[Crónica] Importância de um Bom Line-Up Inicial

Crónica 44: Importância de um Bom Line-Up Inicial

Este é o “meu” 44º capítulo como cronista no FNintendo, espero que a qualidade se mantenha, que a malta acompanhe (e leia, importante) e se quiserem, comentar (sempre dá a sensação de não estar sozinho). Como habitual, deixo aqui um pseudo-breve excerto da minha crónica, seguida do link para vos molestar a ir ao site ler a obra completa. Arigatou gozaimasu.

Quero começar explicitando que, na minha opinião, não é o line up, nem tão pouco mais ou menos, que define o sucesso e o futuro de determinada plataforma, longe disso, aliás, estamos a assistir a uma geração de consolas que está a ser bastante duradoura e até agora, ainda não há sinais de sucessores à Wii, PS3 e X360, o que significa que existe um grande empenho nesta geração e que promete uma batalha (metaforicamente falando) bastante renhida. Ora uma é mais popular, ora uma fica mais na moda, ora uma é buéda fixe, ora agora deixa de ser porque ficou sem “aquilo”, agora meteram o acessório para jogar com as unhas, etc. Tudo num constante sobe e desce que aponta para que esta geração ainda tenha muitas cartas para jogar.
Por Line-Up (ou Launch Games, ou o que quiserem chamar), nesta crónica (já que se usa este termo em diversas situações relativas ao mundo dos videojogos) entenda-se o conjunto de jogos que acompanha (separado e a preço elevado, nem sempre se justificando) o lançamento de determinada consola, já que, comprar uma consola sem jogos (e mais antigamente, sem cartão de memória) era algo realmente aborrecido, eu já o experimentei, e foi realmente desagradável, lá acabei por comprar o Final Fantasy X para a PS2 três semanas depois, quando tive a possibilidade.

Este conjunto de jogos é a “primeira impressão cronológica” de determinada consola, por vezes nem tão bem explorado, em outros casos, muito bem planeado. É importante que dê ao jogador casual: “Quero comprar isto no primeiro dia”, em vez do “Meh, jogos, se me apetecer logo peço no Natal daqui a 3 ou 10 anos.”; e ao leal seguidor: “Quero comprar isto no Day One, ir acampar, reservar, ganhar concursos e sei lá mais o quê” e não “Meh, boring.” ou “Vou para a concorrência. Estes tipos estão-se a defecar para os jogadores”. Um Line-Up deve ser cuidado, elaborado, a meu ver: o mais diversificado, em termos de experiências, possível – e não, serem vários jogos do mesmo género, ou jogos de “gimmicks” (se a consola dá para fazer determinada coisa, tudo vai servir de desculpa para teres que gramar com isso).
Por mim, melhor ainda, se puder trazer, sem custos adicionais logo algum jogo sem ter que pagar mais, era óptimo (o Wii Sport era uma tech-demo, mas servia o propósito da consola servir para alguma coisa).

O primeiro Line Up de que me recordo foi do Game Boy Advance, não o pude explorar todo de imediato, mas era bastante interessante: Super Mario Advance (o meu escolhido), Kurukuru Kururin (um interessantíssimo e divertido jogo do género puzzle) e F-Zero (jogo que desconhecia na altura, mas que mais tarde vim a gostar imenso). Ponto positivo: Super Mario Advance foi uma grande novidade para mim, e uma grande mudança no mundo dos videojogos portáteis. Ponto negativo: Três jogos podem ser poucos.

Pronto, está bom, de certeza que adoraram, o melhor mesmo é ler a crónica na íntegra (vá lá, não é assim tão grande): aqui.

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