel onda de violência. E isto é aplicável a um uniBerso de Sonic: cada pessoa inscreve-se com uma conta e cria uma entidade pertencente a uma de diferentes raças, como Echidna, Hedgehog ou… EMOHOG!?
Infelizmente, porém, algumas melhorias poderão ser aplicadas antes deste se tornar ideal e acessíBel, a começar por uma interface confusa. Proponho portanto que sigam o tutorial — que tem uns quantos bugs, mas é recomendado –, a menos que queiram ser acusados de SPAM:

– E já agora, a minha alcunha era “As*”, não “Yeah, no”. Censura do ca**go! –
Graficamente, os únicos problemas maiores residem na falta de animações para diferentes acções e consequências de batalha, e na dificuldade em compreender com que objectos/caminhos podemos interagir, algo facilmente resolúvel com a inserção de setas e indicações nos ditos cujos. Os menus e telas de opções são pouco convidativos ou práticos, os tempos de carregamento, loadings, necessários para carregar novas telas são consideráveis e subir de níBel, um requisito essencial para desenvolvimento das nossas capacidades físicas e consequente realização de tarefas gradualmente mais interessantes, é muito complicado: preferem matar 100 inimigos ou 20, com um intervalo no meio equivalente ao tempo necessário para ressuscitar e voltar ao local do crime — e mesmo que haja um meio mais simples, porque não nos orientam para facilitar a adaptação ao seu mundo?
Não deixa, porém, de ser um conceito diferente e deBeras interessante.
Não se esqueçam de clicar aqui, no caso de desejarem experimentar outras obras sobre uma prova da dedicação dos fãs de uma mascote já considerada defunta há muito tempo… a cada ano — eis aqui a análise à do ano passado — renasce no coração Seguista a esperança de que, desta Bez, a ressurreição do ouriço supersónico seja confirmada!




